Medida
provei do seu gosto como uma dose sem medida,
Você mexeu com meu coração e Mergulhei em meus sentimentos
tanta coisa que agente não pensa quando ama
E agora estou apaixonado.
O meu futuro assemelha-se a um retalho. Começa por ser pequeno. Vai crescendo à medida que lhe vou juntando outros, sendo que o produto final será um grande manto. O manto será o meu porto seguro, a segurança e estabilidade, que todo o ser humano ambiciona. Abrange o aspecto emocional e profissional.
Os retalhos são então os nossos desafios/oportunidades. Eu cá sou de costurar muito bem os reforços que irão sustentar, no futuro, todos os meus retalhos. Faço-o com linhas fortes e de boa qualidade: linhas que correspondem à nossa dedicação. A linha tem a função de se entrelaçar e unir todas as nossas oportunidades. Faço questão de coser todos os retalhos com muito ímpeto, mas também com muita cautela.
O segredo é estar bem atento, viver a vida e fazer muitos muitos arranjos de costura!
Se tudo que é de menos é pouco e o que é demais sobra, desejo tudo na medida, sem desperdício, mas que nunca falte.
A autoestima de um ser humano está ligada ao seu estado emocional. Na medida em que se recebe amor e carinho das pessoas que os amam ganhará uma sobre vida, a ponto de aumentar a sua confiança em tudo o que faz.
Quando criança não disfarçamos o egoísmo e muito menos a sinceridade, mas à medida que crescemos, aprendemos a esconder os sentimentos e a disfarçar nossas reações.
É triste perceber que a medida que o tempo passa pessoas importantes acabam escolhendo seguir um outro caminho. É triste perceber que as pessoas mudam e se distanciam. Mas o pior de tudo é ter que se acostumar com a ausência. O pior de tudo é ter que conviver diariamente com a saudade.
Ano Novo pra mim é manter o amor vivo dentro do profundo ser incondicionalmente sem medida e de forma direta surpreendentemente.
Já tua presença
é muita
e de certa medida,
embora ainda
no ventre que te abriga.
Enquanto está aí,
procuro definir tua face,
mas perco-me na profusão
das origens e gerações.
Quando chegares,
vai calar minhas palavras,
pois és mais que poesia:
é fonte e euforia,
é vida a mais!
O legalismo religioso se perpetua na medida em que uma geração ache injusto que aquela que a suceder seja poupada de tudo pelo que teve que passar em seus dias.
Não nascemos autômatos ou robôs. Temos uma certa medida de liberdade,para agir como quisermos. Mas tudo tem limite!
Um dos mais graves problemas da pós-modernidade é que as pessoas querem um deus feito sob medida para elas, uma espécie de 'personal god', que atenda às suas necessidades, porém, não interfira em sua maneira de viver.
Somos felizes ou infelizes na medida de nossos atos, desejos e principalmente ações. Filosoficamente estaríamos regidos pela Lei da Causa e Efeito, conceituada na premissa de que “nenhum efeito é quantitativamente maior e/ou qualitativamente superior à causa”. Logo por essa visão recebemos aquilo que nós mesmos impulsionamos com nossas escolhas.
O Caibalion ver a Lei da Causa e Efeito como a representação do “Todo”, e aquilo que atribuímos ser o acaso, é algo que foge da nossa compreensão. Mas nada deixa de estar interligado na temporalidade e na sequência retilínea do que tinha que ser diante daquilo que atraímos com as atitudes que empreendemos.
É praticamente se apoiar no ensinamento de que “você colhe o que planta”. Mas algumas vezes quando nos remetemos à proporcionalidade esperada em relação ao efeito, isso é claro para quem aceita a Lei como uma verdade, vem à constatação que nem sempre tudo vem na mesma dose das nossas atitudes pretéritas.
Como explicar ter alguém se portado de maneira ruim em determinado momento da sua vida, se reabilitado após longo sofrimento e conviver no presente constantemente com a aproximação de quem quer lhe fazer um mal que jamais levou a cabo contra outrem? Seria então licito supor que em uma só cena, o somatório de tuas más ações se confrontaria convosco na sua plenitude?
Respondidas ou não essas questões, no fundo paira a dúvida capital, porque logo comigo? Aí vem o aspecto da importância do saber discernir. Cada um de nós traz consigo sua porção má e sua porção boa. Se fostes em determinada passagem em teus antecedentes, mal para com alguém ou alguns, como foco principal do teu protagonismo, hás de ter em vida, seja nessa ou em outra (tudo depende do que crês naturalmente) a causa dos teus transtornos, aparentemente inexplicáveis...
Estar pois, em litígio com pessoas que fazem do manto da mentira como veste oculta, da manipulação de pessoas e fatos um habitue corrente e da inveja de ti sua obsessão, nada mais é, do que serdes nesse instante o coadjuvante da história de outro, que tal como tu, estará protagonizando seu próprio encontro com a desgraça que agora te atormenta.
Se queres então efeitos benfazejos em tua caminhada, coloques tua vida a serviço das boas causas, identificando-as como sendo elas, aquelas dignas aos olhos dos homens de bem.
