Me Sinto Esquecido

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Eu desejo.
Eu sinto.
Mas não toco.
Não é falta de coragem.
É consciência.
Nem tudo que acende em mim
eu preciso alcançar.
Tem coisas que eu quero
mas não quero o preço.
Tem presenças que me atravessam
mas eu escolho não atravessar de volta.
Eu aprendi que sentir
não me obriga a agir.
E às vezes o controle
é mais intenso que o toque.

⁠Sinto um grande prazer
ao acender o teu sorriso
que é lindo e radiante,
nem sempre eu consigo,
e, talvez, seja por isso
que é tão fascinante.

⁠Sinto uma audaciosa vontade
de tê-la em meus braços
e juntar nossas intensidades,
o contar do tempo ficaria pausado
num raro momento tão aguardado.

Sinto-me honrado por tamanho privilégio de poder expressar em versos o que acontece no meu imaginário, minhas inspirações e sinceramente o que penso.

⁠És uma mulher inesquecível,
acredito que mereces
a minha atenção e o meu amor,
sinto-me facilmente atraído,
daria, certamente,valor
se eu estivesse contigo.

⁠A minha inspiração é parte do que sinto a partir daquilo que ouço e também do que vejo, dito poeticamente em poesia através de alguns versos e a tua identificação com muita maestria vem para somar e assim, permití-los fluir como correntes de sangue por um organismo vivo, constituído ricamente de palavras e sentimentos, portanto, cada trecho adquire mais sentido, um acréscimo cativante que é muito significativo.

⁠Ela é uma linda mulher na praia, iluminada pelo o sol, encantadora,
sinto prazer em admirá-la,
em prestar-lhe o meu amor,
tanto que meu coração logo dispara
a seu merecido favor.

⁠⁠⁠Devoro a tua essencialidade, sinto o sabor instigante da tua paixão, da tua bela singularidade que aquece fortemente o meu coração, um oceano profundo no qual podes mergulhar, és muito bem vinda ao meu mundo, dessarte, que o meu amor por ti seja recíproco, pois quando a reciprocidade chama os sentimentos para dançar, é uma rica oportunidade na essência aprazível do que é amar, quando o sonho se torna realidade, então, minha amada, dança comigo, quero amar-te e em troca amado ser no encontro das nossas almas, serei o teu homem e serás a minha mulher, juntos seguindo em uma nova jornada, se assim, Deus gentilmente quiser.

o oceano
não caberia
o imenso amor
que sinto por você.

Ao longo da minha trajetória, muitos se foram, mas não sinto falta, o que partiu, na verdade nunca me pertenceu.

Ultimamente, sinto-me no automático, como se minha existência estivesse programada para repetir incessantemente as mesmas tarefas diárias. Cumpro cada gesto sem reclamar, contendo pensamentos inquietantes que ousam emergir, pois sei que, aos olhos da sociedade, questionar ou sentir demais é rotulado como rebeldia. Ironia cruel: a conformidade, esse silêncio interno imposto, revelou-se a verdadeira prisão, mais implacável do que qualquer algema visível.

A gratidão veio como consequência, não é consolo, é testemunho do esforço, sinto-a como alimento.

Sob a velha Hercílio Luz, diante da imensidão do mar que se perde no horizonte, sinto a mão de Deus me abraçando, lembrando-me da dádiva de ter nascido neste pedaço de paraíso que pulsa com a brisa, a chuva e o som das ondas.

Muitas vezes, me sinto afogado em minhas próprias mágoas, como se cada lembrança fosse uma âncora disfarçada de suspiro, e o silêncio, um oceano que me acolhe e me consome. Não há remos, nem pressa, apenas o flutuar das horas e o cansaço manso de quem já se acostumou à tempestade. Talvez esse seja meu fim, ou apenas um recomeço em outra maré, onde a dor aprende a repousar, e eu, enfim, aprendo a respirar dentro do que me afoga.

O alívio que sinto não é uma fuga covarde da realidade, é um reencontro necessário e vital com a fonte que me sustenta.

É como se fosse um escombro sobre meus ombros sinto pesado, porque as ruínas do nosso passado nos pesam mais que o presente.

A verdade tem dentes, mas não morde para matar, morde para acordar. Quando a digo, sinto-a arrancar peles de desculpa. O processo é doloroso, ainda assim, necessário. Porque uma verdade tortuosa vale mais que conforto fingido. E sobrevivo à mordida sabendo que cura virá depois.

Há dias em que me sinto pequeno, mas lembro que fui esculpido pela luta, pequeno não significa fraco, pequeno significa essencial, e essencial basta.

Quando chego ao limite, finjo que não sinto o frio. O corpo anestesia, a alma não, esta última é outro animal. Ela late na escuridão, pede por pão e silêncio, e eu aprendo a oferecer o pouco que tenho: o meu tempo.

A cidade tem lembranças afiadas como cacos de vidro. Passo descalço por algumas ruas e sinto as marcas. Cada cicatriz urbana me conta quem já soube amar. Há um consolo no reconhecimento das próprias falhas. E, por isso, volto ao lugar que me fez aprender.