Me Sinto Esquecido

Cerca de 25428 frases e pensamentos: Me Sinto Esquecido

Tenho medo. O que mais sinto dentro de mim é medo. Das maiores até as menores coisas do mundo. Porém, me enxergo como uma pessoa mais valente e corajosa do que quem se diz ser. A razão disso é porque enquanto sinto estes medos paralisantes eu apenas vou e faço o que precisa ser feito. Enquanto os "corajosos" paralizam.
Eu, o medroso sou o verdadeiro corajoso.

⁠Eu não me sinto mais como se eu estivesse quebrada. Eu me sinto amada. E inteira.

Amor da Minha Vida (série)
1ª temporada, episódio 1.

"Um olhar discreto pode transformar em paixão de repente quase sem querer sinto um amor inesquecível"

Sinto que já vivi tudo que pude viver
Não tenho mais dores para sentir
E não tenho mais esperanças para crer


Tenho memórias para esquecer
Mas elas sempre voltam
Ao anoitecer


Não tenho motivos para ficar aqui
Mesmo que eu procure
Não tem nada aqui que eu possa possuir.

Riacho dos Choros


Nesta quinta-feira vazia, sinto-me uma criança sozinha, sentada à beira das margens do riacho, no Sítio São Sebastião, chorando ao som dos passarinhos que dançam uma triste canção.
Uma criança sozinha, sentada na varanda do Sítio São Sebastião, que chora isolada escutando as brigas dos seus heróis, que gritam sem parar, sem descansar, sem terminar, sem adiar, sem repousar.
Eu sou a criança sozinha à luz do luar, deitada na grama no Sítio São Sebastião, esperando a briga parar. Eu sou aquela menina sob a luz das estrelas que desejava chorar, sem queixar, sem clamar.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Dono dos meus dias


Sob o horizonte infinito do Morro do Gavião, contemplo sua beleza e sinto o peito transbordar gratidão.


Entre o brilho das águas da Represa de Chavantes e o calor dos teus braços, meu Alexandre, eu floresço: sinto-me gigante, elegante, radiante.


No silêncio sagrado da Pedra do Índio, encontro-me amada e renovada por você — o dono da minha vida, a quem amo sem medidas.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

⁠Sim amo, amo a muitos anos, sim amo, amigos dizem que é loucura ou obsessão, mas eu sei o que sinto, é puro, é simples, é irreverente. Talvez todos tenham razão, mas ainda não conheci ninguém que conseguisse convencer meu coração que é só loucura ou obsessão, então contínuo na sua mão ilusão.

⁠Há momentos em que sinto tanta felicidade que não cabe em mim.

Em outros instantes, uma tristeza de meio mundo.

Emoções que não pertencem a mim.

E se, antes do "eu sinto muito", viesse: "se fosse ao contrário, como eu me sentiria?"

No dia nublado que eu tanto aprecio, pois que me apetece o frio, sinto na alma um alívio dos tormentos que assolam ao meio dia, se é tarde e o pôr do sol se esconde no horizonte. Estou em paz no silêncio da sala, que muito mais me fala do que apenas um ambiente, já que acolhe meu ser ambivalente, sem nada questionar. Minha vida hoje são retratos que eu pinto e me perco nos minutos ao estudar cores, complementares, análogas ou monocromáticas. E seleciono uma por uma para compor a paisagem com a paciência contemplativa de quem esquece o tempo e o espaço. Aquietam-se os pensamentos e por um momento eu não penso em nada, apenas analiso a combinação triangular entre o vermelho, o amarelo e o azul. Dou uma pausa para registrar o dia e não sinto tristeza nem alegria, apenas uma calma profunda. Penso nas altas montanhas que escalei, em que a neve fria era mortal e nada me aquecia. O senhor é meu pastor e nada me faltará. A ciência não resolve tudo, mas eis que apascenta, se um novo tratamento me salva do mar que eu me afogava. E posso atravessar o dia sem lembrar das dores que me consumiam. Tenho fé em Deus, na ciência e na medicina e estou otimista como nunca, se a roseira pede sol e água fria, muito mais me alivia não ter angústia para escurecer a poesia. E pássaros alados voam no espaço e o mar entra em erupção e suas larvas são água doce que se bebe ameno, no peixe dourado ao vibrar escamas na lama densa que constrói uma habitação. Os olhos estão serenos e caminham horizontes de largas colheitas que se avista de longe, no ressoar de uma canção se uma apresentação delicada, me deixa ainda mais tranquila, se é paz o que espero da vida e muito mais me convida a sentar e apreciar. Se sou sensível e me atormenta a ironia, o que mais eu pediria, palavras que oscilam entre o delicado e o enérgico. A arte que me apraz se sou antiga e em uma cantiga posso me despir do medo e me entregar ao amor, que já não é mais segredo, consciente que de longe melhor habita, pois que o amor se esvai na vida cotidiana do mercado, que destrói o que há de sagrado. E te amo como uma obra de arte que não, já que fomos feitos para apreciar, se essa é uma condição levarei o amor no coração e não gritarei nos telhados para não acordar os passarinhos, que a natureza é sutil e cresce no seu tempo. Não hei de apressar o movimento. Se olho com serenidade o amor que nasceu na cidade e se estende pela eternidade. Tudo o mais é conformidade se o peito não sabe mais sofrer, muito mais alegria desejo a você. E que Deus venha se impor e perdoe minha mudança de humor. Que assim seja, nosso amor firmeza. E no diário sol, rogai por nós o girassol. Além.

Hoje me sinto diferente. Depois que comecei a pensar em mim, tudo mudou.

Sabe porque gosto de você porque quando eu tô no teu lado eu me sinto seguro.

eu me sinto muito bem quando fico perto de você.

Tudo o que eu tenho pra dizer-te é tudo o que eu sinto por você é o amor que vem do meu coração que forma uma canção e dessa canção vem você.

Eu sinto a sua falta!
Sinto falta de suas risadas contidas, do modo como mal se expressava.
Sinto falta do seu cheiro, do seu beijo, do seu abraço quente e desastrado.
Sinto falta de me sentir protegida nos teus braços, de me sentir sufocada entre suas pernas quando você pega no sono.
Sinto falta de discutir contigo por pequenos motivos e mesmo estando certa, te pedir desculpas só para não te ver se distanciar.
Sinto falta de ler suas mensagens de bom dia, boa noite ou até mesmo aquele "eu te amo mais que tudo!".
Sinto falta de olhar nos seus olhos claros e profundos e fazer confissões, desfrutar de imaginações, me perder em dúvidas e me encontrar nas suas direções.
Sinto falta de tudo em você, os defeitos, as qualidades, tudo. E a falta que eu sinto de você supera tudo o que aconteceu de ruim entre nós, o que significa que eu não pensaria duas vezes em te aceitar de volta...
Se ao menos você quisesse, se ao menos você ainda pensasse em mim! Mas, sinto que apenas eu choro antes de dormir.
Sinto que apenas eu tive que superar sua ausência, porque você já estava acostumado.
Sinto que não fui o bastante para preencher sua vida badalada! Sinto que fui apenas mais um capítulo do seu livro... Enquanto você, para mim, foi todo ele.
Mas eu não posso deixar que você saiba sobre o que sinto, não! Pois no fundo tenho toda a certeza do mundo de que você vive melhor sem mim, e se você estiver feliz assim, eu estarei feliz por ti.
Adeus, meu caro amor. Viverei uma longa vida sem pudor, em busca de um outro amor que me ame assim como eu amo você! Em busca de um amor que me faça feliz e realize todos os nossos planos, aqueles que você foi incapaz de cumprir.
Adeus, meu ex amor.

Sinto-me mais próxima de Deus não quando sou abençoada, mas quando sou uma benção na vida de outra pessoa.

⁠As vezes me sinto como um pássaro, dotado da habilidade de voar livremente, mas que foi engaiolado só para que trouxesse prazer aos ouvidos de outros enquanto canta a mesma sonata triste em todas as manhãs.

Observo como muda o meu humor, se ontem te amei, hoje sinto pouco e o pouco foi o demais que ouso. Acordo sonolenta e as palavras me dão ressaca se me desnudo na sala de minha casa calada. Pois que me desculpem os versos em vão, se tantas vezes caminho sem direção. Se digo que escrevo a você vislumbro o possível fim e muito mais escrevo a mim. Na pintura de minha face se derramam todas as minhas fases e como um camaleão mudo de cor e me misturo à paisagem. Eis que o sol raiou e é densa sua claridade, no azul do sábado que atravessa a cidade. E se eu amo tanto, também me esqueço verbalmente ao escrever um poema que não mente. O poema tira minhas vestes e encancara o peito que se faz mar celeste ou solo árido do agreste. Eis que é o mesmo sumo e me assusto ao ouvir minhas palavras e por um instante não sinto nada. Fecho as cortinas da sala, pois a ninguém interessa minha madrugada e o ímpeto de desmachá-la e já não sei quando minto ou falo a verdade, se tudo brota no caminho das ambiguidades. No sol ardente encaro a realidade, que muito mais se faz palpável se escrevo e me calo quando se escancara o sábado do passado que se busca na escuta alheia de algo que se assemelha. Busco através das palavras uma expressão que muda conforme minha face, que não ri, nem chora, pois que outrora tudo era mais intensidade, mas o dia concreto busca uma nova necessidade. O amor implacável enfraquece se no calor já mudou o meu humor. E me faça o favor de não acreditar em minhas frases, pois que contrasta o ser que sou e a pessoa que serei. Disso eu bem sei, se palavras passadas me deixam ruborizada e mais busco pássaros em revoada no céu que desconhece estrada. Hoje é dia de viver o hoje e me pergunto como pôde a noite escura se transformar em rima se hoje sigo nova trilha na paisagem que se descortina. Me visto com o meu rosto para evitar qualquer desgosto, se tanto me tenho exposto. Mais eis que são apenas palavras, que pouco dizem do meu ser, se sei fazer escurecer ou amanhecer. A roseira na janela nada espera se a maré se faz em cores amarelas e me pinto de aquarela em cada traço na tela. A poesia se faz como uma necessidade a conter minha intensidade, me abstenho da cidade e minha sala é um ecossistema que se retroalimenta. E minha doçura arde como pimenta na mão que acalenta e me faz e me sustenta. Sou mais que aparência. Eis minha essência.

⁠Sinto a dor por amar, mas nunca o prazer por odiar.

⁠"Essa noite sinto-me perseguido pelo cão do inferno, sacudido pela brisa do vento de desespero que varre minha alma"