Me Sinto Esquecido
Sem Medo
Não tema.
O que sinto por você é real — legítimo, puro, verdadeiro.
É um sentimento que escapa às palavras, que transborda amor, desejo, cuidado e admiração.
Há algo entre nós que vai além do que é visível, além do toque. Algo que vibra no plano invisível, no espaço onde só as almas se reconhecem.
Sou uma pessoa serena, cheia de paz, ternura e amor.
Mas quando estou com você, tudo floresce.
Sua presença faz brotar o que há de mais leve e sincero em mim.
Quando sinto seu toque — e quando você me toca —
é como se mil constelações explodissem em luz dentro de mim.
Não são explosões comuns:
são ondas de uma energia limpa, profunda e inefável.
Quando nossos corpos se encaixam,
parece que o universo se alinha.
O material e o espiritual, o que se toca e o que se pressente,
se unem em harmonia.
Não existe separação.
Não sinta medo.
Eu sei que o que digo, o modo como olho em seus olhos,
o cuidado com que te toco, pode parecer um clichê —
mas não me importa.
O que me importa é te ver bem.
Te ver feliz, segura… inteira.
Não cultive o medo, mas reconheça-o.
Ele também serve — ele cuida.
Mas não o alimente ao ponto de te afastar de sentir.
Sinta, com todo o seu ser, a delicadeza do meu toque.
Sinta o medo, sim, se for necessário — mas não tenha medo do que sente por mim.
Estamos aqui para experienciar.
Somos corpo, alma, carne e espírito —
feitos para sentir.
Então sinta.
Sinta até a última gota de vida em mim,
porque ela deseja se misturar ao oceano vasto e profundo que existe em você.
Eu não sou perfeito — mas o amor que habita em mim é.
E você…
Você faz com que ele se manifeste da forma mais humana e divina.
Tocar você…
Sentir seu beijo, seu gosto, seu abraço, sua pele…
é como tocar um sentimento.
O sentimento.
Aquele que atravessa o tempo e o espaço.
O único capaz de eternizar o instante.
Agradeço em silêncio por tudo que me trouxe até aqui, até você.
Só te peço:
não sinta medo de mim.
Não tenha medo de sentir.
Não fuja do que pulsa entre nós.
Não tenha medo de nós.
Não tenha medo.
Aluno: Mestre, sinto que tenho habilidades, mas temo explorá-las.
Mestre: "Aquele que não explora suas capacidades vive como se nunca as tivesse possuído."
Aluno: Mestre, sinto-me perdido. Minha mente está repleta de pensamentos confusos, e meu coração anseia por clareza. Como posso encontrar equilíbrio entre o que penso e o que sinto?
Mestre: Meu caro, lembre-se: "A mente é um labirinto, o coração, um oásis. Pensar é navegar, sentir é mergulhar."
Aluno: Então, devo confiar mais em meus sentimentos do que em meus pensamentos?
Mestre: Não se trata de escolher entre um ou outro, mas de harmonizá-los. Navegue pelos pensamentos para compreender o mundo, mas mergulhe nos sentimentos para verdadeiramente vivenciá-lo.
Aluno: Mestre, por que me sinto tão apagado, como se não tivesse brilho?
Mestre: "Até a estrela mais tímida tem seu momento de brilhar no infinito."
É tão forte o que sinto por você, que quase escapa do meu peito.
A vontade de te tocar me toma por inteiro.
O frio na barriga vira um vendaval —
ansiedade que pulsa, grita, quase explode.
Parece que o amor quer criar corpo,
só pra te alcançar,
te sentir,
te tocar,
te viver.
Mais um dia começa
Mais uma tarde se vai
E a noite vem
Sinto o vento bater
No meu rosto ao
Abrir a janela
E ouço os cantos dos
passarinhos se recolhendo
Como seria bom
Ter uma nova realidade
Pq de todas que tenho
Ainda falta você
Amo minha solitude
E sei que me amo e
Sou feliz, não sou
Carente
Mas sei que falta
Um pedaço e ele
Pode ser você
me sinto criança
sempre estou exausto
quando penso em você
pois fico muito astuto
te procurando
esperando você magicamente aparecer.
pode parecer infantil
mas você já se tornou minha esperança.
eu te amo,
como uma criança ama doces.
aqueles bem açucarados
que deixam todos atentados
onde a vontade nunca acaba
mas não se confunda
eu só sou atentado com você
pois nosso amor é doce
doce como jujuba.
Deitar-me em meio às gramas
Fecho os olhos e respiro o ar fresco.
Sinto o vento passar suavemente.
Abro os olhos
e nele enxergo o universo.
No silêncio, sem dizer uma palavra,
sinto-me abraçado por sua imensidão.
O amor não aprisiona ninguém. Você é livre para escolher ir ou ficar.
O que eu sinto não é sobre você é sobre mim. Veio para me ensinar e eu aprendi.
Sinto falta do meu antigo eu, o eu que antes deixava cada palavra fluir como a correnteza calma de um rio, o antigo e doce eu que pintava cada linha com imagens e cenários imaginários só porque achava bonito, que mesmo recebendo olhares maldosos e julgadores continuava dançando com a música alta pois era assim que libertava o próprio coração. O antigo eu, escritor, poeta, músico, dançarino, tudo que quisesse ser e não ser.
Mas esse eu morreu. Eu o matei. Ou talvez o mundo todo o matou. O mundo todo que cresceu e moldou neste antigo eu uma torre alta e assustadora, onde lá, ele passaria o resto de sua vida sendo infeliz, sendo sugado por fantasmas cinzentos que roubaram sua cor segundo após segundo, até não sobrar mais nada. E eu o matei deixando isso acontecer. Sem impedir, sem salvá-lo.
"Eu e os ecos da arte, da música e do pensamento"
por Luiza_Grochvicz.
Sinto que minha alma ressoa com figuras que, de algum modo, compartilham da mesma intensidade e busca que tenho na vida. Eles não são apenas artistas ou pensadores, mas companheiros de jornada que refletem minhas próprias inquietações e sentimentos.
Kierkegaard me fala sobre a angústia existencial e a liberdade que carregamos como uma escolha constante. Ele me lembra que a vida é feita de dúvidas que nos definem.
Nietzsche me ensina sobre a vontade de poder e a autossuperação. Como ele, acredito que a vida é uma constante busca por mais, por transcender nossos próprios limites.
Platão e sua busca pela verdade além das sombras me faz pensar que a vida cotidiana é apenas uma parte do todo. Acredito em algo maior, uma realidade invisível que nos chama.
Sartre me conecta à ideia da liberdade e da responsabilidade. A liberdade é uma maldição e, como ele, acredito que somos condenados a criar nosso próprio significado.
Com Van Gogh, vejo a arte como uma forma de transformar a dor em beleza. Ele me ensina a expressar a intensidade da vida, como uma explosão de cores que reflete a alma.
Leonardo da Vinci, com sua busca pela perfeição, me lembra que a arte é uma exploração contínua. Como ele, vejo o detalhe e o estudo como caminhos para entender o mundo.
Claude Monet me ensina que a vida, assim como a arte, é feita de momentos fugazes. Vejo o mundo como algo que se transforma, sem precisar entender tudo, apenas sentir.
Edvard Munch, com seu grito de angústia, fala da solidão e da expressão crua da dor. Como ele, acredito que devemos ser verdadeiros com nossas emoções.
Na música, Beethoven me conecta com a intensidade emocional, com a superação pessoal através da arte. Como ele, a música é minha forma de gritar as emoções mais profundas.
Chopin, com sua delicadeza, me reflete no lado mais sensível e introspectivo da vida. Suas peças me lembram de como a arte pode ser um espaço de reflexão e calma.
Mozart, com sua leveza, me inspira a ver a vida como uma celebração, onde a complexidade e a simplicidade se misturam, criando harmonia.
Vivaldi, com as suas quatro estações, me ensina que a vida é feita de ciclos — altos e baixos — e que a transformação é inevitável, mas sempre bela.
Eu não sou apenas eu.
Sou todos eles, e eles são eu.
A arte e o pensamento, juntos, me ajudam a entender o mundo e a mim mesma, criando uma visão única de quem sou e do que busco.
"Eu não sou só eu."
Sou Van Gogh quando sinto demais.
Sou Chopin quando me calo e deixo a alma tocar.
Sou Monet quando vejo beleza no que passa rápido.
Sou Munch quando a angústia grita.
Sou Leonardo quando preciso entender o detalhe de tudo.
Sou Beethoven quando transformo dor em força.
Sou Vivaldi quando a vida muda — e eu mudo com ela.
Sou Mozart quando, por um instante, tudo parece leve.
Não me explico só com palavras.
Me explico com cor, som, silêncio e intensidade.
E mesmo quando pareço sozinha,
eu carrego todos eles em mim.
E SE?
E se eu falasse com você?
Te dissesse o que sinto, sem embargos,
Diretamente, como raros?
E se, num momento de razão ou insanidade,
Eu tivesse cinco segundos de coragem,
Que seriam como uma eternidade?
E se você correspondesse a esse amor,
Mais puro e sincero,
E me dissesse, sem temor?
Mas, e se não correspondesse
E preferisse o amor de outrém
Que mais feliz lhe fizesse?
Fato é que nunca saberei se não tentar;
Com meu grande amor por você,
Qualquer horizonte sou capaz de explorar.
Se o sentimento florescer, e juntos pudermos crescer,
De alegria viverei para sempre,
Pois junto de ti estarei.
Se não corresponder, e eu estiver em grande devaneio,
Grato serei por tê-la conhecido,
E convicto estarei de que meu amor por ti não foi vazio.
Despertas meus sentidos.
Sinto o que digo, e,
confesso meus sentimentos:
O amor que tenho
é só para você.
Tens o que quero para sempre.
É mais que a matéria;
É mais que o mundo;
É o multiverso da felicidade,
razão de evolução.
Oscilações dos meus pensamentos
Ecoam você.
E sua magnitude Vibra em mim energia
igualmente a corrente poderosa do viver.
No silêncio da noite, onde os sonhos dançam,
Sinto a brisa leve que traz tua lembrança.
Teus olhos são estrelas que iluminam o céu,
E em cada batida, meu coração é seu véu.
Teu sorriso é o sol que aquece meu ser,
Um farol na escuridão, sempre a me guiar.
Em teus braços, encontro a paz de viver,
Um abrigo sagrado onde posso sonhar.
Cada palavra tua é uma doce melodia,
Que embala minha alma e faz o tempo parar.
Nos pequenos gestos, descubro a poesia,
E na simplicidade, vou me apaixonar.
Juntos, somos versos em uma canção eterna,
Harmonia perfeita que o destino escreveu.
A cada dia que passa, a chama se interna,
E no compasso do amor, nos tornamos um só eu.
Que nossos passos sigam sempre lado a lado,
Navegando os mares de um amor sem fim.
Na dança da vida, estamos entrelaçados,
E em cada passo dado, somos felizes assim.
Eu não sei amar em silêncio,
nem gostar em prestações.
O que sinto transborda —
meu copo sempre estará cheio.
Meus sentimentos chegam como tempestade com trilha sonora,
intensidade, caos e harmonia.
Sou completa —
sou inteira,
sou complexa,
sou absoluta.
E mesmo que tentassem me reduzir a pequenos frascos,
eu continuaria inteira,
em cada gota.
– J.
Viajando pelo meu corpo
Com os olhos fechados
Sinto a calmaria e uma
explosão de uma euforia
Uma completando a outra.
Não consigo falar qual das duas
Me transporta mais rápido
Para o meu racional
Onde sinto felicidade sem te-lá
Estou a espera de tanta coisa
Tantos sonhos a ser realizados
E tanta coisa pra viver ainda
Que preciso olhar para o tempo
Para perceber que a calma tem que
Controlar a euforia
E assim voltar a realidade
Respirar
Sentir meus pés no chão
E correr atrás das realizações
Estou aqui a procura dos dias melhores , melhores momentos e sentimentos,
Aguardando o universo me contemplar.
Com tudo que me pertence e faz bem
Ao meu corpo,minha mente e ao meu coração
