Me Magoe com a Pior Verdade

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⁠O Destino dos Lúcidos

O destino dos lúcidos é carregar o peso da verdade
como quem leva água num vaso rachado:
sabendo que, a cada passo, algo se perde,
e mesmo assim caminhando.
Ver além dos olhos é uma ferida secreta,
uma lâmina de luz que sangra devagar,
enquanto a maioria adormece embalada
pelo suave consolo da ilusão.
Os lúcidos atravessam cidades silenciosas,
templos abandonados, desertos sem nome.
Carregam nos ombros o que não pode ser dito
e nos olhos o que o mundo se recusa a ver.
Por vezes, desejam também dormir —
mas a lucidez é uma chama que não se apaga:
ela arde nos ossos,
ela queima no coração,
ela sussurra entre os passos:
“Segue…”
Pois o que vê não pode fingir que é cego,
e o que sabe não pode regressar à ignorância
sem rasgar a própria alma.
O destino dos lúcidos é ser ponte entre mundos,
eco entre silêncios,
voz entre os adormecidos
e chama acesa
nas noites sem estrelas.

Inserida por Davi-Roballo

⁠Não desejo passar por mais uma queda, mas é verdade que em algum momento da minha vida eu já experimentei essa sensação de fracasso. Não quero me esgotar emocionalmente, mas já houve um tempo em que me deixei levar por essa vulnerabilidade e me entreguei a um estado de exaustão. Sinto que há pessoas ao meu redor que desejam me destruir, mas já enfrentei a devastação em uma fase anterior. De fato, houve um dia em que passei por todas as experiências, por todos os altos e baixos da vida, e me lembro de cada um deles. Hoje, o que eu mais anseio é não sentir dor, mas a verdade é que já vivi momentos de profunda tristeza em que as lágrimas foram inevitáveis.

⁠A triste e dura verdade que te direi hoje:

No local de trabalho ou estudo, saiba impôr limites e não confunda, não se deixe levar pela emoção a ponto de se entregar a 100%, colega não é família nem amigo, é apenas colega, na primeira oportunidade, se não haver carácter, vai te trair.

Imponha limites e mantenha o respeito!

Inserida por Paulogabriel

⁠A Bolsa de Valores de Nova York é na verdade o maior cassino do mundo.

Donald Trump
A arte da negociação. Porto Alegre: Citadel, 2017.
Inserida por PensamentosRS

⁠Em qualquer relação, a beleza que realmente importa é a da verdade compartilhada e da confiança construída no dia a dia.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠Líder de verdade forma líderes que formam líderes.

Inserida por anderson_silva_as_as

⁠Eu não quero a verdade, só preciso de uma mentira convincente

Inserida por raffaell95

⁠A verdade tem a ver com caráter e não com religião. Ou você tem, ou não. As pessoas são naturalmente boas e acolhem, não roubam, não matam, não violentam. E deveras naturalmente más. Mentem, enganam, traem, roubam e matam. O que se esconde por detrás de uma religião para se dizer bom, na verdade é apenas um hipócrita.

Inserida por ge_magalhaes

⁠Liberdade Verdadeira: Servir à Verdade e Viver com Propósito

“Liberdade não é escapar das barreiras externas, mas alinhar a alma com o eterno. Não há escolha neutra: cada decisão é um ato que constrói ou destrói a essência interior. O verdadeiro livre é aquele que serve à verdade, mesmo quando ela exige renúncia. Viver com propósito é seguir o caminho estreito que leva à luz, e somente quem honra a própria consciência encontra a paz que o mundo não pode oferecer.”

Inserida por sabedoriahistorica

⁠Educação é ir para além do currículo, é na verdade, fazer do currículo uma porta para as inúmeras possibilidades que estão expostas na realidade diversificada do aluno. É nao se limitar ao saber enciclopédico, pois devemos, quanto educadores, buscarmos uma formação omnilateral, excluindo de nossos objetivos, ao planejar, o resultado, porque o foco não deve ser o desempenho dos alunos em avaliações, mas o próprio aluno e o mesmo nao deve ser o caminho para uma excelência construída.

Inserida por joseni_caminha

⁠Seja considerada a existência de Deus como uma verdade inquestionável, perceberemos que tal existência é sustentada por um princípio fundamental: “algo sempre existiu”. Esta característica — a eternidade e a necessidade do ser — é, em muitas tradições, atribuída a Deus. Contudo, se adotarmos a posição contrária e negarmos a existência de Deus, a lógica ainda nos leva a uma conclusão similar: a eternidade da existência. Se o universo ou a própria realidade não teve início, ela deve possuir um atributo divino — a eternidade, a autoexistência, a necessidade.

Dessa maneira, tanto na crença teísta quanto na visão ateísta, existe uma aceitação implícita de um princípio eterno, imutável e necessário. Se negamos a noção de Deus, ao mesmo tempo sustentamos uma crença em algo com características que tradicionalmente associamos ao divino: algo que não pode ser criado, que sempre foi, e que, portanto, permanece como o fundamento último de tudo o que é.

Assim, independentemente da perspectiva adotada — teísta ou ateísta — todos, de alguma forma, acreditam em algo que é essencialmente ‘divino’: eterno, necessário, sem começo ou fim. A diferença não está na essência desse ‘algo’, mas no nome que lhe damos e nas características que lhe atribuímos. No fim, a filosofia nos mostra que, ao questionarmos a natureza última da existência, acabamos, inevitavelmente, tocando no campo da divindade, seja de maneira consciente ou não.

Nesse contexto, a ideia do “nada absoluto” — frequentemente invocada como oposta à existência — revela-se logicamente insustentável. Se o nada for definido como um estado onde há zero possibilidades e, ao mesmo tempo, a ausência de qualquer restrição — um espaço onde infinitas coisas poderiam acontecer (ou não) — então ele entra em contradição. Tal concepção se assemelha à operação matemática da divisão por zero: não resulta em uma resposta coerente, mas em um colapso do sistema. Assim, o nada não apenas não pode existir; ele sequer pode ser pensado sem dissolver-se em paradoxo.

Inserida por NatanaelGomesMachado

Falar a verdade exigirá de você muito mais coragem do que vivê-la, pois a sua boca fala do que o seu interior está cheio.⁠

Inserida por leonardomenin

⁠O Código do Vaticano

Por trás do ouro das cúpulas, o silêncio escondeu a verdade que o mundo nunca deveria conhecer.

Era madrugada em Roma. A Praça de São Pedro dormia sob o olhar impassível das estátuas apostólicas. No subterrâneo da Basílica, entre túneis selados há séculos, o arqueólogo e linguista Rafael D’Alberti deslizou por uma abertura secreta revelada por manuscritos há muito esquecidos.

Ele segurava um códice em latim arcaico, selado com cera vermelha e marcado com um símbolo antigo: um peixe envolto em espinhos — o selo da Irmandade do Véu, uma seita silenciosa que jurara proteger o maior segredo da Igreja.

No interior da câmara subterrânea, uma inscrição gravada em mármore:
Non est Deus qui latet in coelo, sed veritas sepulta in terris.
(Não é Deus que se oculta no céu, mas a verdade sepultada na Terra.)

Rafael decifrou o primeiro enigma. Ao tocar um mosaico de ouro representando São João, o chão girou lentamente. Ali, escondido há mil anos, estava um relicário — não com ossos, mas com um livro metálico, escrito em uma linguagem pré-hebraica.

Dentro, os segredos de um evangelho perdido, atribuído a Jesus de Nazaré, escrito de próprio punho — um texto que negava hierarquias, denunciava instituições e proclamava:
O Reino de Deus está dentro de vós, não em tronos nem em coroas.

Mas Rafael não estava sozinho.

A cardeal Adriana Lucchesi, chefe da Congregação para a Doutrina da Fé, surgira das sombras.
— Você abriu o portão do Apocalipse, Rafael. Esse código pode queimar séculos de poder e fé.

— Ou pode libertar gerações da ignorância e da submissão.

Ela hesitou. No silêncio que se seguiu, o código reluzia como se tivesse vida. A decisão estava diante dela: manter o segredo… ou entregar ao mundo uma verdade que mudaria para sempre a história da humanidade.

E assim, diante do livro proibido, ambos perceberam:
a fé sem liberdade é apenas uma prisão com vitrais.

Inserida por joemarro

⁠Quando o sagrado se encontra com o profano, nasce uma verdade que poucos têm coragem de encarar.

Inserida por joemarro

⁠A verdade, quando revelada, pode ser a luz que guia ou a chama que consome.

Inserida por joemarro

⁠O autocuidado real, é antônimo do prazer. Ele não traz o conforto da ilusão. Mas o peso da verdade.

Ele é um processo desafiador, mas recompensador, que envolve a honestidade consigo mesmo, a aceitação da realidade e a responsabilidade com as próprias escolhas.

Não se pode confundir autocuidado com hobby ou prazeres momentâneos.

Inserida por rose_capuani

⁠Crescemos de verdade quando estendemos a mão e dividimos o caminho.

Inserida por henrique_hbs

⁠Na verdade, agrada-me ficar junto dos humildes e simples,
e daqueles de bom coração, pois estes detêm a verdadeira
sabedoria.*

*[Atos 8 : 31] "Res pondeu-lhe: “Como é que posso, se não há alguém que
me explique?”. E rogou a Filipe que subisse e se sentasse junto dele."

Inserida por antolini

⁠Amor moderno: onde quem ama de verdade parece louco. Porque, no meio de tantos jogos, fugir virou regra e sentir, motivo de vergonha. Mas, no fundo… é só alguém corajoso o suficiente para não desistir de sentir.

Inserida por danrattess

⁠“Amar de verdade é escolher. Mesmo conhecendo os defeitos. Mesmo sabendo onde dói.”
Não é conto de fadas. Não é flor todo dia. Amar de verdade é saber exatamente o que machuca no outro e, ainda assim, ficar. É ver os traumas, os erros, os dias ruins, o lado feio… e não sair correndo. Porque amor de verdade não é encantamento, é coragem.
Coragem de continuar quando a fase boa passa. Coragem de encarar o real, o cru, o imperfeito.
É escolha diária. É decisão. É compromisso com a alma do outro, mesmo quando ela está em pedaços.
Quem ama de verdade não foge ao primeiro sinal de caos. Não vira as costas quando o brilho some.
Ama com raiva, com medo, com dúvida — mas ama. Fica. Escolhe. Aguenta o tranco. Segure na mão, mesmo quando ela treme.
Porque amar de verdade é isso: não é ter mil motivos para ficar, é ter um só, mas verdadeiro o suficiente para não ir embora.

Inserida por danrattess