Me faço
A leitura é meu cigarro
Faço minha cabeça com os livros!
Bolo a leitura,
acendo as ideias,
trago as rimas,
prendo o conhecimento.
Solto a folha em branco.
Viajo na leitura.
Seria um pretexto usar droga.
Cara, seja um leitor,
seja um peixe fora d’água.
Eu avistei uma arma
e escolhi o livro.
Vi a droga
e viajei na leitura.
Daí, virei poeta!
E estou traficando meus versos.
(Poesia do livro: Um Semeador De Poesia.)
"Dizem -me certas "sensibilidades "que faço comentários deselegantes.Se calhar até será verdade, mas certas elegâncias que eu vejo, deixam muito a desejar. Sempre tive uma mente muito rápida, e há coisas que me fazem falar rapidamente, sem me importar com a elegância das avestruzes.Dessas que vivem com a cabeça enterrada na areia ou pior, dessas ditas que gostam de nos atirar com areia prós olhos.
É moda xonada que eu faço
É verso no repente que eu digo
Já bebi ouvindo umas modas
Já bati na mesa e dei uns gritos
Aconteceu de surtar e subi a serra, vez ou outra deixar os parente preocupado
Alô parente
Num carece, cê já me conhece, deixa que mais tarde a gente resolve nos berjo e nos abraço
É tudo tão tranquilo, tão forgado
Se ocê bem me conhece
sabe que eu vou padecer
basta ligar o rádio
tocou Jads e Jadson
é claro que eu volto a beber
Então cê pode acostumar
num me pega pelo braço
num me puxa não
deixa eu ouvir minhas moda
beber forgada
e chorar às mágoas de uma velha paixão.
Sou eu quem faço o meu caminho.
Sou eu quem traço minhas trilhas.
Eu decido onde devo ou não ir.
Minhas escolhas, assim como as consequências das mesmas, são exclusivamente minhas.
Não me diga onde devo ir, a menos que eu tenha pedido sua opinião.
Eu nasci para ser livre.
Sou uma mulher forte.
Uma mulher com sonhos em forma de asas, eu nasci para voar.
O local onde estou inserida desde que nasci, aqui onde eu fui criada, é pequeno demais para o talento, a inteligência, a criatividade e o excesso de personalidade que habita em mim.
E por isso eu preciso ir.
Seguir meu caminho.
Eu busco lugares maiores e com múltiplas oportunidades para tudo aquilo que eu quero ser, que eu sei que sou.
Estou indo embora, não tenho data de partida, nem de chegada e não haverá despedidas. Só vou!
Não sou de rotina, não suporto mesmice.
Sou de transformações, de crescimento e boas ações.
Eu sou de sonhos e qualidade de vida.
Sim! Eu quero muito! Eu quero mais.
Vou seguir minha trilha e eu não vou parar de voar até que chegue a realização de todos os meus sonhos. Se me permite e mesmo sem permitir, agora devo ir, tenho um caminho imenso a percorrer e a vida inteira pra sorrir.
Cada passo que dou
Cada movimento que eu faço
Todos os dias toda vez que eu rezo
Eu estarei aqui pensando no dia em que você foi embora
LÁBIOS ARDENTES
Não há como me conter
Ao ver seus lábios ardentes
Pois vendo-os faço-me crer
Que mesmo sendo decentes
Pra mim são vozes clementes
Que me gritam por amor
E este delírio implacável
De abster-me de os ter
Pra mim é doença incurável
Que mais me faz os querer.
Por você me transformo num cara de rua, ou num homem de botiquim, me faco de amante, suportando seus amantes, só pra sua companhia poder ao meu lado ter,
Senti por ti desejos. Desejos explosivos e ardentes. Mais me faço por Indecente. Deixei transbordar em mim todas as vontades. E em desejos por ti. Expus o que sentia. E meus sentimentos já adormecido. Agora só resta a vontade de deslizarem minhas mãos entre tuas pernas com a pele sedosa e macias. E com toda a milícias vou fazer que todos meus anceios se acalme e entre suas pernas descansara. E só assim meu corpo descançara e irá se avança entre as emoção que só deixara o doce do seu sabor. E mais uma vêz irei na loucura outra vez em busca de lhe desejar.
J. A. N
O teu jeito não deixa de ti me livrar, faço de tudo pra de ti me escapar, mais este seu jeito de me embriagar faz em seus pés me ajoelhar, são os teus olhos que vive a me candear, teu cheiro estranhou na minha pele, sintir você é tudo que quero, já perdido estou fazendo loucuras por teu amor, quero você nas minhas noites frias e escuras a me aquecer, ja não sei mais do que por você sou capaz de fazer, escrito por Armando Nascimento
Faço parte de um grupo de pessoas e me sinto ignorado, devo sair? Sim. Faço parte de um grupo e as pessoas me idolatram, devo sair? Sim.Os extremos fazem mal para a alma.(Walter Sasso)
Frustrado Estou perdido,
Sou refem do mundo mantido em cativeiro as portas abertas.
Faço de fato o que preciso mas a muito não o que quero.
Ser alguem pra alguem e ninguem pra si mesmo.
E que Deus me ajude em seu julgo...pois severo comigo Deus é.
E eu sem saber como servir-lhe e servir a eu mesmo...estou atado.
E atado eu, as atas estão frouxas. Me deixando poder correr e errar. E aprender o que ja sei que devo fazer. Mas nao quero.
O pouco basta
O que faço se se contenta com pouco?
Será que tenho o poder de mudar essa sua “concepção”?
A sensação de conseguir proporcionar momentos incríveis a nós, mas não poder é dolorosa!
E por que??
Porque não somos um nós!
E claro, você quer viver o sem graça, o mediano, não precisa de mais nada. As migalhas já te enchem, certo?
Não posso mudar isso, o que me fere ainda mais. Pois não dá pra mudar a mecânica do coração de alguém, aperta uns parafusos ali, afrouxa outros, e como mágica: começa a ver o mundo comigo!
Impossível.
Em vez de deixar de lado, e seguir sem você, prefiro ficar ao seu lado, para caso mude de ideia.
Tolice minha, pois nesse meio tempo fico me desgastando, me humilhando, fazendo todo tipo de reza para que meu fim seja contigo.
Mas vai acontecer!
Não vai acontecer de sermos um nós, não vai acontecer de construirmos uma história, ou um futuro juntos.
Mas vai acontecer de eu te esquecer, te desprezar, e com certeza,
deixar de te amar.
Eu não faço network. Não sou coisa e não me presto a isso. Eu construo laços, afeto, amizade. Isso dura e, esse tal de network me coloca como produto numa relação. Falou isso, me afasto convictamente.
Se você cobra
por tantos sapos,
pelos seus micos
e vira bicho,
eu fico inseto
sobre o que faço...
Mas deixe estar,
sei que não monstro,
no entanto pássaro
a minha vida
a cantar.
MÁGOA DE PAPEL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Faço todo silêncio a que tenho direito,
pra falar sem palavras e nenhum temor,
sobre a mágoa que trago no sótão do peito;
amordaço e não deixo escapar o clamor...
Isso cabe ao papel; nele posso compor
uma prosa, um poema para dar meu jeito
e pintar de magia os contornos da dor;
só chorar solitário, nos braços do leito...
Aprendi esta forma de fluir lamentos;
minha escrita se adorna dos breves momentos
dessa doce utopia de só ser escrita...
Estes versos endossam a minha missão;
dou às pautas os males do meu coração;
suavizo com letras o que sangra e grita...
PREFÁCIO DO QUE FAÇO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Às vezes me sinto incomodado ao escrever sobre temas como amor ao próximo, perdão, justiça, temperança... Reconheço imediatamente que, não tão depois, posso vir a contradizer tudo isso com uma prática desumana. Um não perdoar ou pedir perdão. Com a injustiça, o egoísmo e a indiferença que deprecio em prosa e verso.
Peço ao leitor de minhas páginas, que não me abandone por causa das minhas eventuais contradições. Pode até parecer hipocrisia, mas não é. O fato é que ao escrever como quem o faz para o mundo, escrevo para mim próprio. Tento me transformar em alguém melhor, e ao mesmo tempo, contagiar mais alguém.
PRA SER JUSTO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Faço as contas; desconto meus enganos;
tuas fugas discretas, preventivas,
teus desvios, as rotas de silêncio,
rodas vivas de medos resguardados...
A distância terá que ter cimento;
ferro e pedra; o melhor dos alicerces;
fundamento e sentido indiscutíveis
para minhas razões acumuladas...
Ligo as pontas, abono as coincidências
que minh´alma não pode refutar;
quero mais evidências pra ser justo...
Só apago esta luz sobre quem és
quando até de viés eu puder ver
que me vês como alguém que nunca está...
