Me Ame quando eu menos Merece
O que será de mim quando nem mesmo eu posso suportar o meu desprezo
Para com as exigentes regras da vida, aquelas que mantêm os fracos de espírito encarcerados?
Quando eu esqueci as palavras que lindo sorriso mim disse e que me foram ensinadas?
Vou precisar me arrepender de perseguir minha inexistência e então eu poderei ver pela primeira vez?
Jogue minhas cinzas nas profundezas da minha melancolia
Se não resolver, chame de homicídio.
E se eu envelhecer com nada mais a não ser os feitos e sonhos da minha juventude?
Minha fé estava sempre lá, mesmo sem que eu soubesse no que acreditar
Agora o tempo virou, eu procuro algo real, preciso da minha essência de volta
Soprando com o vento, eu sei que vou encontrar a resposta quando eu souber qual caminho leva pra casa
A sabedoria não vai mudar o lugar em que o sol se põe
Ela só vai ensinar como andar no escuro
Deus quando me escolheu já sabia que eu não seria forte o tempo todo. Sabia que o medo me afligiria quando o vento soprasse contra o minha vida. Que na dor a minha esperança se enfraqueceria. Deus já sabia que a coragem me faltaria quando os desafios batessem na minha porta. Deus sabia também que muitas vezes eu iria recuar aos invés de avançar.
Mas ainda assim Ele me chamou! Porque o Senhor me ama, me entende. O Senhor acredita em mim e não desiste de mim!
Quando eu fui,
Você veio,
E a gente se encontrou
assim:
SEM FREIO
SEM RECEIO
SEM BLOQUEIO
Tinha outro MEIO?
Quando eu comecei a escrever (sempre eu tive o grande sonho de ser escritor de ficção, pobre de mim) eu tinha certeza de que os escritores aqui no Brasil viviam só de escrever. Naquele tempo não havia internet e nos jornais não saiam essas notícias pessimistas. Hoje eu sei que o salário médio de um escritor brasileiro é de R$250,00 (!!!!!!!!!!!) por mês e só meia dúzia de escritores vivem só de escrever. Se eu soubesse disso há quarenta anos eu jamais teria escrito um só verso, um só conto. Perdi mil oportunidades pensando que eu era grande pois eu ganhei uns dez concursos mixos um atrás do outro. Mas é o tal negócio, a gente sempre chega tarde demais às verdades mais simples da vida. O diabo é que ninguém falou pra mim dessa dura realidade na época.
Quando eu comecei a escrever (sempre eu tive o grande sonho de ser escritor de ficção, pobre de mim) eu tinha certeza de que os escritores aqui no Brasil, milhares, milhões, viviam só de escrever. Naquele tempo não havia internet e nos jornais não saiam essas notícias pessimistas. Hoje eu sei que o salário médio de um escritor brasileiro é de R$250,00 (!!!!!!!!!!!) por mês e só meia dúzia de escritores vivem só de escrever. Se eu soubesse disso há quarenta anos eu jamais teria escrito um só verso, um só conto. Perdi mil oportunidades pensando que eu era grande pois eu ganhei uns dez concursos mixos um atrás do outro. Mas é o tal negócio, a gente sempre chega tarde demais às verdades mais simples da vida. O diabo é que ninguém falou pra mim dessa dura realidade na época.
Sentido
Seguindo a vida eu vou
Parando quando necessário
Parando a toda hora
Na duvida entre o amor próprio
E o amor do próximo
Lendo livros de todos os temas
Teorias
Poemas
Pensando a respeito:
É mais vivo quem vive?
Ou aquele que realmente viveu?
Respeitando os que nos desprezam
Desprezando o respeito
Indo a favor de tudo o que vai contra meu antagonismo
Contradizendo minha coerência
Humanizando a minha existência
Quando eu estive colaborando com o conselho tutelar do menor, na grande maioria dos casos quem precisava de tratamento eram os Pais, ou seja , a criança inocente sinalizava com o seu sofrimento a doença dos adultos.
Quando eu negocio a minha essência diante das propostas indecentes da vida, simplesmente mato o meu interior aos poucos. Vou morrendo aos poucos sem ao menos perceber, aos poucos vou deixando escapar pelo ralo todo rico ensinamento familiar. O fato é que, definitivamente não vale a pena deixar de ser pra ficar experimentando o sabor amargo das circunstâncias.
Sabe o que eu acho triste de verdade?
Quando um prisioneiro perigoso escapa da prisão e todo mundo fica pensando no perigo
que isso é para a sociedade e esquece totalmente do pobre e solitário colega de cela que ele deixou pra trás.
Mora em mim um bichinho ruim que rói o meu crânio em vida, quando eu olho para a janela do meu quarto o imagino sendo eu olhando pela janela do quarto. E o bichinho sente que tem um olho gigante na sua janela, o bichinho sabe que é ele sendo eu e eu sei que sou eu sendo ele. Agora sem nenhum medo eu deslizo os meus dedos no teclado como se fossem teclas de piano, eu vejo a minha maldade tão pintada se expondo dentro da casa. Ela sente o que eu sinto e sabe meus pensamentos. Roemos as unhas em um desespero arrasador. Agora com medo de uma loucura iminente eu teclo rápido nas falsas teclas de piano para dizer que eu te amo. Sem virgulas, leia depressa a loucura já deve ter chegado, daqui para frente tudo poderá, eu te amo, eu não sei se já disse, eu não quero reler, não quero ver o passado nem usar pontos, aquele ponto que chegamos ao fim, meu trauma, a felicidade de te deixar, a dor na felicidade, Odete morreu se debatendo em dores, era o ganço branco, eu morrerei me debatendo em arrependimentos, sou o ganço negro, eu não quero usar o ponto, mas agora é necessário para que me entendas. Foi uma noite conturbada, aquela em que te escrevi. Eu não estava sozinha em casa nem em mente, pensei ter um bichinho ruim que mora na minha cabeça. Uma tolice. Aqui vai algo que te escrevi com toda sinceridade que uma alma pode ter: Cuidado com o bichinho ruim, ele te ama.
Eu vou te amar sempre. Quando este cabelo vermelho ficar branco, eu sempre te amarei. Quando a macia suavidade da juventude passar a ter a delicada suavidade da idade, eu ainda vou querer tocar sua pele. Quando seu rosto estiver cheio de rugas de cada sorriso que você já sorriu, de cada surpresa que eu vi piscar através dos seus olhos, quando cada lágrima que você já chorou deixar sua marca em seu rosto, eu vou estimá-la ainda mais, porque eu estava lá para ver tudo. Vou compartilhar sua vida com você, Meredith, e eu vou te amar até o último suspiro abandonar o seu corpo ou o meu.
Eu descubro muito sobre mim mesmo, dormindo. Sonhos, eles são quem eu sou quando estou muito cansado para ser eu.
Quando eu era criança, morava em uma cidadezinha do interior, caminho do Paraná. Cresci indo todos os domingos à igreja presbiteriana com minha família. Minha mãe era costureira e fazia as camisas e calças do jeito que eu queria, meu pai era músico e tocava no coreto da praça principal, saíamos da igreja e íamos espera-lo terminar o concerto. Eu me lembro da primeira vez, eu assistia meu pai e eu estava comendo pipoca com pimenta com os meus cabelos penteados, com a minha camisa alinhada ao lado de minha mãe e meu amigo, depois meu pai vinha e íamos felizes para casa assistir uma série que ele gostava muito, você nem vai se lembrar, é muito antigo: Cyborg o homem de 100 milhões de dólares...rsrs ...aí orávamos e íamos dormir, as luzes se apagavam e o domingo terminava, era sempre assim!
Você tem os olhos cheios de esperança
De uma cor que mais ninguém possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui
Eu já li os teus olhos nas fotos, são negros e brilhantes, porém oblíquos e dissimulados...
Eu vivi esse tempo, quando o sol quer raiar, mas a neblina o esconde, o amor me avisa que a saudade vai longe ...
Lembro-me do pão caseiro feito com carinho pela minha mãe, da manteiga derretida e do café quentinho, com o leite trazido pelo leiteiro em uma garrafa verde deixada à porta, das carroças de cavalos com sininhos no pescoço, dos caminhões cheios de boias frias que passavam em direção à roça, de meu pai me levando de bicicleta para a escola e eu brincando com a fumacinha de sereno na boca, das brincadeiras no recreio, do sinal da sirene que berrava quando a gente corria e escorregava na escada, das brigas da saída na calçada...
Do apito do trem chegando à estação, lembro-me de você e fico triste, enfim, me alegro com as notas tocadas naquele sax prateado naqueles anos dourados...
Eu amo quando de todo seu tempo do mundo, um só segundo pode ser meu...
É quando você lembra de mim e me diz "Bom dia", sabia!?
Fiz as contas de quantos segundos eu penso em você por dia...
São exatamente 86.400 segundos.
Tem coisas que não dá pé, um beijo, uma carícia ou um cafuné... Mas eu amo quando você me dá atenção, uma resposta ou um pensamento, talvez uma vontade de dizer algo que não pode naquele momento...
Eu me debruço em cada palavra escrita sua, eu imagino suas mãos, suas unhas... Qual será a cor!?
Eu beijo seu nome por amor...
Cada mensagem penetra no meu coração...
Quer saber!?
Eu curto você toda hora!
Eu sinto calafrios percorrendo todo meu corpo...
Com carinho, com malícia...
Eis aqui o que eu penso de coração dos políticorruptos desse país:
Quando falamos de "bosta" é muito difícil diferenciar se uma é meno fedorenta de outras... Sempre bosta é e como tal tem que ser tratada.
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