Me Ame quando eu menos Merece
Só queria te amar e te fazer feliz pelo menos uma noite, depois disso o mundo poderia acabar que eu não me importaria, pois já teria cumprido minha missão.
Logo eu que nao acreditava
odiava fugia
quem menos merecia
quem nao suportava
quem via espinhos
onde so existia petalas de rosa
quem tentou fugir correr
com medo de se iludir
logo eu fui quem mais chorei
tentei esquecer
fui quem mais se feriu
Sou menos visual
e excessivamente sinestésico
nada me exita o que vem
pelos olhos,
eu quero tudo, sempre...
Não me preocupo se ficam felizes ou tristes as pessoas que eu ajudo. Me importo em pelo menos tê-las ajudado pois é o que importa.
“Eu poderia me viciar em qualquer droga, menos em uma pessoa, e adivinha… Me apaixonei por ela. Pessoas tem sentimentos diferentes, vão e vem a hora que querem sem querer saber se você vai ter abstinência ou não na ausência delas, por isso se viciar em uma pessoa é difícil, é amor.”
Hoje foi uma respostas...
Tudo é ...
Eu e você apenas somos...
Uns dias mais outros menos...
Então amanhã seremos...
Você e eu ....
Sempre.....
Acho que eu estava com mais ou menos três anos de idade. Certo dia, aproximei-me da minha mãe aos prantos.
- O que foi? – perguntou-me ela, preocupada.
- Pi-mi-ga, mamãe! – respondi, mostrando o vermelho que a cabeçuda tinha me deixado na perna.
- A mamãe vai bater na formiga! Ora, formiga boba! Machucando meu bebê!
- Não pi-ci-sa! Eu já arranquei as zoleia dela! – surpreendi minha mãe, trazendo nas mãos a cabeça da formiga, que eu confundira com suas orelhas!
"Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar."
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
De uma coisa eu tenho certeza: enquanto houver um sorriso, nem que seja ele ao menos de leve em meu semblante, ainda haverá esperança.
Se sou um cruel satirista pelo menos eu não sou um hipócrita: Eu nunca julgo o que outras pessoas fazem. Nem um político, nem um padre, eu nunca censuro o que os outros fazem. Nem um filósofo, um psiquiatra, eu nunca incomodo tentando analisar e resolver meus medos e neuroses.
Eu devia ter sido menos egoísta e reatado o nó,
mas no milésimo de segundo que a solidão se tornou
eu abracei o caos que já morava e o caos me abraçou de volta,
e pra falar a verdade, a dor foi bem real, ate palpável,
e se você quiser saber, ódio, cresce ódio dentro de mim agora,
como o único filho que você me deu, herdeiro de uma historia mal escrita,
estava escrito nas estrelas que pra mim seria uma noite de cão,
não sou forte pra parar a infecção dos meus olhos, o sonho avermelhou-se,
nos somos o aborto do amor que gestamos prematuros de nossas próprias gestações,
juro a qualquer deus que tenha me feito de barro, "segura minha mão antes que possessa ela erre em odiar", debata-se ate apagar, debata-se ate apagar, debata-se ate apagar, debata-se ate engolir aquelas frases guardadas,
debata-me ate sumires com o olhar amargo estampado na minha cara de cão raivoso.
Eu estava te olhando hoje e me perguntei que tipo de coisas passam pela sua cabeça. Você ao menos sabe? Ou é daquele tipo de rapaz que sai de casa apenas para respirar ares diferentes e nem pensa direito? Não, nem precisa responder. Eu notei já. Você sabe usar as palavras, mas não sabe colocá-las em prática, não sabe o que sente, e nem como saiu da balada. Tem noção de como tomou o rumo de entrar na minha casa, no meu coração, nos meus textos? Não tem. Você não sabe o que fazer, João. Eu sei que pensas em desistir de tudo e que fugir sempre foi teu desejo insano, escondido na parte inconsciente que nem você reconhece. Sei do teu mal gosto em se vestir, mas sempre compra o que a vendedora recomenda, porque sei também que você liga pro que os outros pensam. É, João, eu sei desse teu medo de ser julgado, de falar o que pensa mesmo, e por isso espalha pros teus pseudo-amigos que nunca pensa em nada, na verdade. Tem medo do que dirão se soubessem do teu lado romântico e que só sai pra balada e “pega” alguém por ser cabeça fraca. Você se deixa levar e agora nem sabe pra onde o vento está soprando. Eu quero te mostrar o que você não viu, João. Me deixa te mostrar um quadro naquele museu, que aliás, eu prometi te levar no mês passado, mas esqueci e você finge que não liga. Acha que por ter essa barba mal-feita e esse rosto de confiante, pode me enganar sem antes entregar o que sente só pelo olhar. Você notou que desvia o olhar? Não consegue nem me olhar fixamente por meio minuto porque sabe que eu te desvendo e você se sente incomodado por isso. Sabe que eu posso te mostrar o lado bom da vida, e que irás perder o costume desse lado “ruim-meio-bom”, que eu posso ir embora e você não saber se virar sozinho, mas já sabes, caramba. Só não se tocou. Pensa bem. Fingir ser forte, acaba te fortalecendo, de alguma maneira. Você sabe disfarçar o que muita gente não sabe, mas disfarçar sempre é desespero, João. Eu vejo isso nos teus olhos também, assim como eu vejo a forma que você me olha, mas muda o foco dizendo da garota do fim de semana que não te entende, mas que te dá prazer. E se esquece da nossa experiência no começo do ano, que você disse que nem uma morena de cabelos compridos faria melhor do que eu fiz, e me tornei inesquecível em apenas uma noite.
Crio momentos, que eu queria ser só mais um comum. Como nesse. Para poder ao menos chegar perto de ti, sem fazê-la sentir medo da minha língua afiada e dos meus mapas de ti.
Eu esqueci, ou ao menos, achei que tinha esquecido
Mas de repente entra alguém com aquele perfume maldito
Que eu tinha quase esquecido, e percebo que um ano inteiro tentando te esquecer foi em vão.
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