Me Aceitar do Meu Jeito

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Recuso-me aceitar
★...Que sou uma flor
No meio das silvas
★...Escondida entre
Os meus sonhos.

Acreditar é fácil, entender é difícil e aceitar as vezes é complicado!

Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”

O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).

Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.

O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.

De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.

Então você se agarra a última esperança, porque desistir é aceitar que acabou.
E aquele querer continua tão grande aí dentro, que se você tentar matá-lo, vai acabar morrendo com ele.
Aí você finge que esqueceu, enquanto espera a hora certa de entrar em cena, e mostrar pro mundo, quem é a ‘mocinha-protagonista’ da história daquele moço.

Quando a queda é num abismo muito grande e a gente se recusa a aceitar o tombo, aprende a voar...

Deus me dê serenidade
para aceitar aquilo que
não posso mudar;
aceitando este mundo
corrompido exatamente
como ele é.
Confiando que Ele agirá
certo se eu me render a sua
Vontade, o que posso ser
feliz nesta vida, e
extremamente feliz com Ele
em outra vida. Amém.

O objetivo da religião é fazer o povo aceitar, passivamente,os infortúnios da vida e acreditar que Deus possa resolvê-los.

Quer dizer anular completamente a vontade. Aceitar que nossa natureza mais íntima é uma luta implacável, que esse sofrimento está em nós desde o começo, e que somos condenados por nossa própria na tureza. Quer dizer que precisamos primeiro entender o nada essencial desse mundo de ilusão e depois procurar uma forma de negar a vontade. Schopenhauer fez evitando o mundo do desejo.

Seja mulher para aceitar que o passado não volta e o futuro você deve escrever.

"Não me permito aceitar o mínimo de alguém, desde o dia em que descobri que eu sou o máximo!!!!!"

Nem sempre as pessoas são como agente gostaria
que elas fosem mas agente tem que aceitar as pessoas como elas são,e assim vamos vivendo melhor com as pessoas indiferentes .

Loucura maior seria aceitar viver sem você.

Amar é
procurar nos defeitos, a singular beleza
aceitar o diferente, e fazê-lo um igual
É sorrir junto no choro
e chorar junto na alegria.
Amar é admirar o outro
e muito
e sempre.

"Teimoso demais para aceitar que é “assim e pronto”.
Seguro de minhas convicções para mudar apenas com o intuito de agradar alguém.
Vivo aprendendo, aprendo vivendo, me divirto com meus erros e acertos.
Sou acompanhado de certezas e duvidas e trago comigo o entendimento de que para sempre, só existe a mudança".

"QUANDO A GENTE QUER ACERTAR, A GENTE TAMBÉM ERRA. Aceitar isso faz parte do nosso processo de crescimento... na vida."

A racionalidade da vida se dá pela inconsciência irracional de aceitar e ser o que se é.

A felicidade é um hospede discreto, que só se percebe quando está de saída.


E se vc aceitar o amor de um violeiro o seu coração vai ser meu paradeiro eu e a viola e uma eterna canção.

As pessoas tem que aceitar você , como você é. Mas lembre-se, que ninguém é obrigado a aceitar um desrespeito seu, de qualquer natureza...

Oh, irmão eu não consigo, eu não consigo aceitar
Eu tenho tentado te alcançar porque eu não sei o que fazer
Oh, irmão eu não consigo acreditar que isso seja verdade
Eu estou com tanto medo do futuro e eu quero conversar com você
Oh, eu quero conversar com você

Como é dificil aceitar que o tempo passe
sem que nos espere fazer tudo que queremos
antes que ele termine...