Matar
Pão
As migalhas de Pão
Eu como em vão
Pra matar a fome
Distraio a mente
Que mente pra agonizar
Pois já me usaram por inteiro
Um erro
E só me sobram migalhas
Espalhadas
E a fome que sinto
Sobre elas minto
Sabe quando você vê aqueles casais irritantes na rua tomando sorvete e fica com vontade de matar? A gente era esse casal.
Sempre chega o tempo, no qual o cara não pode se vingar, não pode matar, nem reclamar: está refém...
E diante de tudo que acontece, mesmo assim, ele, a tudo assiste e percebe, que é ele quem não pode errar; porque a ele é proibido errar, desistir ou confessar que perdeu;
É aquele tempo em que ele se confronta, depois de tanta provação; e fica se vendo, estupefato, se encarando, nos limites de sua própria fé. (Victor Antunes)
Fui eu que escolhi morrer sozinho,
Fui eu que escolhi a dor,
Fui eu que preferi matar meu coração,
Nunca teve a ver com ninguém,
No fundo, sempre foi minha vontade.
Eu nunca vou se Matar, kkkk mais fácil eu matar e não vou sujar minhas mãos com lixos iguais vocês, é melhor eu ir embora e assistir o julgamento de longe, vai ser é gostoso!
Lavei meu rosto nas águas sagradas da pia
Eu já tô pronto pra matar meu leão do dia
Deus abençoe nós
E a nossa correria
Você pode se matar de treinar, pode sacrificar sua vida por esse esporte, mas nada garante que você vai se tornar um campeão.
“Para matar a sua sede o corvo usa as pedras encontradas pelos caminho para elevar o nível da água até que ela esteja ao seu alcance.
Assim você deve fazer com os seus sonhos, quem deve colocá-los ao seu alcance é você.”
"...os loucos amam perdidamente e são capazes de tudo, principalmente matar e morrer por aquilo que amam, sobretudo, por aquilo que acham que amam, ainda que a pessoa transformada em objeto amado não valha nada".
Quantos são, os que nos tiram a vida sem matar. Limitam nossas possibilidades, ou sufocam nossas capacidades com descaso e nos prendendo em suas rotinas tediosas.
Tardinha de verão
Fui à fonte beber água
Matar a sede de vida e de conexão
Vi a natureza fazendo um ato de gratidão
Que lavou e levou a minha bacia de mágoas
A fonte de água cristalina iniciou a exibição
Um espetáculo sem ensaios nem projeto
Acontece no palco tendo o céu como teto.
No momento do dia que é só de fascinação
Não sei se tem algum maestro a dirigir
As mãos em concha sorvo água e me delicio
Fim de tarde de verão a hora que mais aprecio
Uma magnífica apresentação, parei para aplaudir
Não sei se cantam ou tocam, sei que é divino.
Agradecendo ao Criador com uma bela sinfonia
Uma orquestra de cigarras entoa sonora melodia
A vibração final é o voo de um colibri dançarino
Pela graça de receber esse afago que descortina
O marulhar da água fresca e pura da fonte
O sol que morre de mansinho no horizonte
A música que nana o dia que em paz culmina
Concluí que
Somos uma célula de um só corpo vibrante
Tudo é de todos e viver é cuidar e depender
Ser é um estar presente e pertencer
Que estamos por aqui sempre e durante
"o Ódio e o Amor ...
por ódio certas pessoas são capazes
de matar...
por Amor
certas pessoas são capazes de matar
e tirar sua própria Vida"
