Matar
Libriana
Procuro uma libriana
Pra curar meu coração
Pra matar o meu desejo
Meu sonho, minha paixão
Procuro uma libriana
Pra aumentar o me astral
Pra ficar feliz e não quebre
O cristal
Pode ser Ana, Denise, Elizandra
Joyce, Ângela, Renata ou Giovanna.
Pra ficar feliz e não quebre
O cristal.
Você acha que eu sou assim? Se ligue... eu sou apenas um demônio viciado em matar e louco por sangue. Mesmo que tente fazer algo contra mim, eu irei atrás de você, não importa aonde. Eu sou seu maior medo, materializado na forma de carne.
Retornar a um
relacionamento
mal curado,
por carência
ou conveniência
é, o mesmo
que querer matar
dois corações
com uma
pancada só...
Eu nunca falei
do meus
sentimentos
da boca pra
fora.
Na verdade
eu quase
nunca falo
dos meus
sentimentos.
Escrever
é muito fácil.
Não tem
destinatário...
Sempre tentei
compreender
o que estava
sentindo
e, somente em
casos muito
especiais,
externá-los.
A meta é
sempre ser
o melhor.
Nem sempre
posso ser inteira
como gostaria,
mas sempre doo
a minha melhor
metade,
que também
pode ser
o inteiro que
eu tenho...
Causar
desafetos
me afeta.
Me inquieta.
Principalmente
se for a alguém
especial pra mim.
Mas eu sei
de mim:
eu não preciso
provar nada
pra ninguém.
O Universo
que me sonda
e conhece as
minhas intenções
e o meu coração,
é o mesmo que
te conhece também.
Minha alma
é limpa
de qualquer
trama maldosa.
Mas não estou
livre de cair
nas ciladas
que armam
contra mim.
É difícil sentir!
Só o corpo sabe o quanto sede
Só eu sei o quanto suporta pra matar a sede
Sei que a casa cobra aposta sempre de quem perde
Mas hoje eu to no jogo e os peixe vai pula NaRede
vou cair no mar vou cair no mar
Nunca, de maneira nenhuma, pare de sonhar, porque a realidade ultimamente, está de matar, literalmente ...
O amor é como uma dor
Machuca sem deixar cicatrizes
Nos mata sem matar
O por que desse amar?
O amor é como uma doença
Doença sem remédio
Pode nos deixar de cama
A única cura é dizer que me ama
O amor é como um castigo
Castigo sem perdão
Pago minha pena
Com dor no coração
O amor é como um sacrilégio
Nada é tão profano
Mas no amor não existe pecado
Por isso te quero sempre ao meu lado
Até entendo Santos Dumont que se matou pois oque ele fez foi usado para matar,só não intendo por que as pessoas fazem isso apenas por amar.
Sorrio porque quero te ver feliz,
Te abraço pra matar a saudade,
Porque ha em ti um brilho único,
E nos teus gestos um carinho inesplicavel.
Quando eu vejo o horror da humanidade, penso em me matar, porque sei que jamais poderei enforcá-lo para sanar minha ânsia.
Eu gostaria de ter uma arma,não para matar, mas para ressuscitar, aqueles que morreram para tentar manter a paz !.
Vai ter um dia. um dia que eu vou acordar no meio da noite, matar todo mundo, fazer um chá e voltar a dormir.
A saudade dos olhos...
Às vezes, tudo o que a gente precisa é matar a saudade dos olhos. Quando já não cabe mais o toque, o tom, a voz. Quando o corpo ainda quer, as mãos ainda sentem e a boca ainda saliva...mas, ainda assim, a razão diz que não. Quando não há música, fotografia, aquela camisa dele que ficou, a lembrança mais doce dos dias de sol...quando nada disso faz desacelerar o coração que bate incansavelmente ao simples recordar...é nessa hora que os olhos sangram. Sim, porque o coração já sangrou faz tempo. A saudade dos olhos é, acima de tudo, pura, casta. É uma vontade incontrolável de, apenas, ver. Ver de longe, por entre brechas. É, por instantes, sentir de novo. Reviver. A saudade dos olhos talvez seja a saudade da alma, que não precisa de um meio físico pra sanar. Talvez seja apenas energia. Recarga. O que de verdade se sente é um sossegar embriagante. Uma entorpecência eufórica. Os olhos buscam alimento pra alma. A alma parece aquietar-se dentro do corpo. O corpo obedece à razão...mas o coração...ah, esse, involuntariamente, não! Porque o que os olhos veem, o coração, pesarosamente, sente.
