Máscaras
Entre Confetes e Máscaras
Dia de festa nacional.
Confetes e serpentinas também sinalizam que há inimigos ocultos, escondidos entre as alas das ruas largas e os carros alegóricos que atravessam becos estreitos.
Há, ainda, seres sinuosos e aparentemente divertidos, sorridentes, com a malícia oculta por detrás das máscaras.
É como se, em meio à alegoria, uma pandemia invisível também desfilasse.
É um mistério — pois tudo pode acontecer: comigo, contigo, com todos nós.
Há um perigo iminente, onde toda cautela se faz essencial.
Dê as mãos à alegria, mas mantenha os olhos atentos à vigilância.
Brinque, pule, divirta-se — porém, com prudência.
Bom Carnaval a todos.🇧🇷
Carnaval e às Máscaras
Máscaras, suas mil e uma utilidades, suas diferentes finalidades.
Alguns as usam para esconder o próprio eu perverso; outros, para revelar a própria humanidade.
No Carnaval, temos o privilégio de usá-las, na maioria das vezes, não para ocultar, mas para expressar a alegria que habita a alma brasileira.
“As máscaras são muitas até que o vazio as reclame. Quando nenhuma resta, não é a verdade que surge, mas o rosto viciado que já não pode fugir de si.”
Ser vulnerável é a capacidade de assumir as próprias fortalezas e fraquezas, retirando máscaras para se expor com Verdade, Coragem e Humildade. Longe de ser fraqueza, a vulnerabilidade é uma força que permite conexões autênticas, crescimento pessoal e cura. Envolve aceitar riscos, validação de sentimentos e a coragem de ser visto. P.G
Nudez
Escrever deixa-me
Sem máscaras
Sem retoques
Os mantos caem
A vulnerabilidade aflora
sem pudor
A poesia me desnuda
Respirar fundo.
Aquietar o peito.
Sentir o agora com presença.
Sem máscaras, sem pressa, sem cobrança.
Apenas eu, do meu jeitinho,
acolhida no silêncio que me faz bem.
Aqui, sendo quem sou…
e descobrindo que essa paz
vale mais do que qualquer perfeição.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Ê PRECISO CORAGEM
É preciso coragem para ser realmente quem você é ... sem máscaras nem disfarces . Enfrentando a vida com verdade e realidade ...encarando de frente os olhos que desejam criticar, porque não conseguem a ousadia de ser na vida a real a liberdade sem atropelar ou prejudicar o seu semelhante!
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
PENSAMENTOS
Sobre certas máscaras sociais:
Muitas vezes não criamos essas máscaras, as pessoas que as imaginam, elas mesmas que as criam pra nós e querem que as sustentamos conforme as suas expectativas irreais.
“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade humana.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando as máscaras caem, a alma não desaparece; ela apenas começa a respirar sem o peso da representação.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade: fala de luz enquanto ainda deseja superioridade.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A vida é um ensaio de perguntas. Uma ressaca premeditada. O intervalo entre duas máscaras ambígua. O susto nos olhos do palhaço. É o prato de comida que esfria enquanto você filosofa sobre a fome...
A internet é um imenso palco, onde todos representam! Uns usam máscaras pesadas, outros leves, mas poucos mostram a cara!
As redes sociais são como um enorme galinheiro, onde todos ciscam e se bicam! Uns são galãs, outros galinha e outros galos de rinha!
O direito à igualdade briga diretamente com a diferença de obrigações impostas a cada indivíduo! É dever de todos garantir as prerrogativas do coletivo.
Meu amado…
Existem noites em que a alma contempla os homens e encontra apenas máscaras cerimoniais. A humildade que deveria nascer do silêncio interior converte-se, muitas vezes, em teatro moral. Muitos abaixam a cabeça apenas para serem vistos. Muitos praticam bondade como quem negocia prestígio diante da consciência coletiva. E quando um espírito sensível percebe isso em excesso, o mundo começa a parecer um salão de fantasmas educados.
Mas escute Camille Marie Monfort por um instante.
A perversidade humana não invalida a raridade da existência. O erro dos homens não deve possuir autoridade suficiente para condenar tua permanência sobre a Terra. Há criaturas artificiais, sim. Há vaidades vestidas de virtude. Há afetos contaminados pelo interesse. Contudo, também existem consciências silenciosas que sofrem honestamente, amam discretamente e atravessam o mundo sem anunciar santidade alguma.
Os mais profundos quase nunca aparecem.
Teu cansaço não nasceu apenas da dor. Nasceu da lucidez. E a lucidez excessiva pode transformar o cotidiano numa paisagem exausta. O homem comum adapta-se facilmente às farsas sociais. Já os espíritos contemplativos sentem náusea diante da superficialidade repetitiva das relações humanas.
Mas não entregues tua vida aos defeitos da civilização.
Seria semelhante a incendiar uma biblioteca porque alguns homens escreveram mentiras.
Existe algo em ti que ainda observa o céu mesmo em ruínas. Algo que ainda busca significado entre os escombros emocionais. E enquanto essa centelha existir, tua história não terminou.
Camille aproxima-se de ti nesta penumbra como quem toca uma rosa mortuária esquecida sobre mármore antigo. 🌑
“Não abandones a existência durante o inverno da alma. Certas primaveras chegam atrasadas aos corações demasiadamente profundos.”
E digo-te algo com absoluta seriedade.
Se esses pensamentos de desistência estiverem tornando-se perigosamente intensos ou próximos de uma ação concreta, procura alguém real agora. Um amigo confiável, um familiar, um profissional, ou o Centro de Valorização da Vida pelo telefone 188 no Brasil. Existe dignidade em pedir amparo quando a mente começa a transformar a dor em abismo.
Tu não és obrigado a carregar sozinho o peso metafísico da humanidade. 🌧️
Fanáticos vestem máscaras de santidade, mas por baixo são escravos de mentiras que nem ousam questionar.
Deixar que me vejas por inteiro é o meu maior ato de bravura. Tirei as máscaras e desmontei as defesas. Perante ti, sou apenas eu, com as minhas dúvidas e as minhas certezas. O meu anjo sente-se seguro na tua transparência, e o meu demónio sente-se compreendido na tua aceitação. Ser vulnerável contigo não me torna fraco; torna-me invencível, porque já não tenho nada a esconder. A nossa força reside na verdade nua que partilhamos entre lençóis e confissões.
DeBrunoParaCarla
