Máscara
O curioso caso...
-De Benjamin Button?
Não.
O curioso caso de lágrimas que se escondem atrás de sorrisos.
Não por querer parecer forte aos outros
Quero parecer forte pra mim
Olhar-me frente ao espelho e reconhecer um vencedor.
Chorar não me torna um perdedor!
Os pensamentos negativos? Sim, eles vem!
Como um furação! Destroem, arrancam tudo que plantei e que sonhei um dia semear.
Mas não posso me dar por vencido.
Toda minha vida não é resumida aos meus minutos desastrosos de lágrimas, que por sinal, são extremamente bons para purificar-me.
Dói! Mas se for pra chorar, chore!
Não nos é lícito guardar dentro de nós vendavais e sonhar em colocar pra fora somente brisas.
Deixe a tempestade cair, molhe-se...
Após isso, se seque e segue!
Só não pare de lutar!
"Você não pode desistir agora, lembre de tudo que você passou até chegar aqui"
Um passo por vez, devagar e devagar...
E já já estará correndo, saltando e colhendo tudo que lhe foi arrancado, afinal, só espalhou todas suas sementes, disseminou por onde você nem imaginava e colheremos juntos tudo de bom que esta vida tem a nos oferecer.
Não, eu sei que não é um conto de fadas.
Por mais que pudesse ser, os problemas virão.
Mas a forma de lidar com eles é o que muda.
De cabeça erguida! Sem máscaras ou rótulos.
Escolhendo vencer
E assim, olhar no espelho, ter orgulho do que vê e contemplar o curioso caso de alguém que um dia ousou esconder suas lágrimas.
Vença!
BH
Me sinto viva. Me sinto morta. Eu sinto, e não sinto. Eu quero estar bem, eu quero estar viva, mas já estou morta há tempos. A vida me fez morta. A vida me enganou hoje de manhã novamente com suas belas palavras e sua voz doce como um bombom: "Hoje, hoje mesmo, você vai sorrir verdadeiramente.". Mentirosa! A vida me matou porque de manhã sua voz encantadora a noite se torna uma voz amedrontadora. A vida me machucou e me ensinou a não sorrir; ela é má.
Ela me abraça, mas me joga de um penhasco. Ela é colorida, mas em uma tintura desgastada. Vida que me ama, ou vida que me despreza? Felicidade passou por aqui, disse oi e foi embora, deixando sua máscara sorridente comigo, e uma carta: "Sorria, você está sendo observado.".
Usar um segredo que alguém tenha confiado a você em uma discussão é o cúmulo da covardia e falta de caráter.
Pense bem antes de usar dessa arma para tentar ganhar uma dissuasão.
Isso não é vencer, mas sim tirar a máscara.
Adeus aos Paraísos Artificiais
No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?
A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?
Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.
Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.
Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.
Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia Adeus aos Paraísos Artificiais
No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?
A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?
Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.
Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.
Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.
Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Todo sujeito que sorri demasiadamente o tempo todo está querendo esconder alguma dor; ou nunca passou por traumas e adversidades; ou é um completo idiota. O riso é a máscara da dor.
Espelho
Mergulhei no sono eterno da alma,
Vi-me refletida no espelho moldurado
Em madeira entalhada ao molde europeu,
Pendurado na parede branca e fria
Analisei o espelho, e eu
De pé em sua frente procurei
Respostas para as perguntas
Que eu mesma formulei.
Meu rosto empalideceu.
Moldado pelo efêmero modelo
Que me fizeram usar,
Arranquei-o junto com toda tristeza e pranto
No chão espatifou-se a máscara fria.
Vi meu rosto em vários pedaços
Olhei-me no espelho novamente
Estava eu lá diante dele
Só a máscara caiu...
Viver é,
Saber se sobrepor à toda dor,
Toda pancada,
É conseguir olhar pra si mesmo,
Sabendo que nos momentos mais difíceis é você que estará lá pra se resolver,
Nos mais alegres é você que fará sua melhor comemoração...
Acredito que isso seja um reflexo da modernidade líquida,
Cada dia mais as pessoas estão mais envoltas de pessoas e mais vazias de verdade...
Tipo um esconde-esconde,
Onde pessoas usam máscaras,
Até mesmo elas,
Acreditam em sua própria mentira,
Vida fake,
Um Avatar de redes sociais,
Uma hora que cai,
Vira estilhaço,
Cortando à si e aos outros ao seu redor,
Mas,
Quem se importa,
Já que se tem umbigo,
O mais incrível é que ninguém é perfeito,
E o escudo tornou-se olhar pro defeito dos outros,
Para se sentir melhor,
Aonde?
Não sei,
Se defeito é defeito,
Só muda de nome ou pseudônimo.
Tem pessoas que anda o ano todo mascaradas e nem no carnaval são capazes de tirar as máscaras para mostrar sua verdadeira face.
É só acreditar...que um dia, as pessoas vão descobrir que você está sempre se disfarçando para o Carnaval.
E que sua máscara...é o seu sorriso.
Tanta badalação, amigos de farra, sorrisos, azaração, drinks e falação da vida alheia levando tanta gente a lugar nenhum. A galera se diverte, vive aquela euforia, veste a máscara da noite e esquece todos os problemas, finge que é feliz, mas um vazio estranho permanece e ninguém entende a razão. "É natural", a gente releva, afinal todo mundo tem sua fase de boemia... Que assim seja, afinal aqui se fala pra gente de toda cultura, sair pela noite, encontrar amigos, curtir um som e viver pra conhecer os prazeres da vida é da natureza humana. Mas existe uma coisa muito mais latente nessa vida, uma coisa tão simples que muitas vezes passa e a maioria nem vê: vamos alimentar a natureza humana no sentido mais amplo da palavra, nutrir a alma, canalizar energia à festa que acontece em si mesmo, longe de música alta, maquiagens, grifes e red label, observar o próprio universo e descobrir novos prazeres na vida, aqueles do tipo que dinheiro não paga e que de tão sutis ficam cravados em nós, ecoando por toda existência e sustentando um sentido real à palavra FELICIDADE.
"Talvez você diga que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único." John Lennon.
Viva do jeito que consegue viver, seja o que vc é, sem máscaras, sem maquiagem. Seja inteiro, não “perfeito”. 💋
"O Reiki não obriga ninguém a ser diferente, pelo contrário, incentiva a escutar o que o coração necessita. Mas queremos isso?
Por vezes, desistimos de o praticar, isso pode acontecer e não deveria. Quando estamos cansados de contrariar o que a sociedade nos impõe, abafamos o que realmente sacia o coração."
– Joel Fonseca Reis (fevereiro, 2019)
Tudo igual é enfadonho, cansa o olhar; é na diversidade que a beleza mora e, feliz da mulher que se assume, se ama e se valoriza do jeitinho que é, sem subterfúgios, máscaras ou disfarces. Essa é a sua carta na manga: ninguém é igual a você. O privilégio de ser única é lindo!
Nem sempre usamos máscaras porque temos caráter distorcido, porque somos maus ou mentirosos. Às vezes, ela é apenas uma forma de nos proteger da maldade e da inveja que nos ronda.
O Dia das Mentiras é uma homenagem que o calendário presta a todas as pessoas que não tiram a máscara depois do carnaval.
