Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
Comparo o amor de Deus como a Gota do orvalho, não se explica, percebe-se. Tal amor é como o vento, não vemos, mas sentimos. É como o cheiro de uma rosa perfumando nosso coração. É como o som de uma canção envolvente. Penetra até o profundo da alma e acalanta e liberta o coração preso num mundo de trevas e sem paz. Um amor puro e fiel
Em um belo dia, em um bom estante, no momento certo da vida, aprenderemos a não ser como os outros querem que sejamos, mas seremos apenas um "EU no mundo". E esse "EU no mundo" pode fazer toda a diferença, dentre tantas adversidades existentes.
Ensinar HISTÓRIA não requer apenas domínio de conteúdo, mas também a sensibilidade sobre a realidade existente no qual se ensina. Na verdade aprendi na universidade que o professor não é apenas aquele que ensina ( muitas vezes ele desensina), mas é aquele que aproxima o aluno do conhecimento.
Não existe contentamento descontente. Ou é um ou é outro. Esses paradoxos encaixam-se perfeitamente no que alguns denominam de TEMPOS LÍQUIDOS - ou pós modernidade. Mas, assim como: que seja eterno enquanto dure esse amor, tais paradoxos, na verdade não passam de acertos em tempos hodiernos. O que falta agora é só as lojas de brinquedos venderem a tão falada bola quadrada do Quico. Ai sim o tempo da profecia se concretizará.
Não o teatro não é a salvação do mundo não. Muito pelo contrario, se pegarmos o Platão veremos que é mais uma prisão, pois ao invés de favorecer a liberdade do mundo das aparências, o teatro forja um novo mundo, montando mais aparências ainda.
A FELICIDADE consiste em momentos que se eternizam em nossas vidas. Não sei dizer se um bebe recém nascido sabe o que é felicidade, mas sei que quando uma mãe o vê sorrindo, sente felicidade. A felicidade está portanto ligado a consciência do que é ser feliz.
Não precisamos ler um dicionário para entender o significado da palavra pós moderno. Precisamos apenas observar que a cada manhã que surge, o mundo se modifica numa velocidade incompreensível.
A história é permeada de fatos e acontecimentos, contudo o interessante está não apenas nesses dois acontecimentos mas no olhar daquele que escreve a história. Interessante é percebemos que a cada tempo os sujeitos históricos moldam a história.
O silêncio muitas vezes pode ser para aqueles que não entendem uma forma de calar-se, para outros um grito ensurdecedor, e ainda existem aqueles que contemplam o silêncio. Deve ainda haver outras formas de ver, sentir, e perceber o silêncio;
Em uma graduação percebemos que não existe o mais inteligente que outro, nem o menos burro. Entendemos que numa sala de vários acadêmicos existem: os puxa-sacos, os calados, os grupinhos falantes. Nada além disso. O processo de heterogeneidade na sala e nas perspectivas de conteúdos abordados faz com que tudo se dissipe. O que era sólido se desmancha no ar com facilidade, pois, tudo que era solido pode derreter.
Muitas vezes o problema não está no sujeito, mas sim na forma como vemos o sujeito. Somos doutores em analisar o outro, contudo somos analfabetos quando falamos em analisar nossos próprios olhares. Sócrates talvez tinha razão ao afirmar: só sei que nada sei.
Em algum lugar, de alguma forma, existe um ser supremo. Se não, não existiria razão ou explicações para certos acontecimentos.
As pessoas só aprendem em liberdade, quando a mente está aberta e sem resistência. O oprimido não tem tempo para pensar, apenas busca agradar o carrasco e não a si mesmo.
"Só comentem erros as pessoas produtivas e só são produtivas as pessoas que não temem cometer erros."
