Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
Se você tem um vazio na alma e usa uma pessoa vazia para preencher esse espaço, isso só irá aumentar o vazio de ambos até todos serem engolidos por isso e não sobrar nada.
É a dois que a vida tem mais sentido, somos prova que na distancia que a vida proporcionou. E que mesmo separados podemos sentir um ao outro.
Quer uma dica? Tudo começa com um beijo. E você ainda tem o privilégio de escolher seu favorito. Pode ser contido, demorado, curto ou alongado. Pode ser com carinho, desajeitado, com cuidado, ou safado. Pode ser marcado, ou roubado, estalado ou calado. No escurinho ou no claro, mas os bons beijos são todos de olhos fechados. Por amor ou só por pegação. Depois de umas cervejas ou completamente são. No marido, no namorado, no amigo ou no cara ao lado o importante é que respeite seu coração. Beije, porque beijar faz bem. Libera endorfina e ocitocina que é responsável pela conexão entre duas pessoas, combate o estresse, oxigena o sangue, movimenta os músculos, aumenta a imunidade e ainda queima umas calorias. Beije porque beijar é alegria e te deixa em harmonia. Beije porque os beijos não são contratos para toda vida. Beije porque temos que respeitar nossos desejos. Beije porque beijar te faz sair da fantasia. Beije porque algumas coisas só os beijos mantem.
Nunca permita que as pessoas façam comparações de você com alguém. Cada um tem o seu tempo, o seu relógio. As coisas boas e ruins acontecem naturalmente com todos. Então, seja você.
tem gente q acha que quando sai da nossa vida achando q pode voltar .Quando quiser mas se esquece q nem todo lixo e reciclavel
A Flor e o Mar
O mar tem cheiro de vida
O mar tem gosto de amor
O mar tem vida distinta
Da vida que dá vida à flor
No entanto se copiam
Num milagre singular
A flor ondeia a alma
O mar floreia o sonho.
Ambos inspiram o compositor
Num grávido versejar
A flor é prenda de amor.
O mar é rima de amar.
O mar é arrebatamento
A flor é singeleza.
No sentido exato da palavra
Daí, serem, então
Nessa escala de valores
Nesta inversão.
Definitivamente
Incomparáveis
Nas suas grandezas.
Simbiose
Tem uma menina dentro dos meus olhos.
Metade rosa, metade beija-flor
Ou ora uma, ora o outro dança
A música da vida cheia de fervor.
A menina é risonha e devotada
É uma réstia de luz do pôr-do-sol
Enamorada pelo amor, extasiada.
Baila ao som da flauta em serenata.
É ave, é som, é luz, é flor.
Há muita vida dentro da menina
Que ri e ama em profusão.
No meu olhar vive uma menina
Metade cérebro, metade coração.
Dentro da menina há um sonho
A menina me pede pra sonhar com ela.
O sonho me pede pra viver por ele
A menina e o sonho
Entrelaçam-se e se abraçam
E seguem inseparáveis pela vida.
Sorriso
Se tem uma coisa que me arrebata
Capta
Toda a minha essência
É o sorriso.
Se não queres que eu me apaixone por ti
Jamais sorrias
Pra mim.
A Minha Espera
Caminho solitária porque minha estrada tem
Bordas de sonhos
Que penetram nelas apenas quem escuta
A minha voz que não solto
Em palavras.
Elas se espalham com o vento
Na leveza das plumas alvas
Da minha alma
E se alguém ouvi-las
É porque entendeu que a minha escada
Espiralada
Tem degraus construídos de emoções
Todas nascidas de uma vontade
Suprema de estar só
Pra esperar o que ainda não decifrei
Não reconheci de meu
E espero fazê-lo
Num único olhar
Que irá tragar o meu eu e
Entranhada nas entranhas desse amor
Não causar estranhezas para o Meu Amado
MEU CORAÇÃO
Olhar com os olhos do coração é permitir que o meu coração seja personificado, ele tem mãos que apertam, tem olhos que acalentam, firmes, mas que acalentam. Existem corações que abraçam a gente com o os olhos. Sentimos seu calor. Certa vez pediu-se para trocar um coração novo por um velho. Ao que tinha o coração novo se gloriava de tê-lo sem marcas, lisinho, vermelho viçoso. O outro coração, com marcas profundas, cicatrizes bem aparentes e que este perdeu até a forma de "coração". Mas qual o melhor? O mais belo coração? O lisinho e viçoso não pode ser este, porque não viveu o bastante, não carrega marcas da vida que o fez fortalecer, ressurgir, que o fez coração de novo. Marcas de um amor que não veio. Marcas de um amor que se foi e que não volta mais. Marcas de um pedaço que foi levado e que ainda sangra. Marcas de um coração que insiste em bater porque dá o prazer e satisfação de trabalhar que embora o amor lhe tenha sido tirado, ele ainda ama seu dono, o dono que sofreu junto com ele, que massageou o peito onde ele vive e que disse muitas palavras de consolo e acalentadora para o acalmar. Esse coração que ainda persiste é o mais belo, por sua lealdade, uma generosidade que poucos vinheram conhecer e que outros não terão essa chance. Um coração que tenta demonstrar um amor desmedido, mas que suas marcas não o permitem, porque dói sofrer e ele não aceita mais entristecer seu dono e não quer que ele leve suas mãos para massagear seu amado peito. Acredito nele, cheio de marcas e cicatrizes que o torna um leal vencedor.
Antonio Marcos De Souza
PARALELO ENTRE O POLÍTICO E O HOMEM DE ESTADO
O político tem a voluptuosidade do poder. O Homem de Estado, a fascinação de um ideal.
O político tem a magia da transigência e é única a sua finalidade: durar no poder. O homem de Estado tem o fetichismo da intolerância de seus princípios, e nada o afasta da diretriz a que se traçou.
Um é plástico. O outro, irredutível.
Um segue a curva das conveniências. O outro, o fio a prumo do seu destino.
O primeiro pode sofrer todas as influências do meio e acomodar-se às cores, às ideias e à temperatura do ambiente. O segundo é insensível às reações contrárias e é inamolgável.
O político tem em vida as cortesias da popularidade, mas, quando morre, a multidão se diverte em espetar-lhe a língua com estiletes. O Homem de Estado possui fidelidade e pureza de ideais. Não é em vida, vitoriado em carros de triunfos. Mas, à sua morte, o povo o eleva à glorificação dos altares.
É com a matéria prima dos homens de Estado que os regimes plasmam a sua glória.
O político faz-se como o gramático. O homem de Estado nasce, como o poeta.
Um é a conquista do próprio homem, obtida pelo estudo ou pelo interesse. O outro é uma criação que surge de séculos a séculos; é um presente da natureza, uma dádiva do destino.
Um é a glória de uma ambição. O outro é uma apoteose de uma vocação.
O político vive do presente. O homem de Estado do futuro.
Um vive para os seus contemporâneos. O outro se projeta na prosperidade.
Um fala o idioma comum dos homens. O outro, a linguagem mística dos tempos, e, por isso, nem sempre o Homem de Estado pode ser compreendido em vida.
O político surge na vida pública sob os únicos estímulos do seu interesse. O Homem de Estado traz para o poder uma idéia que deve ser posta em marcha.
O político orienta-se pelo interesse privado. O Homem de Estado, pelo interesse público.
Para um, a política é o trapézio, onde as vitórias do cinismo têm as galas de habilidades acrobáticas. Para o Homem de Estado, a ação de governo é um sacerdócio e, em vez de trapézios, deve construir arcos de triunfo.
O renome do político dilata-se facilmente em superfície e atinge muitas vezes ampla popularidade. A fama do Homem de Estado cresce em profundidade, lentamente, mas mergulha suas raízes nas sombras da História e a posteridade aprenderá o seu nome de cor.
Um tem a escassa limpidez do vidro. O outro, a fulguração eterna do diamante.
Assistir à TV dá-me ânsia de vômito, meu estômago embrulha, ao ver tantas mentiras; que têm a simples missão de colocar os mais pobres contra eles mesmos.
Tudo o que você tem, tudo o que você é só depende de você. Nenhuma força externa pode atrapalhar sua ascensão, sua vitória. Se você não conseguir, a culpa é só sua. E quantas pessoas vivem assim, porque não se esforçam, e continuam honestas, não se revoltam contra o sistema? Aceite sua situação, foi você quem a criou. [/ironia]
Miligrama de verso X
A escritora que vive em mim tem a idade que ela quiser quando escreve.
Por isso, empresto para ela meu coração oco e solitário...
Pra que ela o encha de sentimentos e poesias.
