Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
o homem com preço não vale se quer o que respira, quem tem preço é coisas, o homem tem valores que moeda nenhuma consegue pagar"
→Traição é Tipo Cábula!^.^ … Se te Apanham ...
⇨Não tem ...justificação ツ ●●# Facto ●● ....
⇨Reprovado com Sucesso☜
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Nunca desista de seus sonhos só porque
alguem disse que você não tem
capacidade, acredite sempre no
impossivel , Porque é acreditando que
realizamos grandes sonhos
E olha cara, eu não vou ficar falando o que você deve fazer, como tem que se comportar, se eu chegar a falar, é porque já aconteceu muitas vezes, eu odeio ter que dar sermão, porque procuro um homem para se relacionar, não um filho para ensinar.
Cara, não seja apenas um cara, porque você vai para o lixo, junto com tantas pessoas excluídas por seu caráter, sem valor, sem nível de comparação por tão zero a esquerda, esquecido, rejeitado.
Cara, quando quiser chamar a minha atenção depois de uma briga, mande chocolates e um cartão, sms de manhã, flores, não tente ser o garanhão que pega todas que você não é, você não pega nem resfriado, nem a tia da padaria e não leva jeito pra dar cantada.
Olha, uma dica incrível, revolucionaria, seja homem, sério vai mudar sua vida, experimenta! Você vai gostar, quando errar comigo, admita! eu acho muito fofo, mas que não se repita ok? porque aqui não é casa da mãe Joana!, procure não mentir, eu sou pior que o FBI.
Olha aqui cara, presta atenção, não é um jogo se relacionar comigo, de quem ganha no grito, na birra ou sei lá o que se passa na sua cabeça masculina, relacionar-se comigo é troca, parceria, quando eu disser não, é não, respeite o meu querer que eu respeito o seu, temos que estar de comum acordo, na mesma página, não finja ser quem você não é, não fique fazendo hora na minha vida enquanto se decide se casa ou compra uma bicicleta, não!
Não tente ficar me mostrando quem é o machão, que faz o que quer, a cada desentendimento, isso é realmente desanimador, me remete a um gorila batendo no peito " eu não tenho argumentos ", não seja babaca, sua vida de solteiro era uma merda, mas o gorila loucão precisa provar para si mesmo e para os amiguinhos que é pegador, o rei da balada, afirmar sua viril masculinidade, uii que merda hen?
Cara, aprenda não preciso de você, se te escolhi pelo amor de Deus, faça valer, é deprimente ter que assumir que namorou um merda, que não acrescentou nada, me remete, uma conversa com minha prima, numa dessas saídas nossas, falando de ex, o cara não é bonito, nem legal, que merda é essa?!
Sabe, não é que você não pode ter amizades, mas não confunda liberdade com libertinagem, é muita imaturidade confundir as duas coisas.
Seja o cara, não tenha medo, seus amigos não vão rir de você, não vai perder a tão falada liberdade.
Cara, vai para o bar com seus amigos, que eu vou também, sai por uma porta, eu saiu pela outra, não me dê explicação, eu também não dou, assim que começa o fim.
Tenha sua liberdade, mas esqueça sua vida de solteiro.
Imagine, dance em seus pensamentos... idealize.
Só não se esqueça que tudo tem um tempo certo para acontecer.
RIVAL
O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”
Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.
Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.
Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.
Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.
Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.
No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.
Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.
Um belo dia...
Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.
Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”
O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;
Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”
Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.
Teve fome...
Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.
A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.
- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.
O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.
Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.
Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.
E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...
Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...
“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.
E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.
Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.
- 13.04.16
O "dá nada não" é quando relativizamos algo que na verdade tem consequências a curto e a longo prazo e como nos cegamos em nossos desejos momentâneo ficamos por achar que não dará nada, sendo que tudo é um processo e não partes isoladas.
Não é porque tu tem um passado bom que terá um futuro melhor,ter a melhor chuteira não te faz o melhor jogador.
QUEM NÃO AMA O MEIO AMBIENTE E NÃO INTERFERE POSITIVAMENTE EM SEU FAVOR: NÃO TEM RAZÃO, AUTORIDADE, NEM MORAL SUFICIENTE PARA DEFENDER O PREGAR,QUALQUER OUTRO TIPO DE AMOR.
- (04.2014).
"É melhor conhecer o inimigo que se tem, do que confiar no amigo que não se conhece."
Nota: Comentário sobre a minha sentença publicado hoje, 12/05/2016 no Facebook às 14:13 Hrs
Sidney Poeta Dos Sonhos
Celso! Tua segundo assertiva é o perfil do presidente interino, em relação ao governo que hoje se retira. Quanto a primeira, a incompetência do Governo que sai não deixou que ele avistasse o inimigo que comia e dormia no mesmo Palácio. Abraços!
Aqueles que lhe criticam, na verdade gostariam de ser você ou fazer aquilo que você faz, más não tem coragem, muito menos capacidade.
As pessoas não lutam por aquilo que têm ou, pelo menos, acham que têm. O problema não é o primeiro caso, porém o segundo, pois o fato de acomodarem-se por causa de uma ilusão, que as levaram a terem uma falsa sensação de dever cumprido, tornam-nas seres vegetantes.
A título de exemplo, tivemos a Idade Média com seu misticismo protuberante, como a perseguição de pensadores e cientistas pela Igreja, que atrasou os avanços das ciências em 1000 anos, além de provocar o extermínio de aproximadamente 30% da população da Europa quando essa foi assolada pela peste negra, pois esse misticismo impedia o uso da razão no combate e explicação dessa epidemia.
QUEM NÃO TEM...
,
Quem não tem um segredo guardado a sete chaves,
quem não tem um arrependimento que não pode ser revelado,
quem que não tem um desejo impossível,
quem não tem um sonho inalcançável,
quem não tem um amor no coração,
quem não tem um amor inesquecível?
.
Se você tem pelo menos três
destas questões pendentes,
pode se considerar uma pessoa normal.
por certo seu sorriso é verdadeiro
seus olhos brilham,
sua vida é cheia de esperança.
Se não tiveres
nenhuma destas duvidas,
por certo você é infeliz.
O bleff transmutado em crítica de ontem é o propósito do aplauso de hoje. Tem gente que não consegue ter dignidade nem no que fala.
