Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
Tiras o foco de quem não te tem como foco. Dê adeus definitivo às ilusões que alimentastes sem algum retorno, porque na economia da vida, a paciência não deve ser confundida com o que não merece ser investido, tampouco esperado.
UMA COISA ATENUA A OUTRA ("A vida não tem sentido algum, literalmente. E o amor é o único que pode atenuar essa desgraça." — Kléber Novartes)
Se considerarmos os absurdos e futilidades voluntários, os retrocessos passam a fazer sentido para nós como consequência infalível dos desvios de propósito! Isso está no campo dos grupos clássicos: família, igreja e escola. A modernidade impõe ao pai ser amigo dos filhos, aí ele se esquece de ser pai; pois fazendo uma coisa, atenua a outra. A igreja comércio, loja do Satanás, pregando a prosperidade financeira, esquece-se de pregar o evangelho genuíno de Jesus Cristo; pois fazendo uma coisa, atenua a outra. A escola servindo só de ganha pão aos professores e centro de lazer para alunos, trabalha com estratégia para angariar mais alunos, critério para mais verbas, esquece-se de devolver para a sociedade cidadãos patriotas e competentes para ganhar seu pão honestamente; pois fazendo uma coisa, atenua a outra. E esta é a ementa: É mais fácil aturar "aluno" carente de atenção do que "professor" carente de poder! (Cifa
Reclama que ninguém se importa com você, ignorando quem se importa, simplesmente porquê não tem a atenção de quem você queria ter.
A natureza tem suas leis imperiosas; e o homem, ser complexo, vive não só do que ama, mas também (força é dizê-lo) do que come.
E que o amor lhe invada
Lhe bata, lhe caiba, lhe tire do chão.
No amor não tem via de regras, tem medos.
Amarre-se no medo, e deixe -se ir.
No estado da FÉ se mora de graça, e é um deleite
E não se espera.
Se tem certeza, que Deus acontece.
Tem sentimentos que a gente solta
não por orgulho, mas por amor a si mesma.
Guardar rancor corrói devagar,
como quem fecha as janelas e esquece do sol.
Perdoar não é fingir que nada doeu —
é decidir não morar na dor.
É abrir espaço pra paz.
É cuidar da alma com gentileza.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem dias em que eu me canso...
Mas não do mundo, nem das pessoas.
Me canso de mim.
De sempre saber o que dizer.
De sempre ter a palavra certa, o acolhimento pronto, o colo disponível.
Porque, às vezes, eu só queria ser o que ninguém espera:
alguém quieta, alguém que não dá conta, alguém que apenas exista… sem ser farol, sem precisar ser luz quando está escuro aqui dentro.
A verdade é que já me acostumei a ser porto —
e talvez por isso, poucos percebam quando sou mar agitado por dentro.
Eu sei que transbordo cuidado.
Mas, em silêncio, carrego a dúvida que não conto a ninguém:
e se ninguém souber me cuidar com a mesma delicadeza?
O mundo me conhece inteira.
Mas quase ninguém viu o que sobra de mim quando todo mundo já foi embora.
E eu fico ali…
Firme, mas exausta.
Serena por fora, mas com o peito pedindo socorro baixinho.
Porque existe um peso que não aparece na balança:
o peso invisível de ser forte o tempo todo.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem coisa em mim que não se explica em voz alta.
Tem sentimento que não cabe no tempo da fala.
E é por isso que eu escrevo.
Porque escrever me permite ir fundo sem me perder.
Me permite voltar onde doeu — mas com palavras nas mãos, como quem leva flor pra cicatriz.
Eu sinto demais.
E quase sempre, em silêncio.
Enquanto o mundo responde rápido, eu penso.
Enquanto o mundo grita, eu escuto.
E quando o peito aperta, eu não reajo — eu escrevo.
Escrevo porque não sei dizer tudo com a boca.
Mas com a alma… ah, com a alma eu consigo.
E é nesse espaço entre o que sinto e o que escrevo que eu me salvo.
Me encontro. Me reconstruo. Me traduzo.
Tem gente que grita pra existir.
Eu escrevo — e isso me basta.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem milagre disfarçado de silêncio.
Naquela dor que não veio.
Naquela pessoa que foi.
Na saúde que ficou.
Tem cuidado escondido no simples:
no alimento na mesa,
no teto que protege,
no abraço que chega mesmo de longe.
É que, às vezes, o que a gente chama de rotina…
é só Deus agindo nos bastidores.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Bom dia...
A vida tem um jeito bonito de florescer
quando a gente escolhe caminhar com fé.
Não precisa pressa. Nem garantias.
Só um coração disposto a confiar,
mesmo sem entender tudo.
Respira...
Entrega...
E deixa que o dia se revele milagre.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Bom dia…
Não se cobre tanto.
Você está fazendo o melhor que pode com o que tem.
E isso já é coragem.
Respira.
Ainda tem coisa bonita pra acontecer hoje.
Ainda tem carinho esperando pra te alcançar,
mesmo que você não veja de onde vem.
Confia:
o céu não esquece de quem continua,
mesmo com o coração cansado.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
A gente se encanta com vitrines…
mas esquece que o que mais preenche
não tem preço.
O riso solto,
o cheiro de café,
um colo que acolhe,
o céu da tarde.
O melhor da vida
não se compra —
se sente.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem dias em que eu só fecho os olhos
e agradeço.
Não sei explicar como,
mas Deus sempre chega —
no detalhe que ninguém vê,
na força que me levanta por dentro,
no silêncio que me acalma
quando tudo parece desabar.
A mão d’Ele me sustenta.
Seu amor me cobre de cuidado.
E a graça…
ah, a graça me dá coragem
pra continuar sendo flor
mesmo em meio a tantas podas.
Obrigada, Deus.
Pelo que já fez,
pelo que está fazendo,
e por tudo que, no tempo certo,
há de florescer.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Tem dias que a gente sente um cansaço que não é do corpo,
é da alma.
Quando isso acontecer, não se cobre:
se abrace.
— Edna de Andrade
Você não precisa fingir que está bem o tempo todo.
Tem beleza até na sua vulnerabilidade.
E coragem também.
— Edna de Andrade
Tem coisa que só floresce no tempo certo. A vida não se apressa. Ela sabe o instante exato de fazer tudo acontecer.
Há um tempo pra começar e um tempo pra soltar. Um tempo de silêncio e um tempo de voz. Um tempo de semente… e um tempo de flor.
Confiar é saber que, mesmo quando parece que nada está se movendo, Deus está trabalhando — no invisível, no profundo, no tempo dEle.
— Edna de Andrade
