Mas Sinto uma coisa muito Forte por Vc

Cerca de 341524 frases e pensamentos: Mas Sinto uma coisa muito Forte por Vc

⁠Sou apenas uma criança que se tornou adulto muito rápido. Estava cansado da subordinação de outros adultos que se sentiam confortáveis em alimentar nosso silêncio com um doce que compravam no mercadinho perto de casa... Por incrível que pareça, hoje continuo vendo esses adultos alimentando outros adultos com a mesma naturalidade de sempre, o problema não era minha ingenuidade e sim o caráter deles.

Inserida por Aquila

Tinha uma fantasia muito louca, saiu no breu da rua totalmente sem roupa...

Inserida por tadeumemoria

A noite me conduz
o mar é muito mais que luz
é um cancioneiro
cantando uma canção de amor eterno
e nesse mar de imensidão
tem tantos mares a cantar o amor

Inserida por tadeumemoria

"Brilho natural"

O Sol afasta as sombras mais uma vez;
Um ponto luminoso brilha muito mais que todos os outros;
É uma mulher de gestos simples e os realiza com muita delicadeza ;
Sempre com um belo sorriso no rosto, demonstrando sua doçura;
Quando está próxima a sua luz floresce, aquece e arrepia;
Sua beleza é contagiante, oferece ao mundo a sua volta, o prazer da sua nobre companhia;
Um encanto, uma visão do que a de mais perfeito, uma mulher natural e única ou uma mulher surreal e sobrenatural.

Inserida por Ricardossouza

Traduzir teu corpo, teu cheiro, teu beijo e o teu jeito de amar em uma palavra é muito fácil !

Unica.

Inserida por Ricardossouza

Sinta-se em casa

Ao tentar solucionar uma situação mal resolvida, cuidado para não revirar muito uma história antiga. Uma mistura de mágoas guardadas e lembranças dolorosas podem causar muitas dores no peito e quando voltamos o nosso olhar para elas, ai acumulamos stress no coração e na mente. Não subestime a sua capacidade de se recuperar, deixa o tempo falar com você, depois certifique-se e aproveite do próximo abraço dado pelo amor, ele será tão gostoso e acolhedor que você terá a sensação de está em um lar bem protegido e confortável.

Inserida por Ricardossouza

Uma versão tua vive muito feliz no futuro, vejo ela olhando para trás e dizendo alegremente, como foi bom ter me conhecido 10 anos atrás.

Inserida por Ricardossouza

A vida, uma passagem!

⁠Tudo é muito passageiro até certo ponto.
Lá vem o trem, atravessando incontáveis vales, montanhas, passando por cima de vários rios e riachos, paisagens paradisíacas e outras nem tanto assim,
Lá vem o trem, invadindo lugares desconhecidos e rasgando horizontes a dentro na velocidade por vezes agradável, por vezes na velocidade da luz,
Lá vem o trem com seus vagões tremulando nas curvas dos enormes desfiladeiros e com os mesmos vagões firmes como uma rocha quando seguindo em linhas retas,
Depois de tantas aventuras, passagens, visões, rastros e estações,
Lá vem o trem, depois de mais uma parada, ele esta pronto e renovado para seguir viagem...

Inserida por Ricardossouza

Quem casa com um corpo tem muito mais chance de separar-se do que quem casa com uma cabeça.

Inserida por acvomotta

O medo, assim como uma doença, nos ensina muito. Não podem ser ignorados ou gerar reatividade, mas compreendidos e tratados na sua causa até não fazerem mais parte do aprendizado e seguirem.

Inserida por acvomotta

Enquanto para uma grande maioria o sucesso for ter muito dinheiro, vida sexual promíscua e poder, nós continuaremos numa caverna inóspita, com pouca luz e na barbárie.

Inserida por acvomotta

⁠Quando dentro de uma caverna, acostumado, acomodado, tiramos o indivíduo que lá estava há muito, ele resistirá.
Jamais conseguirá voltar...

Inserida por acvomotta

A ESSÊNCIA DO AMOR
Toda vez que tinha uma desilusão corria a praia, era muito mais fácil para André entender a imensidão do mar que a essência das pessoas, e imaginar que aquilo tudo era gratuito, imaginar que um Ser superior com sua generosidade infinita armazenara ali tantas oferendas... e assim era frequente suas idas à praia; no entanto nada era traumático, nada que deixasse marcas indeléveis, diante daquela imensidão qualquer problema tornava-se ínfimo, mesmo com aquela forma de pensar de que amor é arrimo da dor ou a dor arrimo do amor, era assim. Mara, sua primeira paixão de adolescente, a que recebera os primeiros bilhetes, com frases e desenhos de paixão, preferira o rival das gincanas e torneios colegiais; mas depois vieram namoros firmes e noivados desfeitos, todos superados depois de algum tempo, então um dia olhava as fotos, relembrava os momentos, rebuscava os detalhes e ria dos resquícios de felicidade; a vida era uma aventura que tinha que ser vivida. Uma agrura ou outra, alguns arranhões, mas era só; algumas doses de vinho, um livro, um pouco de solidão, alguns poemas. e tudo ficava no arquivo das lembranças, catalogado com muitos aprendizados. era um caminho ou muitos caminhos, um labirinto que nos levaria aonde, o universo que nos compõe compõe o universo propriamente dito. não cometeria os mesmos erros, e pensando assim parecia policiar-se de um prisma adjacente e estratégico, mas não era bem assim, ou pelo menos não era funcional diante de um universo de emoções; se pudéssemos definir André numa única palavra essa palavra seria sensibilidade, era uma pessoa suscetível então o que doía em alguém próximo doía nele, o que encantava, uma bela atitude lhe fascinava assim aconteceram
Outras paixões; ansiedade, medo, insegurança, mas não era um martírio, nem era um jogo, ou era? detalhava os traços, a forma de falar, sorrir, olhar, tudo lhe fascinava no alvo de suas emoções, mas nada tanto como um pouquinho de timidez; um rosto feminino espantado era irresistível. mas quem inventou a paixão? com certeza Marylin Monroe naquela famigerada foto, tentando abaixar a saia do vestido por causa de um vento inconveniente, tenha inventado a paixão para a metade da população masculina contemporânea e quiçá para a parte da modernidade lésbica, o que se insurgia como um pecado, mas quem não pecaria por paixão?
Alguma coisa no passado incomodava.. sempre haveria algo no passado a incomodar mas já aprendera a conviver com isso. era sempre algo mal resolvido, algo que deixara de dizer ou fazer, e isso às vezes lhe salvara, outras o condenara; principalmente a conviver com essa sensação, alguma coisa no passado...
A Central do Brasil estava como em todas as segundas- feiras, todos apressados; ninguém se via, ninguém se percebia, muitos se esbarravam; muitas mãos estendidas, olhos suplicantes e não eram só os olhos dos pedintes, no entanto descrevia o amanhecer como como uma aquarela divina; o romantismo é leviano a ponto de ignorar o inferno que queima a essência no interior humano; nossas canções de exílios morreriam de vergonha diante de olhos tão infelizes, mas diante da beleza quem não se torna leviano. A hora de entrar no trem era um suplício, era a sua supercarga de stress diária, mas ao juízo final, aquilo provavelmente contaria como atenuante para a remissão de seus pecados. O trem sacolejava num serpentear como se tentasse despertar muitos que voltavam exauridos de mais uma batalha do cotidiano; as casinhas subiam o morro desordenadamente, às vezes perigosamente como uma maquete mal elaborada; André num rompante de filosofia, comparou tudo aquilo com a alma humana e murmurou pra si mesmo: "diante da necessidade até a desordem se harmoniza." alguém colocou algo na sua mão explicando uma necessidade, era um dos muitos vendedores de coletivo, uma das muitas desarmonia social; afora isso tinha cantores, poetas, filósofos, pintores e todos juntos estavam ali como uma plateia passiva, assimilando ou não, participando ou não, indiferentes ou não; mas ali era o teatro real, a realidade crua na peça do cotidiano. André Jogou uma cédula ainda úmida, afinal vinha da praia, no chapéu que se encontrava na mão de um jovem que declamara um poema que falava na essência do amor, seu destino era a próxima estação: Olinda, e seu espetáculo pausava ali para recomeçar no dia seguinte, depois daquele resto de ocaso que lhe faria refletir sobre a essência do amor

Inserida por tadeumemoria

MILÊNIOS

Neblina... é uma neblina muito fina apesar de uma certa constância, como para aliviar os que jazem sob este solo árido, como para acalentar os fantasmas que se encresparam nessas caatingas; ah, os valentes jamais desistiram desse solo, eles ainda apascentam suas criações e alimentam suas lembranças; aprenderam com seus antepassados que estas terras são ricas e que as águas do Jaguaribe... as águas do Jaguaribe também são inconstantes. Aqueles heróis que ouviram o crepitar dessa vegetação no calor do meio dia se deslumbraram com os corpos celestes no silencio da noite e viajaram fugazes na opala ilusão lunar ambiciosos pelos brilhantes de uma pétala estelar. Sonhar não custa nada, mas pela manhã Serafim perceberia o gado em busca de toda espécie de cactus para sobreviverem mais alguns dias na estação de estio. A casa acanhada comportava alguns pés de goiaba, mangueiras, castanholeiras,cajueiros e um pequeno milharal já devastado por cabras e carneiros. Ali tinha vivido a sua infância disciplinada pela figura rígida do pai, Januário e compartilhada por dois irmãos mais velhos: jonas e Hernesto, que partiram na sua maior idade para o sudeste. Neblinava... a tênue luz fugidia d'alguma estrela parecia salpicar diamantes naquele solo árido premiando os que se embrenharam na caatinga; agora com frequência as noites eram assim, aquietando os fantasmas que padeceram na luta contra o estio, afugentando as carcaças que não resistiram a sede e a fome; era só uma promessa mas os telhados e as árvores chichiavam com os pingos e a brisa, e os bichos nos currais ruminavam ruidosamente numa espécie de comemoração. Era um grande momento, mas sua fascinação era o pai, Januário vestido de vaqueiro nas brenhas da caatinga em busca de algum animal desgarrado; ninguém saia daquilo sem um ou outro arranhão, mas o pai sempre voltava com o animal perdido. Aquela vida dura também tinha seus encantos, como pela manhã despertar com o canto de uma sabiá, um corrupião, um galo de campina; tinha a vila da Matilde, de belas moças acima de qualquer suspeita, e tinha as moças que envelheciam a espera de príncipes que não chegaram; mas o que seria a solidão se o universo se expunha explicitamente todas as noites e quem não teria uma história ou uma fantasia que não preenchesse qualquer vazio; aquele quê inconfessável,que parecia o pior dos pecados. quem saberia tudo sobre as caatingas, milênios jaziam sob aquele solo arenoso e os espíritos de nossos ancestrais gritavam seus segredos; nalguma pedra uma gravura delatava suas descobertas, suas caças, suas aventuras. Chovia... os deuses sopravam misericórdia e esperança sobre olhares acostumados com horizontes devastados. pela manhã perceberíamos mandacarus orvalhados, a terra ligeiramente úmida e sob a relva queimada e inerte uma semente qualquer germinava mostrando o milagre da vida e sua persistência. Histórias mais trágicas ficaram muito para trás, ali surgiram nossos maiores heróis, nossos anjos e santos, a fé se fortaleceu, pois a fé se alimenta da fome, da sede e de todas as dificuldades que debilitam o corpo. Templos foram erguidos; esta nação tem agora a referência de um povo incansável e combativo e de uma fé inabalável. Então quem viaja por estes sertões, perceberá ao longe, na janela de uma casinha de taipa, alguém que o tempo descoloriu suas cãs e curvou sua espinha; um sentinela que vigia. Vigia o tempo, o vento a eternidade... todas essas coisas inconstantes que um dia possam fazer sentido, assim como procurar pela janela um sentido para a solidão.

Inserida por tadeumemoria

⁠TREM DA PAIXÃO
Não foi só paixão, foi muito mais
o que o rio leva e a cachoeira cai...
uma força além do que eu podia suportar
eu me perdi assim...
o meu lugar comum me guarda desse olhar
nem quero acreditar que o mundo é belo...

se uma andorinha só não faz verão,
verão que a dor do amor dói em qualquer estação
não quero nunca mais sonhar...
além desse ocaso o acaso deste além
o que nos conduz a dor, ao amor
é o trem dessa paixão, é o trem do teu olhar, é o trem...

Inserida por tadeumemoria

"O acúmulo dos anos o convenceu de que, depois de muito andar, há sempre uma graça reservada aos retornos. Não pensou muito. Seguiu o movimento do desejo. A primeira foi encontrada. Uma estrada interior. Só é possível retornar ao lugar de partida depois de tê-lo reencontrado nos albergues de si mesmo. A saudade é o bilhete que antecede a estrada. Depois que o desejo de retorno está aceso, o destino de voltar requer iniciativa menor. Um transporte que nos faça sair, e já estamos nos preparativos da chegada. E assim se deu com ele."

Inserida por JereBarbosa

Chega uma certa idade, não muito avançada, em que tornamo-nos mais exigentes com nossos preciosos finais de semana. Nada de hipocrisia, chatice ou frescura: aprendemos a nos valorizar, a dar valor ao tempo, que se mostra mais curto todos os dias. E o mais bonito, damos valor e importância aos nossos vazios. Pra sair de casa agora é assim: não vejo tanta graça em passar a noite segurando copos cheios se, ao meu redor, estiver carregado de pessoas vazias. De vazio basta eu, oras, não por me considerar melhor do que ninguém, mas por não me considerar merecedor de momentos sem sentido. E sim, não faz sentido abandonar meu quarto se for pra mergulhar numa banheira repleta de água com gás acompanhado de pessoas que simplesmente acham chique, legal ou coisa do tipo. Também não pretendo sair com autocríticos e pseudointelectuais, tampouco com moralistas e defensores do partido puritano. Longe de mim. Só quero gente do bem, com ideais, com críticas carregadas de novas soluções, com humor na risada, brilho no olhar e que não precise apontar fulano na mesa do lado pra ficar se achando o cara. Quero companhias que não me troquem pelo facebook, twitter, whatsapp ou outros aplicativos no celular durante um papo ao vivo, entendem? Que não me olhem de ombros, buscando algo ao redor da mesa, que não necessitem contar ao mundo via instagram o quanto a noite está boa, ou que não precisem se autoafirmar o tempo inteiro que estão legais, num lugar bacana e com pessoas demais. Posso parecer patético, mas é que a gente tem que aproveitar nossas epifanias pra por a boca no trombone, pra falar mesmo para, sei lá, arranjar solução pro mundo, pras pessoas, pra vida. Tudo bem, posso estar fazendo tempestade em copo d'água, mas me deixem pensar em como seria bom largar um copo cheio e segurar uma mão com firmeza, pra provar que ali não é mais um momento vazio. Acredito num novo tempo, em que a gente só vá sair de casa quando não for pra repetir nossos nadas, nossos poréns, nossas reticências. E de agora em diante, vazio bem feito é vazio com um livro na mão, com uma pipoca no colo ou com a cabeça deitada em um ombro que bem me quer. Porque meus dias não merecem morrer na companhia de ninguém. Porque meus dias, nossos dias, merecem mais que um copo na mão e um celular na outra. Merecem mais vida gostosa de se viver, vida tranquila, vida com quem possamos contar ou estender a mão. Vida real.

Inserida por juniorkjuru

Não tão rápido, nem tão fácil, muito menos prático como abandonar uma leitura nem um pouco interessante. Amor envolve mil e uma dores, quando não vivido até o fim. Até o último suspiro por um sentimento. Até esvaziar a última gota de sangue dos pulsos - metaforicamente, por favor. Até a mudança das nossas atenções. Se soubéssemos das bolas de neve em que entraríamos, não teríamos aceitado nem um mísero 'oi'. Mas, infinitamente, tá na hora de sair do papel de vítima. Parar de alimentar os pensamentos que nos tornam megalodramáticos, melancólicos, viciados em abstinência de endorfina. E mudar, nem que seja por um minuto, a música de fossa. Que a gente vive em um mundo de expectativas é lógico, embora a todo tempo esqueçamos. Não que gostemos de sofrer, cá pra nós, mas um bocado de sofrimento é como pimenta, diferentemente aproveitada pelos baianos ou pelos japoneses. Cada um sabe como tem que ser temperado, mas aquele velho clichê de que ninguém nasce sabendo é a mais besta verdade que já ouvi. Precisamos sofrer o ardume dos sentimentos pra só assim considerarmos valedor de pena ou não. E não admitamos que sofrer é natural, porque não é, não mais, não neste nosso zeitgeist. O espírito do momento é o prazer instantâneo, é suportar pouca dor, ou querem abrir mão da eficácia dos medicamentos? Eu quero! E não, não curto sofrimento, nem tampouco aquele provindo das palavras. Mas suporto. Sou resiliente. E creio que todos sejam. Quer uma dica? Elabore seus sentimentos. Suas vontades. Seus planos, suas perdas, seus sonhos, isso mesmo, no pronome possessivo "seu/meu". Elabore não, Reelabore, reinaure-se, renasça. E o "como?" é a frase mais mágica que encontrei em uma quinta-feira nublada de novembro. Não vou dizer que a vida é uma só. Que o tempo passa. Que morreremos. Não mais. Não direi que você é aquilo que você come, que você faz, e não o que você acredita. Precisamos de pouco, sabe... Um pouco que a cada dia se torne mais. Mais paciência ao ouvir. Mais amor ao falar. Mais coragem ao persistir, e ao desistir só aquela coragem que sobrar. Porque sou da geração que persiste porque quer, e depois não precisa culpar ninguém por isso. E que persiste no fácil e ignora o difícil. Essa ideia de que tudo que vem com facilidade se vai com facilidade não me contaminou. E a melhor que consegui produzir foi a de que tudo vai ser diferente se a gente quiser. Se a gente se esforçar. Se a gente acreditar. E o mais essencial, verdadeiro, óbvio, correto, e sei lá mais o que: se a gente fizer. Se a gente se levantar. Se a gente agir. Às vezes, a gente precisa sonhar pra descansar da vida. Mas se a gente não viver e deixar os sonhos descansarem, acho difícil sair do lugar onde tudo dói... até o amor.

Inserida por juniorkjuru

"Um grão de ATITUDE de BONDADE vale muito mais que uma tonelada de BOA INTENÇÃO."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

- Sabemos muito bem que o mundo anda debruçado em devaneios lúdicos - psicóticos de uma evolução excêntrica sem lógica e sem fim.

Inserida por Adilson_Feliciano