Mas se nada Disso Der Certo Experimente me Amar

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O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo.

Quanto mais eu vivo, mais eu me convenço de que nada é impossível.

Diante do nada, vi tudo, diante do tudo, vi nada.
Perdendo-me em pensamentos, aqui estou!
Com nada e com tudo pensando no nada, diante de tudo revire-se e pense...

Não devo nada a ninguém

Nada mais me surpreende.
Já vivi muito em tão pouco tempo, que o próprio tempo em si não gera mais saudades e nem lembranças. Coisas que outrora me enchiam os olhos, hoje passam desapercebidas com tal facilidade, que sinto dó de quem acha o contrário.
Mas talvez isso seja ainda necessário.
Antes a luz do sol fazia diferença na esperança.
Hoje, a ausência dela indica a presença da noite

Ignore, Não chore pois deus esta Contigo.

Quando partirmos daqui, tudo deixaremos, viemos sem nada, partiremos sem nada, PORÉM, podemos deixar para trás um grande jardim, plantado de sementes de amor, regados pelo sorriso e dedicação, pela dificuldade diária da abnegação. Porque no fim de tudo, o que realmente ficará, serão os relacionamentos, o tempo que doamos aos outros, o momento que fizemos alguém sorrir e respirar mais leve.

Nem tudo de tudo,
Nem nada de nada,
De nada e de tudo,
Uma pitada,
Assim, alma temperada.

De peito.

Cansado
De nadar,
E nada.

Sim. Me recuso a viver pela metade. Sonhar pela metade, acreditar pela metade. Quero o inteiro, o todo, o completo. Quero a luz ou a escuridão. O quente ou o gelado. O muito ou o nada.

O nada para Deus existe! O tudo para Deus não existe!

Mas se eu esperar compreender para aceitar as coisas – nunca o ato de entrega se fará. Tenho que dar o mergulho de uma só vez, mergulho que abrange a compreensão e sobretudo a incompreensão. E quem sou eu para ousar pensar? Devo é entregar-me. Como se faz? Sei porém que só andando que se sabe andar e – milagre – se anda.
Eu, que fabrico o futuro como uma aranha diligente. E o melhor de mim é quando nada sei e fabrico não sei o quê.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

“Não sei de nada. Não há nada que eu saiba. Porém certas coisas se sentem com o coração. Deixa falar o teu coração, interroga os rostos, não escutes as línguas”...

(em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.)

Se for pra falar de amor, não digo nada!
Pra quê falar de amor, quando a sua melhor preleção é dizer sentindo? Se sentires o que de ti nada falo, entendes finalmente o quanto de amor por ti, há dentro de mim.

A sensação de que "falta alguma coisa", nos leva à busca espiritual, que nos aproxima do Todo, que também é o Nada, que abrange o vazio, e que causa a sensação que "falta alguma coisa".

Veja isso, torne-se Um com o Todo e com o Nada, e se liberte.

querido papai noel
não quero muita coisa não quero brinquedos,objetos,acessórios etc não quero nada nada desses brinquedos mudaria meu natal por que ele já é especial por que eu sempre estarei reunido com minha familia e amigos e eu não os trocaria nem por um celular mais caro do mundo por isso não quero nada apenas o necessario!

Tudo é fútil

De nada e de pouco estou cheio,
Pois o salário do nascer é o morrer.
Do que vale tudo o que está no meio,
Se no fim assim o deixa de ser?

O instinto leva-nos de mal a pior.
Porquê o esforço durante a caça,
Se quem caça espera outro maior,
Que de seguida melhor o faça?

Sinto-me completamente incompleto,
O vazio enche toda esta minha falha,
Porquê a procura tonta pela agulha,
Se morremos com ela e com a palha?

Tudo é fútil, não vale nada,
E tudo o que há de ser,
Será cheio de um nada
Que nunca há de ter.

Nada importa
Se não estiver alegria
dentro do meu ser.

Eu não sinto nada,
Meu coração nem parece que bate.
Mas assim como a água
Tenho reação,
E minha reação me faz viver
Nesse mar de pessoas
Com sentimentos
Que me levam a pensar
Como é sentir tanta dor e ainda continuar?
Não sei responder essa pergunta.
Médico por favor, me dê um pouco de humanidade
Um pouco de coração com empatia e igualdade!
Não aguento mais não sentir nada,
Porque mesmo com a morte, meu coração ainda bate.

Poema de desamor.
Na janela da tua existência, não pretendo ser só mais uma. Sou antes inteira, viva, voraz, a posição que me colocas, é senão ínfima, outrora dúbia, ante o querer e o desquerer. Tua presença me desqualifica, prefiro ser todo à quase nada. Sou todo só, única, certa do meu auto querer. Sou chegada, tu partida. Somente somos 1 num breve encontro, passagem. Não há o que perdurar...