Mar Liberdade
Uma jovem marujo está em alto mar. Ele se depara com a ilusão de estar estagnado ao avistar todos os lados do infinito azul. Ele sabe que incontáveis temporais irão surgir com intuito de afundar e danificar a sua embarcação, mas compreende que não há outra opção, senão resistir, abrir as velas, aprumar o manche e logo em seguida deixar o vento levar em direção ao porto. No porto, descobre que as pessoas não perguntam quantos vendavais ele teve que enfrentar, mas sim, se trouxe o navio. Ao seguir caminho, depara na reflexão de que os navios estão mais seguros nos portos, mas ascende um candeeiro: - não são pra isso que se constroem navios. Na sua última excursão, conclui: os portos são os nossos objetivos, os temporais são as dificuldades, o mar é a vida, a caravela somos nós e o vento são as mãos de Deus
"Deitada sobre o mar de estrelas me pego a pensar " onde a vida irá me levar ?" Acho que é uma pergunta feita por todos pelo menos uma vez na vida .É louco fechar os olhos e sentir o vento batendo no rosto e te trazendo pensamentos, alguns são sobre medo , outros sobre saudades , outros sobre o amor , na real , é apenas verdadeira confusão de uma mente que parou assim derrepente para pensar até onde está disposta a chegar "
O mar é lindo. Mas também pode ser cruel. Ele levou seu pai hoje, mas saiba que a alma dele, das profundezas do mar, cuidará de nossos marinheiros.
Essência
Sou da emoção
Sou noite ou dia
Sou café ou vinho
Sou mar ou poesia
Sou da paz
Sou deserto ou jardim
Sou preto ou arco-íris
Sou girassol ou alecrim
Sou do tempo
Sou choro ou alegria
Sou intensidade ou desistência
Sou silêncio ou companhia
Sou do sonho
Sou primavera ou verão
Sou música ou silêncio
Sou céu ou chão
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 24/04/2022 às 22:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
MUSA DO MAR
Sempre que você me olha
o meu corpo treme desejo
desejo de lhe abraçar
desejo de lhe dar um beijo.
Lembro aquele dia
nós dois e do pôr do sol,
seu corpo bronzeado
eterna poesia..
Você, musa do mar
divino pão dourado
e eu pobre mortal
escravo do pecado
Pierrot sem fantasia.
Lar de lamentação
mar de pesadelos que me buscam em meio a escuridão
vem e me pega a sensação de afogar
fico nessa terrível maré de azar
mesmo sem parar de nadar sinto que me afundo cada vez mais
indo e indo, bem devagar
tentando não me perder nas emoções, em meus versos, tentando sair do meu próprio universo
me sinto preso, me perco em desespero na confusão
essa é a dor de uma paixão
LUA AZUL NO FIRMAMENTO
Lua cheia! Sim, azul da cor do mar
Símbolo que resplandece beleza
Leveza que eterniza momentos românticos
Suaviza paixões pela vida
Rasga ventrículos, loucuras na selva
Derrama brisas de ternura
Colore meu final de semana
Estimula a derme do meu prazer
Brotando sintomas radiantes de deleite
Arrebata meus sonhos nas frias madrugadas
Soltando estilhaços de profundo néctar
Acalmando meus sentimentos exaltados
Pulverizando as raízes do meu plangente coração
A desabrochar firme e calma
A rosa vermelha do meu jardim da fantasia
Proporcionando a perfeita junção
Da beleza lunar com o brilho exuberante dos meus olhos
Anunciando um anjo protetor, sem amarguras,
O tempo se esvaindo no espaço atmosférico
Revelando a necessidade de amores verdadeiros
Tempo de amar sem limites
Sob o brilho da lua azul
A colorir o belo firmamento.
Ouço o som do mar e esse som me acalma.
Ouço o som da maré.
Ouço o som do mar.
Ouço o som divino.
Ouço o som da fé.
Eu vou viver
Pra ver o mar
Como se fosse a primeira vez
Ter gratidão por ser exatamente
Como Deus me fez
E num abraço me abrigar
Pra me sentir seguro
suor, lágrimas ou o mar
melhores formas de desabafar
o único jeito de se cuidar
quando você não cabe a nenhum lugar
você é a única pessoa a ser e estar
neste mesmo vão
nestas águas nem sujas
nem linpas
tão incerta quanto nossas vidas
que um dia voce apelidou de
" águas da ida ".
Como um vulcão em erupção
Tal qual um mar agitado
Assim é um quebrado coração
Que em ira é tomado
Quão solitário é meu pensar
As sombras que me cercam parecem me afogar
Tento fazer o que me pedem
E no fim, estes são os que me ferem
Tal característica, é perigosa
Depois de tudo, existe adaptação
Assim como uma rosa que se torna venenosa
E no seu perfume, incenso e combustão
Os anos passam e ainda não entendo
A vida parece sem sentido
Ou será que não percebo, que meus pensamentos são o grande perigo
Nossa realidade é uma percepção da mente
E diante de tantos seres diferentes, cheguei a conclusão
Que nós somos iguais por sorte
Não não não, é porque o nosso fim comum é a morte.
