Mandamentos
Jesus disse:"Se vocês me amam,cumpram meus mandamentos"!
O amor é adicionado à obediência e a obediência gera o valor de se fazer a Vontade de Deus.Cumprir a vontade de Deus amando a Deus sobre todas as coisas!
Deus nos deixou 10 mandamentos. No entanto, se eu pudesse colocaria mais um: "cada um cuida da sua vida".
Cuidado para não sermos o síndico da eternidade.
(CLARIANO DA SILVA, 2016)
O que nos salva? O sábado? Os dez mandamentos? Ou toda a Lei? Nada disto nos salva! Mas quem nos salva é Jesus Cristo! Sim Jesus Cristo que está em toda a Lei; Está nos salmos, provérbios, livros históricos e profetas, evangelhos, epístolas, Apocalipse! Ele é que nos salva! Anulamos a Lei então? Não antes confirmamos a Lei! Sim ! Pois a Lei é boa. O problema não é a Lei, mas o pecado do homem, que só Jesus Cristo pode tirar do homem!
[Páginas Restritas]
Mofando num arquivo,
Mandamentos esboçados,
Teu altruísmo destrutivo,
Afastando os ajuntados.
O costume prejudicial,
Foi meu único aliado,
Neste impasse desigual,
Sou um ogro e seu cajado.
Ficaste com o todo,
E com as docilidades,
Sei que sou escroto,
Tu és a polpa das beldades.
As Páginas Restritas,
Nas quais te fixei,
São feitas de Renúncias,
Incontáveis que enfrentei.
Foste minha seiva,
Nutrindo o entusiasmo,
Até escoar num ralo,
Fétido de espasmos.
Pra mim restaram labaredas,
Poeira e carvão. E fui reduzido
Ao refrão de uma composição.
Eu fui os teus gravetos,
Foste meu combustível,
Queimamos o recato,
Na fogueira indefinível.
As Páginas Restritas,
Nas quais te fixei,
São feitas de Recusas,
Incontáveis que enfrentei.
Enfrento e enfrentaria,
Tudo o que enfrentei,
Pra ter as páginas restritas,
Nas quais te fixei.
(Michel F.M. - Conectatum - Esplêndida Face Magnífica)
A Lei de Deus é um reflexo de Seu cuidado: os primeiros cinco mandamentos zelam pela honra devida ao Criador, enquanto os cinco últimos estabelecem as bases da dignidade humana. Neles, Deus protege a vida (não matarás), a integridade da família (não adulterarás), o direito ao fruto do trabalho (não furtarás) e a honra pública (não mentirás). Por fim, o preceito contra a cobiça atua como um guarda no coração, ensinando que a verdadeira obediência começa onde ninguém vê: em nossas intenções.
A verdadeira fé reflete-se em atitudes limpas, que honram os mandamentos do Senhor e respeitam a dignidade de cada pessoa.
A pregação do Evangelho está quase desaparecendo de alguns púlpitos, os mandamentos da mutualidade não existem mais, a espiritualidade está sumindo de algumas comunidades e uma parcela enorme daquilo que se chama “igreja” está funcionando por meio de entretenimento, performance, efeitos especiais e manipulação das massas via redes sociais.
A Graça de Deus não é dada para que sejamos salvos sem a obediência aos mandamentos de Deus. Ela é dada para que sejamos purificados e reconciliados de nossa desobediência, para podermos obedecer aos mandamentos de Deus.
O amor a Deus que ignora Seus mandamentos não é amor; é uma projeção de nossos próprios desejos, pois não podemos abraçar o Salvador enquanto rejeitamos o Seu senhorio.
O DUPLO MANDAMENTO DA CONSCIÊNCIA E DA FRATERNIDADE.
Estes dois mandamentos não representam princípios isolados, mas duas faces indissociáveis da mesma moeda espiritual. Cada um completa o outro, assim como o pensamento completa o sentimento e a consciência complementa a caridade. Aquele que mergulha sinceramente na própria interioridade descobre, pouco a pouco, que conhecer a si mesmo é também aprender a compreender o próximo. Não existe verdadeira fraternidade sem introspecção, assim como não existe autoconhecimento legítimo sem amor ao semelhante.
O ser introspectivo constitui o fundamento silencioso de toda virtude autêntica. Somente aquele que se examina consegue perceber as próprias inclinações, as sombras ocultas do orgulho, os mecanismos do egoísmo e as fragilidades que ainda aprisionam a alma às ilusões transitórias da existência material. O exame interior não é um exercício de vaidade intelectual, mas um ato de coragem moral. É a descida voluntária aos abismos da própria consciência para encontrar, entre dores e imperfeições, a centelha divina que jamais se extingue.
Ao compreender as próprias motivações, os medos ocultos e os potenciais ainda adormecidos, o espírito passa a agir com maior coerência, dignidade e autenticidade. A consciência desperta deixa de viver mecanicamente sob os impulsos exteriores e começa a orientar-se pelos valores eternos da verdade e do amor. Nesse processo, o ser humano percebe que não está separado da Criação, mas profundamente ligado a toda a existência por leis universais de afinidade, reciprocidade e evolução espiritual.
É precisamente nesse ponto que nasce a compreensão do “irmão”. O outro deixa de ser percebido como estranho, adversário ou ameaça. Reconhece-se nele a mesma humanidade ferida, os mesmos conflitos silenciosos, as mesmas buscas ocultas por sentido e paz. Cada criatura torna-se um espelho moral no qual enxergamos nossas próprias virtudes ainda frágeis e nossas imperfeições ainda não superadas.
A consciência desse vínculo invisível constitui a única ponte verdadeiramente sólida para o amor real. Não o amor condicionado pelas conveniências humanas, mas o amor espiritual que compreende sem humilhar, corrige sem ferir e acolhe sem exigir recompensas. Tal sentimento dissolve julgamentos precipitados e substitui a dureza moral pela fraternidade consciente. Somente quem se conhece profundamente aprende a exercer misericórdia legítima para com os outros.
O Espiritismo ensina que o progresso da alma não ocorre apenas pelo acúmulo de conhecimento intelectual, mas principalmente pela transformação moral. O autoconhecimento conduz à reforma íntima, e esta conduz inevitavelmente ao amor fraterno. Por isso, a máxima “Conhece-te a ti mesmo” permanece inseparável do ensinamento maior do Cristo sobre amar ao próximo. Ambas as verdades convergem para a mesma finalidade: a elevação espiritual da criatura humana.
No silêncio da introspecção sincera, o homem encontra não apenas a si mesmo, mas também a presença viva da humanidade inteira pulsando dentro de sua consciência. E quando esse despertar acontece, o amor deixa de ser mero sentimento passageiro para transformar-se em lei viva da alma.
“AMAR É RECONHECER NO OUTRO A CONTINUIDADE DE NOSSA PRÓPRIA EXISTÊNCIA ESPIRITUAL.”
Fontes fidedignas utilizadas: “Conhece-te a ti mesmo” presente na tradição socrática e comentado em O Livro dos Espíritos. O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente os capítulos sobre o amor ao próximo e a caridade moral. Obras filosóficas e espiritualistas de Joaquín Trincado. Traduções e comentários doutrinários de José Herculano Pires sobre introspecção e consciência espiritual.
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Por trás dos 613 mandamentos da Torá, há princípios que estabelecem relacionamentos que devem ser mantidos e outros dos quais devemos nos afastar. ✡️
Todos os mandamentos bíblicos são de natureza relacional:
→ Relacionamento com Deus
→ Relacionamento consigo mesmo
→ Relacionamento com o próximo
📖 Mateus 22:37–40
1 João 2:3
E nisto sabemos que o conhecemos: Se guardarmos os seus mandamentos.
“A obediência é a evidência de um relacionamento verdadeiro com Cristo”.
Os Dez Mandamentos
Enunciados a Moisés e inscritos por Deus em fogo em duas tábuas de pedra. Versão resumida dos mandamentos, que podem ser lidos na Bíblia no livro de Êxodo, capítulo 20, e em Deuteronômio, capítulo 5.
1. Não terás outros deuses diante de mim.
2. Não farás para ti imagem de escultura, não te curvarás a elas, nem as servirás.
3. Não pronunciarás o nome do Senhor teu Deus em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás, mas o sétimo dia é o sábado do seu Senhor teu Deus, não farás nenhuma obra.
5. Honra o teu pai e tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho, não mentirás.
10. Não cobiçarás a mulher do próximo, nem a sua casa e seus bens.
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