Maldição
"" Se contorça na cama
saudade é assim mesmo
é um querer, sem poder
é maldição
levanta, põe um lindo vestido
hoje é domingo
passe na igreja para rezar
e peça a Deus por nós
nós que um dia seremos um
um que não dará para saber
onde eu começarei
e você terminará
seremos nós, nós que não desatarão jamais...
A história e origem do homem branco carrega uma maldição no sangue, porque onde passa, destrói, mata e faz desgraças para eles e quem está perto. Essa é a maldição do homem branco, ser usurpador e morrer através do propio veneno e das desgraças que trás pra si mesmo
"Feliz Terça-Feira de unção onde Deus entrará em sua vida e transformará toda maldição em bençãos." #profético
—By Coelhinha
❝Que Jesus possa quebrar algemas, romper laços e palavras de maldição sobre sua casa, sua vida, sobre sua família. Que apartir de agora você so receba a paz e a graça de Deus sobre sua vida e em seu lar. Libertação espiritual. JÁ❞
—By Coelhinha
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
Que voz está ecoando na sua língua?
“Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.”
— Tiago 3:10.
Palavras dormentes.
Línguas ferventes.
Da mesma boca, maldição!
Da mesma fala, benção!
Eu grito contras as vozes na minha mente
Desejam meu mal de forma intransigente,
Perdido com pensamentos intrusivos
São tão abusivos,
Não posso deixar me dominar
Preciso parar de pensar
Não posso sucumbir
Preciso escrever para me distrair.
Falso jardim
Nem tudo são flores
Nem outra face, nem maldição
Nem tão feliz
Nem ode à tristeza
Flores e pedras nas mãos
- Falso Jardim
Maldita seja você, que lançou em mim a maldição do amor,
Me fez viciar nessa droga chamada você, como uma morfina que cura minha dor.
Cada toque, cada beijo, uma dose que entorpece minha mente,
Me fazendo esquecer das consequências, mergulhando na sua corrente.
Você é o veneno que se disfarça de cura,
Me envolve em seus braços, trazendo ilusão e loucura.
Sou prisioneiro dessa dependência, desse vício avassalador,
Cada vez mais entregue, cada vez mais sem pudor.
É como se a cada dose de você, a dor se dissipasse,
Mas depois que a euforia passa, a realidade me abraça.
É um ciclo vicioso, uma montanha-russa de sentimentos,
Que me deixa perdido, buscando um ponto de alento.
Maldito seja eu, por me deixar envolver nessa armadilha,
Por permitir que o amor se torne uma droga que me humilha.
Mas mesmo nesse tormento, busco a força para me libertar,
Para romper as correntes desse vício, desse doce amargo que me faz chorar.
Que a maldição do amor seja quebrada, que eu encontre minha paz,
Que eu me cure desse vício, dessa morfina que traz tanto solaz.
Que eu possa renascer, encontrar um amor saudável e verdadeiro,
E deixar para trás essa maldição que só me trouxe desespero.
Maldita seja você, que me fez viciar nessa ilusão,
Mas hoje, eu busco minha própria redenção.
Aprenderei a amar a mim mesmo, a valorizar minha própria essência,
E encontrarei a cura para essa dor, para essa dependência.
Que essa prece seja o início de um caminho de libertação,
De um amor que não aprisiona, de uma vida em transformação.
Maldita seja você, que me fez viciar nessa droga chamada você,
Mas hoje, eu renasço e escolho a liberdade, para finalmente me reerguer.
Eu não devo aceitar que minha inteligência seja uma maldição. Preciso, no entanto, compreender que parte da sociedade é equivocadamente abortiva.
A maldição do Senhor habita na casa do ímpio, mas a habitação dos justos abençoará.
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