Maldição
Não me vejo neste mundo, como se observasse tudo de fora, é quase como uma maldição, um poder, com todas as ignorância e maldades que convivo, é difícil ver uma luz no fim do túnel, quase impossível.
Introdução ao réquiem
Venham todos e prestem atenção
Vou falar sobre uma maldição
Alguns a chamam de vida
E outros de causa perdida
Sim é sobre os amores
E tudo o que ele traz
Nobre capataz
Que floresce todas as cores
Sentido do viver
Em fim sem sentido
Devora tudo que é detido
Pelo sentimento sem querer
Constante errante
Constantemente irritante
Irreversível atroz
Comumente a nós
O amor por vezes chega a ser uma maldição,porque quando a pessoa que amamos nos é retirada sem motivos cria a sede de vingança e a mesma vingança dará origem a outra.Criando uma sequência infinita
O Primeiro Adeus
Talvez isso seja um dom
Ou talvez uma maldição..
Mas não faz bem ao meu coração
Muito menos me traz algo de bom
Eu vou deixar de ser poeta
Eu vou viver ao Deus dará
Talvez Ele me mostre a violeta
que um dia você receberá
Este vai ser o último dos poemas
Pelo menos por agora...
Isso vai me libertar dessas algemas
que você colocou, minha senhora
Quero mudanças em minha alma
E não importe o quanto converso
eu não consigo manter a calma...
Este é o meu último verso
SOB O SIGNO DA MALDIÇÃO
Quando ela nasceu uma certa negra ave
De olho profundo, negro e abismal,
Grasnou, num ímpeto perverso e grave:
" Para ela, só o choro. Contínuo e mortal"
A pequena, ainda da vida nada conhecia
Mas já se entrevia na alma a cerne infeliz
De seus lábios raramente um riso se colhia
Um semblante depresso, num céu de giz...
Dela todos fugiam. Velozes. Enfada presença!
De certo,as almas sentiam o mal presságio
Amigos? Nunca. Só conheceu a indiferença!
Claro dia. Solstício de verão. Vida em renovo!
Nas mãos pálidas, a adaga.Um corpo. Sangria.
No céu azul ( Estranho) muitos viram um corvo!
Luz da campina ao alvorecer
Aclamam o anoitecer
Terra de maldição
Regozijam a solidão
Meu amor onde vou
Desnorteado estou pelo caminho
Há de ver o desembarcadouro lá no finzinho
Quero fogo para toda essa minúcia
Se desfazer de toda essa balbucia
E continuar a rimar
A fera vem botando para correr sem findar
Quer que todo mundo desapareça
Queimando os planetas para que esmoreça
Respirando gás
Rasgando a paz
Céu de brasa, portão da voragem
Queda sem fim na perdição sem coragem
Que seus filhos encontrem
E sejam cegos a dor e o sorriso
Para não se esbarrarem no salão
E que pelos portais da alma as correntes da animália
Possam segurar na eternidade minha anomalia.
Sou um ceifador
Que dirige a tangência
De viver preso
Na maldição da vida
Carrego um coração amaldiçoado
Perfurado por palavras cortantes
De um dia blasfêmico de verão
O sangue que pulsa
Não é meu
É a própria carnificina diabólica
Que rege a orquestra do medo.
A maldição da morte e da dor caiu sobre nós. Só tem esperança quem aceitar o sacrifício de Jesus. Não é uma esperança de não sofrer mais neste mundo, é uma esperança de deixar este mundo para não mais sofrer, esperança de viver eternamente com Ele.
Se a benção do meu ensinar repousa sobre aqueles merecedores da prosperidade; a maldição do não ensinar castiga os indignos.
Na cruz, Cristo se tornou pecado e maldito, para livrar o pecador da maldição e levá-lo para o reino do seu amor.
A fortuna pode ser uma maldição,
pois o homem abastado
não conhece o milagre
de se forjar da fé
e do trabalho árduo
sua porção diária
de mel, de sal, de pão....
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