Mais que uma Mao Estendida

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Aloysio Zaluar foi um dos maiores e autênticos artistas cariocas. mais geniais de seu tempo, com suas obras que focam na imortalização da tradição urbana carnavalesca violenta dos grupos dos Clovis de Sepetiba no RJ. Mestre Zalu, retratou e imortalizou o carnaval como disputa urbana da classe pobre, longe do foco das Escolas de Samba para os gringos vêem. A cultura carnavalesca visceral do cotidiano da violência carioca. Um gênio, em termos de cultura será redescoberto e valorizado para as próximas gerações.

No contemporâneo acredito bem mais em frases, aforismos, palavras reunidas em um pensamento do que em livros. Isto para expor dinamicamente minhas reflexões e conversas comigo. Creio sim na proliferação de mais bibliotecas para uma maior educação integral mas não só com livros que elas tenham discos, jornais, filmes, revistas, jogos educativos e centro de artes. Nenhum aprendizado é demais para formarmos melhor uma nova geração principalmente onde existem muitas poucas oportunidades.

Juan Miró e Paul Klee são as mais fortes referencias da arte moderna brasileira. Muitos dos grandes artistas modernistas se inspiraram em uma obra isolada destes grandes mestres e por identificação as tornaram tema de grande parte de sua obra, copiando, recriando, repaginando, colorindo, transformando e explorando a seu modo peculiar por infinitas vezes. Mas mesmo assim, por vaidade não revelam a ninguém sua fonte inspiradora sempre muito mais fácil dizer que chegou por sonho.

Hoje a Igreja Católica Apostólica, já ultrapassa mais de 2000 anos de historia e ainda não aprendeu perdoar, acolher, diminuir as diferenças, cantar, distribuir alegrias sobre a vida e compartilhar abundantemente as refeições. Sendo assim, ano a ano perde mais fieis felizes e livres só angariando poucos personagens, tristes, amargurados e ofendidos. Ainda não entenderam que Deus é vida para viver e conviver em liberdade. Admiro a alegria das Casas de Santo, e das boas vindas dos orixás. Se houvesse um orixá na Igreja Católica, de certo seria Nossa Senhora que acolhe os aflitos, sem nada julgar e confortar com o que mais se necessita por maternidade infinita.

Quanto mais escrevo
Mais dependente fico
Me perco nas letras
Escorrego nas frases
Mas como é saboroso
Ser seduzido por esse verbo
Que habitou entre nós

Para que tomar remédio, se vc tem a natureza para te curar😘
Muito mais saudável, natural e não tem contra indicação: se não utilizar em excesso...
Aproveite o poder da natureza que Deus deixou para todos

O nosso sistema nervoso é mais poderoso do que as nossas palavras e pensamentos

Porque ele é energia pura e pemite manifestar as frequências que está em nosso íntimo...

O Campo quântico entra em ressonância e materializa essa vibração que está em nossa mente.

Você é mais do que você pensar


Fique sem pensar


E respire o infinito


Dentro do teu ser!
Paz no 💓

Por colonização do Brasil logo após o descobrimento, que foi na verdade, pelos portugueses mais um tipo sórdido de ocupação e exploração, por que não se descobre nada que já existe, e com uma gigantesca nação indígena e uma rica e diversificada cultura dos povos originários, seguiu se a evangelização em "terras brasilis" e por conseguinte as primeiras escolas erigidas pelos sacerdotes. Sendo assim, nunca houve no inicio uma escola que não tenha nascido a sombra de uma Igreja e com uma pedagogia estritamente católica. Por conta disto, não existe a menor possibilidade de estudar historia no Brasil sem uma compreensão ampla e clara da própria historia litúrgica católica.

O momento mais difícil da minha vida serviu para moldar um caráter inabalável e inquebrável, ganhando resiliência e propósito através da dor.

Tal qual a natureza, não há nada mais lindo do que a diversidade dentro da unidade humana. O preconceito apaga belezas.

Se superar até o último dia sempre será um sopro a mais a sua dignidade em qualquer situação.

o dom de me apaixonar por você outra vez.

O mais estranho é que eu nunca terminei de me apaixonar por você.

Eu apenas fui mudando o jeito.

No começo, bastava pouco.

Um olhar demorava um segundo a mais e alguma coisa dentro de mim já encontrava morada. Uma conversa se estendia pela noite e eu descobria que gostava da maneira como você ocupava o tempo. Gostava do seu jeito, da sua presença, das pequenas coisas que, naquele momento, pareciam pequenas demais para saber que um dia seriam enormes.

Depois veio outra versão sua.

E eu me apaixonei de novo.

Não pela lembrança do que você tinha sido, mas por aquilo que você estava se tornando diante dos meus olhos. Algumas coisas mudaram. Outras permaneceram exatamente onde estavam. E eu descobri que também sabia amar suas mudanças.

Me apaixonei pela mulher que você se tornou.

Pelas novas manias.
Pelas novas palavras.
Pelos novos silêncios.
Pelo jeito diferente de olhar para determinadas coisas.

Me apaixonei pelo que aprendi sobre você e, principalmente, pelo que ainda não sabia.

Depois me apaixonei outra vez.

E outra.

E outra.

É quase engraçado pensar que eu poderia conhecer alguém tão profundamente e, ainda assim, continuar encontrando lugares desconhecidos.

Como se você tivesse sido escrita em capítulos que o tempo insiste em reescrever.

Eu volto para a mesma pessoa e encontro outra paisagem.

O mesmo sorriso, mas com outra história por trás.

Os mesmos olhos, mas carregando coisas que antes não carregavam.

A mesma voz, dizendo coisas que eu nunca tinha escutado daquele jeito.

E eu me apaixono.

De novo.

Não porque esqueci o que senti antes.

Justamente porque lembro.

Lembro de cada versão de você que passou por mim e percebo que nenhuma delas precisou morrer para dar espaço à próxima.

Elas ficaram.

Ficaram em mim.

E talvez seja por isso que o meu amor nunca pareceu uma linha reta. Ele se parece mais com uma espiral volta ao mesmo ponto, mas nunca exatamente na mesma altura.

Eu volto para você e sinto coisas que não sentia antes.

Presto atenção em detalhes que antes passavam despercebidos.

Entendo gestos que um dia não compreendia.

Encontro beleza em coisas que antes sequer sabia observar.

E penso que me apaixonar por você novamente não significa repetir o que já vivi.

Significa viver de outro jeito aquilo que ainda continua sendo você.

Eu me apaixono pela sua força.

Depois pela sua delicadeza.

Pelo que você mostra.

Depois pelo que guarda.

Pela sua presença.

Depois pela falta dela.

Pelo que você foi comigo.

Pelo que é agora.

Pelo que ainda está aprendendo a ser.

E continuo descobrindo maneiras.

Essa é a parte que mais me impressiona.

Eu poderia passar anos tentando explicar o que sinto e, ainda assim, bastaria você mudar uma pequena coisa no jeito de existir para eu encontrar uma palavra nova.

Um sentimento novo.

Uma forma nova de ficar.

Meu amor por você não precisou ser recuperado porque nunca foi embora.

Ele só ficou quieto em alguns lugares.

Esperou outras fases.

Aprendeu outras formas de respirar.

E quando você apareceu de novo, ele não precisou ser chamado.

Reconheceu você.

Como se soubesse exatamente onde estava.

E foi assim que aconteceu mais uma vez.

Eu me apaixonei.

Sem precisar esquecer das vezes anteriores.

Sem precisar escolher qual versão sua amar.

Amei a que chegou.

Amei a que mudou.

Amei a que permaneceu.

Amei a que eu conheci por acaso em pequenos detalhes.

E sigo amando a que ainda estou descobrindo.

Porque o que sinto por você não parece ter sido feito para caber numa única experiência.

Ele se repete sem ser repetitivo.

Volta sem ser o mesmo.

Recomeça sem ter acabado.

E toda vez que penso que finalmente entendi como é amar você, alguma coisa acontece.

E talvez não, com certeza, eu esteja muito ocupado sendo seu para me apaixonar por outra pessoa*

Você sorri de um jeito diferente.

Diz alguma coisa que eu nunca tinha ouvido.

Me olha por alguns segundos a mais.

E pronto.

Lá estou eu outra vez.

Me apaixonando por você.

Pela mesma pessoa.

Pelo mesmo amor.

Por uma versão que eu ainda não conhecia.

Assim mesmo, redundante como sou, e mesmo sendo.

E, pela primeira vez, não quero descobrir onde isso termina.

Quero descobrir quantas vezes ainda vou conseguir me apaixonar por você antes de perceber que, no fundo, nunca parei.

Tenho visto em mim mais das pessoas que por aqui passaram, me pergunto se o passado me prende por maldade ou por medo e vaidade de me esquecer completamente do estrago, que por mas vezes vivi e que também me causaram!

Bom dia!
O bom é encarar a vida com sabedoria, sem aborrecimentos, com mais tranquilidade ter compromisso de felicidade é não permitir trocar sua paz pessoal por tolices passageiras. Feliz terça-feira e bem vindo Setembro 🌻🌹🌧🌞

O que é a liberdade?
​Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
​Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
​Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
​Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
​Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
​A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
​Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?

O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
O futuro do país tá cada vez mais comprometido,
Na eleição, promessas, depois tudo é esquecido.
O povo sofre, paga a conta da inflação,
Enquanto escândalos estampam a televisão.
Helaine machado

Ir a igreja é importante, mas ser igreja é muito mais.

Não existe opinião mais construtiva do que a formação da sua consciência.🤝🏻

Meu ilustre candidato, o senhor é comprovadamente honesto. E dai? Isso não é mais que sua obrigação.


Benê Morais
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