Machuca
“As vezes a gente cai, machuca, quebra a cara, sofre, mas é preciso prosseguir...Levantar e avançar! A ferida com certeza sarará. Então vamos lá, persista há um longo caminho a percorrer, não adianta lamentar, esqueça as perdas, elas são insignificantes diante de tudo que você poderá ganhar, desapegue do passado, lagrimas não irão altera-lo, você ainda tem muito para conquistar, Deus sempre surpreende aqueles que não desistem, deixe que Ele reescreva sua história, entregue a Ele seus sonhos; transborde em esperança, troque a insegurança por confiança, elimine a dor, encha seu coração de amor coloque sorriso nos lábios, permita que Deus troque toda fragilidade por felicidade, alargue a visão, siga adiante, não tema os obstáculos, ultrapasse-os, cada passo a frente te aproxima mais da sua vitória!” Gil Camargos
O problema é que dói. Sufoca. Machuca. Incomoda. Mata. Sim, mata aos poucos. Tortura. Uma morte lenta e dolorosa. E uma morte silenciosa, para o mundo, claro. Porque pra você ela grita. Grita, machuca, te corrói, como ácido sulfúrico correndo em suas veias. E você sorri. Você finge ignorar, enquanto está sendo destruída. "Olá, tudo bem?" "Vamos tomar um café? Saudade de você." "E aí, resolveu aquela situação?" "Então, é que as coisas andam difíceis..." O mesmo diálogo. De novo? DE NOVO? Não, calma aí. Mais uma vez? Parece um déjà vu, daqueles chatos de filme cliche que passa na sessão da tarde. Respira fundo. Engole o choro. A cena continua a mesma. Tem roteiro e script, inalterados. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. "Tudo bem então, vamos esperar." Fim de diálogo. Vai pra casa. Chora no travesseiro. Uma, duas, três vezes. Liga pra amiga. Chora de novo. Mais uma vez. Reclama. Telefone apita. Mensagem. "Me preocupo com você, me desculpa." "Tudo bem, sem problemas. Te amo." Silêncio. Desliga. E dorme. Dorme fingindo estar tudo bem. Dorme com o peito em chamas, queimando de dor. O coração despedaçado, a cabeça a mil. Dorme com o peso do mundo nas costas. O medo do futuro incerto sufocando a garganta. E assim segue. Quatro meses de repetição. Quantos mais? Cinco? Dez? Um ano? Dois? Respira. Você não aprende mesmo, menina.
A verdade é que a vida real já machuca demais e, ainda assim, eu continuo sofrendo por amores platônicos.
Às vezes é melhor se perder em ilusões a tentar se encaixar em uma realidade em que o ego e desamor tornaram-se crônicos.
Quando alguém te machuca muita coisa muda ' muitas vezes seu sorriso nunca mais será o mesmo que daria antes quando ele te fazia sorri ' nossos olhos talvez não fiquem mais saltando e trêmulos com aquele brilho ao vê-lo talvez a voz não será mais tão suave ao respondê-lo ' talvez o toque dela não será mais tão delicado ' talvez aquele abraço nunca mais a toque e a proteja ' talvez aquele Amor nunca mais seja Amor !
Na boa, é muito foda viver em um mundo assim. Tem gente que só machuca os outros, tem gente que não sabe amar.
Eu Penso o Quanto Você Me Machuca, O Quanto Sofro Pensando Em Você e o Motivo do Qual Deveria Lhe Esquecer. Mas Mesmo Tentando Eu Não Consigo.
O amor, esse tal do amor, ele nos machuca né? Ele sabe o ponto certo de onde nos ferir. Mas sem ele o que é você? Oque somos nós? (um grande ser insignificante)'
Descalce do “sapato” que machuca, incomoda que á tempos não lhe serve. Entendo se me disseres que não se desprendeste por pura afinidade, beleza ou por simplesmente combinar com você. Não diga que não encontras outro igual, sendo que na verdade nunca procuraste algum que lhe seja adequado
“Diz a lenda que estamos sempre à procura da felicidade, mas o que mais machuca não é não encontrá-la, é quando encontrá-la, não dar valor e perdê-la.”
O que te machuca não é o amor, são as expectativas demais onde não existe, ilusões que criamos, confiança demais onde não merece e dedicação demais onde nada irá nos beneficiar. O amor são apenas coisas boas, sentimentos bons, simples coisas...
Ensinam muitas coisas as garotas:
Se um cara lhe machuca, ele gosta de você.
Nunca tente aparar a própria franja.
E um dia, vai conhecer um cara incrível e ser feliz para sempre.
Todo filme e toda história implora para esperarmos por isso:
A reviravolta no terceiro ato, a declaração de amor inesperada, a exceção à regra. Mas às vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão te deixar.
E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível.
Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro.
Talvez o final feliz seja só seguir em frente.
Ou talvez o final feliz seja isso:
Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança.
