Machado e Juca Luiz Antonio Aguiar
Quero contar uma história diferente,
quero contar uma história sorridente,
uma história que ocorresse com a gente.
Mas acho que ocorreu a muito tempo daqui,
numa cabeça muito diferente dessa aqui,
se não me engano numa Terra logo ali,
mas que de tão perto era como se não existisse.
As lembranças que jorravam me escondiam ali,
e de tantas tristezas as alegrias é que me levava
e levaria também a todos que fugiam de si.
Quero contar essa história como se fosse contos-de-fadas,
mas se fingir tanto assim a história logo acaba,
e de tanto sucesso seria como outrora, pirateada.
Mas essa história vem de uma época dourada,
vem de um tempo antigo que creio ser infinito,
contém mazelas pintadas em tons de destino,
possui nessa história muitas comédias,
delas fugir é impossível e ser feliz imprescindível.
Aqueles que fugiram não saíram do lugar,
aqueles que ficaram souberam bem aproveitar.
Mas penso que longe vou para perto me encontrar
e em um daqueles aproveitadores (da vida) me tornar.
Quero cantar uma história com tom de sinfonia,
quem essa música escutar ficará anestesiado,
por muitas razões os ouvintes sonharão,
por muitas razões os ouvintes viverão,
e nessa canção se identificarão,
e o sol no céu verão bilhar,
e uns aos outros amarão.
Quero contar uma história que não tem começo,
quero contar uma história que não se findará,
quero contar uma história.
Ivalente
Embú-guaçu SP Agosto/2006.
Twist, eu sei que existiu
Rock'n' Roll, não sei se eu vou
Não sei se a onda é samba
Se é moda ou tudo onda
Sol.
Deixa o sol tocar seu rosto;
Lavar sua alma;
Tirar esta agonia do seu corpo;
Quero poder relaxar com meus passos leves;
Com minha cabeça baixa;
Vendo os dedos dos meus pés;
Tocando a grama verde e a terra úmida;
Quero que este sol faça por mim o mesmo que a lua;
Que me de paz;
Quero fumar meu cigarro na beira de um lago;
Quero que água da chuva lave meu corpo;
E a brisa alimente meus pensamentos;
Quero estes momentos para sempre;
Sem medo nem preconceito;
Sem hora nem presa;
Quero apenas relaxar sob o céu estrelado;
Dormir quando tiver sono;
Deixar minha mente livre de preocupações;
E fazer o que me der na telha!
Trecho do Livro: A construção do eu na Modernidade,
Cap. 10 Pag. 83/84
O eu deixará de ser tomado como totalidade e, cada vez mais, tomará o aspecto de uma apresentação social, uma auto-imagem cultivada e civilizada que encobre, no entanto, algo mais que habita e constitui as pessoas e que elas procuram manter em segredo.
"Conhecer nossos defeitos pode ser interessante, mas as nossas qualidades também são muito importantes!"
Da fábula "O pé do pavão", de Sylvio Panza.
Tenho algo para mostrar ao mundo que somente eu sei, somente eu posso enxergar, o mundo so pode imaginar!
Não preciso mais da luz, pois enxergo as trevas em branco! Não tenho mais medo, não sou a luz nem sou as trevas!
Eu não sou cheio nem sou o vazio...
Não fico entre isso nem aquilo!
Sou algo que existe e sempre vai existir.
Sei disso porque existo e mesmo que não faça sentido continuo existindo.
01 de novembro: Dia de Todos os Santos! Agora que eu me lembrei de que hoje vou cobrar um velho devedor meu que me prometeu de pagar sua dívida no "dia de são nunca"!!!
Na minha casa tudo é bacana, tenho no jardim flores, jabuticaba, acerola, manga e banana! Bom demais da conta sô!!!
