Luzes

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Quando leu o livro, imaginou como seriam as luzes! Comparou com as luzes reais que conhecia. Teve a certeza que deveria continuar imaginando. Mesmo que as luzes reais não estivessem mais iluminando tanto, ele sabia que sempre existiriam na sociedade indivíduos que poderiam, ao menos, manter a luz acesa para sempre.

Inserida por AlessandroLoBianco

Sentado aqui na minha varanda, sozinho, olhando as luzes de tantas janelas em tantos prédios, e já na segunda taça de vinho, penso que a felicidade é uma palavra de difícil qualificação Comparada com uma cor, certamente teria várias nuanças. Pode significar o estado de um ser ditoso, contente, alegre, de sorte, enfim, um indivíduo satisfeito com a vida por vários motivos. E, nesta variedade de motivos, cabem várias reflexões. Sem dúvida, a felicidade é um estado de espírito e, por isso, muito pessoal e variável. De modo que a razão da felicidade de um, pode ser por outro ângulo, ainda que contrariamente, a razão da felicidade de outro. Exemplo: o portador da boa saúde, forte, belo, econômica e financeiramente bem, é feliz por estas circunstâncias; outro, doente, feio, fraco e pobre, por motivos de crença kardecista, pode se sentir satisfeito e feliz, por admitir pelo que crê, que ao reencarnar ele mesmo escolheu uma vida de sacrifícios, para purgar erros e faltas cometidas em vidas anteriores e, com isso, atingir a perfeição espiritual, para ele mais valiosa que tudo. É feliz por isso. Um outro católico praticamente por viver bem e agraciado por pedir e receber dádivas celestiais que lhe são proporcionadas por seu deus e seus santos de devoção, vive deitado no armarinho da gratidão e felicidade; outro, da mesma crença, levando vida de cão, sofrendo agruras; julga-se, também, conformado e feliz por considerar que tudo que sofre é um desígnio da divina providência e como tal deve entender como justo e aceita conformado e até agradecido. É feliz também a seu modo. Em outras palavras, o que é ótimo para uns pode ser ainda que em sentido completamente oposto, também aceitável para outro. Uma espécie de felicidade pelo avesso. O interessante é que este estado de espírito pode ser sentido, em certas circunstâncias, por uma coletividade inteira, ora sob o aspecto positivo, ora sob o aspecto negativo. Assim, a chuva diluvial que atingiu inúmeras vezes o Rio de Janeiro e, principalmente a Região Serrana, destruindo barracos nos morros e atingindo, também bairros elegantes da zona sul do rio; essa chuva que levou um prefeito a apelar para oração para que não mais chovesse, pois não tinha meios para socorrer os desabrigados, é, sob outro aspecto, a mesma chuva salvadora de vidas em todo o Rio, que poderá salvar os reservatórios, mais uma vez que, sob um terceiro aspecto, vivemos há décadas dos eternos políticos que assentam as nádegas nas cadeiras do congresso. O furacão que arrasta cidades, derruba torres, afunda barcos e mata muita gente nos EUA, considerado dos mais adiantados locais de progresso do mundo é o mesmo vento forte que no Saara, com o nome de Simum, refresca a atmosfera tórrida do Norte da África, estendendo sopro quente através do Mediterrâneo, temperando o clima de todo sul da Europa, considerado o ideal para o turismo da região. Como se vê, a felicidade não é facilmente definível. Tudo depende das circunstâncias. Enfim, as luzes acesas de cada janela desses prédios, tão distantes, continuam iluminando o que estou vendo agora. Tim Tim.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠Lhe digo, por você arranquei os trincos que prendiam meu coração, por você deixei as luzes acesas, e esperei, esperei, e muito te esperei, mais você não veio, agora desprovido de certeza fiquei, por solicitação de minha razão, pesso-te desculpas por ter lhe desejado mais uma vez, assim fico ciente que a mim você não pertence, mais insistirei eternamente nesta minha insanideis,

Inserida por JoseaNascimento

"E cá estamos, cobertos com luzes boreais, sob o véu da noite, nos ocupando um do outro. Tua voz dulcíssima, em entrelaços as cordas que junto a ti toco, como um rio tranquilo junto a luz dos astros, a ecoar e fazer vibrar a alma.
Um sentimento que se torna tangível quanto escuto tua voz, quando toco tuas mãos e te laço com o olhar. Eis que surge da profundidade dos teus olhos e sorriso, uma paz que me acalma. Por que isso precisa acabar? Ciente estou que terei de acordar, para minha infelicidade. Quisera eu ali congelar, viver de ti neste mesmo momento eternamente, mas ainda permanecerás aqui, no melhor lugar de mim que reservei somente a ti, meu amor."

Inserida por fabricio_ferreira

“OI”
Estive, já há algum tempo pensando, o que o neon tem a ver com fantasia? As luzes brincam nos nossos corpos desviam nossas atenções de mãos estendidas, de ambiguidades que de uma forma ou de outra ainda ainda chocam, porque não estão intrínsecas em tudo o que recebemos de berço. O neon brilha e tem seu fascínio, encanta a multidão e a subjetividade de cada um; e de cada solidão, engana; é o centro da cidade. A catedral imponente com suas torres, seu estilo gótico, as praças com seus artistas anônimos, as galerias com suas joias e suas lentes e cada um de nós como uma partícula única de um conjunto indecifrável de um jogo e cada gesto, cada olhar cada caminhar, cada vestir é uma linguagem, e nessa discussão do “oi, eu estou aqui” ninguém se fere ou será assassinado por absurdo que possa parecer cada presença. Até que mãos frageis de um olhar pálido de uma inanição eloquente grite por tua atenção, então a catedral badala seus sinos e o neon é como o clarão de uma bomba H arremessando seu cogumelo e estilhaçando vidraças de edifícios luxuosos, mas já nos acostumamos com esse tipo de explosões; nada que um suco e um salgado não resolva e voltamos ao fascínio do neon e ao flerte do “oi, eu estou aqui...” e mergulhamos de cabeça no consumismo que nos consome.

Inserida por tadeumemoria

Tons de outras luzes em outros firmamentos,
avestruzes em coberturas de grandes apartamentos,
sou quase criança e as danças induzem ao sentimento,
minha terceira face, mamute com asas de borboleta
minha terceira face borboleta com presas de mamute
seios grandes, seios pequenos, seios de todos os anseios,
amo as mulheres tristes e as alegres
eu as torno tristes para amá-las
pernas finas, pernas grossas
, pernas para todos os palermas,
tons de outros horizontes, de outros ontens , de outros totens
minha terceira face na primeira margem do sétimo céu
meus primeiros beijos com desejos de lua de mel

Inserida por tadeumemoria

EX-LAR

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Uma treva cavalga sobre as luzes frias
que refletem seu facho na ilusão dos olhos;
nas lacunas vazias que fazem saber
a verdade que ronda os limites da casa...
Belos móveis e quadros, paredes, enfeites,
boas fotos que mostram momentos vividos,
badulaques de vidro, copos de bom gosto
e vinagres; azeites; temperos; aromas...
Mas aquelas pessoas perderam a graça,
não há risos abertos, conversas floridas,
nem há vida nas vidas que jazem ali...
Dias nascem tão velhos das noites insones,
tanto sonho perdido na sombra e no vão;
na magia quebrada sobre o chão da casa...

Inserida por demetriosena

SAMPA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

São Paulo é mesmo assim:
fumaça, luzes, ruídos,
concreto, cores, garoa...
e as mesmas pessoas de nunca.

Inserida por demetriosena

LAMÚRIAS SOB AS SOMBRAS.
“Há luzes que não iluminam — apenas revelam a escuridão que trazemos por dentro.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando o ebuliente magna fremia, no íntimo das rochas que se formavam no planeta, as luzes migravam da imensidão, sob o alegre cintilar das estrelas mais próximas... O oxigênio da Terra se depurava, ante as águas correntes que implodiam do centro da vontade do Criador, dando lugar aos rios, aos profundos e vastos oceanos; Surgem as primeiras palpitações de vida material, em suas primitivas formas biológicas, ao silencioso respirar de algas e plantas...Nesse instante, meus amados, quantos de nós, espíritos nascidos, impolutos, partiam das mãos do criador? É bem verdade, que quando este orbe nos foi entregue, para que nele aprendêssemos e exercitássemos os ditames da Vida, as ”linhas” da nossa Historia já disparavam aceleradas, rumo ao progresso das nossas percepções...Não podemos negar as vibrações que nos chegam, o soprar do vento, a sublime melodia do universo, que jamais silenciara aos nossos sentidos imortais...A construção de uma energia através da música, atravessa uma “multidão” de esferas, antes mesmo de soar aos nossos “ouvidos”, isto porque, os sons, originalmente, nascem no brilhantismo do espaço infinito. Uma singela combinação entre os extra-sensores da matéria, e a harmonia do próprio universo do qual fazemos parte. Assim como podemos nos guiar através de uma luz que nos brilha a uma distância incalculável, à exemplo do poderoso Sol, que com seus raios nos aquece e nos vitaliza, podemos “mergulhar” no som do universo, pois ele está para ser ouvido e interpretado... Somos enfim, capazes de perceber, que através das “vozes” e dos “instrumentos” invisíveis, compomos a mais perfeita “orquestra”, no limite das estrelas, onde luzes e sons se fundem, para o avivamento do belo, e o despertar das consciências...

Inserida por sandronadine

...Luzes que brilham, que singram, que arrebatam... Fluidos que transformam, Energias que propagam... Na emancipação do princípio inteligente, Luzes são "vozes" que não calam, "centelhas" que não apagam...Ė bem verdade, amados, que mesmo na mais profunda escuridão, elas silenciosamente trabalham... Luzes são "pálpebras" que nunca se fecham, "polos" que se intercalam, "fagulhas" que "flecham"... Na grande composição do Cosmos, Luzes são "estrelas"... Estrelas que nascem e eclodem, "astros" que se alinham, na "polaridade" das vossas existências...

Inserida por sandronadine

Somos "luzes" espalhadas numa infinidade de "estrelas". Emitimos energia própria e constituímos frequências isoladas, na rica amplitude do universo...A energia pura gravita no sentimento que se auto-define, através da fusão elementar dos "pólos", pois a grande "Luz" se revela e nos abastece, incansavelmente...Nesse instante, abrem-se os nossos centros de força, em prol da Vida, e a favor da Humanidade...Tudo está em Nós...

Inserida por sandronadine

Luzes serão sempre luzes, e jamais serão ofuscadas pela "penumbra" transitória, ou mesmo, pela obscuridade resultante das nossas efêmeras paixões...Em qualquer tempo, ou em qualquer espaço na imensidão do cosmos, elas estarão sempre prontas para exercerem o seu papel, mediante um simples "Start" de consciência e ação...

Inserida por sandronadine

Hora de Fechar, abra todas as portas, e se permita cair no mundo. Acenda as luzes, sobre todo garoto e toda garota, última chamada para o álcool. Então termine seu whisky ou cerveja, você não tem que ir pra casa. Mas você não pode ficar aqui. Eu sei quem eu quero que me leve para casa. Tempo para você ir emborapara os lugares de onde você veio. Este quarto não será aberto até que seus irmãos ou irmãs venham. Então pegue sua jaqueta e se mova para a saída, eu espero que você tenha achado um amigo.
Todo novo começo, vem do fim de algum outro começo.

Inserida por droplets

Na Terra somos luzes, enquanto brilhamos, somos úteis.

Inserida por daianearere

⁠"As luzes da cidade, ofuscam as luzes das estrelas.
A sua presença, de felicidade, inunda o meu eu, que é só tristeza.
Abro mão de tudo, por ti, larguei minha avareza.
Só no castanho dos seus olhos, fui capaz de descobrir a real beleza.
Só o seu toque drena minha força, sua pele, o seu cheiro, são minhas fraquezas.
Você faz com que, nem meu próprio coração, me obedeça.
Você ofusca minha sanidade, turva por completo, minha clareza.
Você é para mim como as luzes da cidade, que ofuscam as luzes das estrelas..."

Inserida por wikney

⁠A Floresta do Silêncio

Em um canto remoto do mundo, longe das luzes da civilização, havia uma floresta antiga conhecida como a Floresta do Silêncio. Diziam que qualquer pessoa que adentrasse suas profundezas com o coração tranquilo seria capaz de desvendar os segredos da existência.

Leonete, uma mulher medrosa e desconfiada, decidiu aventurar-se na Floresta do Silêncio. Cansada de viver de teorias, ela buscava a verdade e acreditava na magia. Sentia uma necessidade constante de entender o que fazia tudo funcionar e como ela se encaixava no grande esquema das coisas. Com uma mochila nas costas e a mente aberta, ela se embrenhou entre as árvores altas e ancestrais.

Os primeiros dias na floresta foram desafiadores. O silêncio era avassalador, quase ensurdecedor. No entanto, aos poucos, Leonete começou a perceber as sutilezas da natureza ao seu redor: o som suave do vento nas folhas, o murmúrio dos riachos e o canto distante dos pássaros. Ela começou a sentir uma conexão profunda com tudo ao seu redor.

Uma noite, enquanto observava as estrelas, Leonete teve uma epifania. Ela percebeu que não havia distinção entre ela e o resto do universo; tudo fazia parte de um único evento cósmico, uma dança eterna de energias e formas. Compreendeu que o universo não tinha um propósito específico, mas que era belo e perfeito em sua simples existência.

Com o tempo, Leonete aprendeu a viver cada momento plenamente, sem tentar traduzir ou complicar o que acontecia ao seu redor. Ela entendeu que as coisas são como são e que o segredo da felicidade está em aceitar a simplicidade da vida. Assim, ela voltou para a civilização com um coração em paz, carregando consigo a sabedoria da Floresta do Silêncio.

Ela compreendeu que a verdadeira sabedoria é render-se à vida e deixar-se fluir com ela. Viver de maneira plena e autêntica significava acolher cada experiência sem resistência, permitindo que a vida seguisse seu curso natural. Leonete encontrou paz ao perceber que, ao se entregar ao fluxo da vida, ela era capaz de se conectar mais profundamente com o mundo ao seu redor e, assim, descobrir o significado verdadeiro da existência.

Inserida por fluxia_ignis

⁠Delicadezas são adoráveis... sensibilidades gosto de ter... todo o universo cria coroas de luzes Iluminando esse modo de ser.

Inserida por MirnaRosa

⁠Na dança suave da vida, um fotógrafo a caminhar,
Entre luzes e sombras, o coração a palpitar.
Um capítulo encerra, um amor que se desfez,
Mas na resiliência encontro força outra vez.

Nas lentes da vida, capturo a superação,
Cada clique, um passo em direção à redenção.
A separação, qual negativo a revelar,
Mas na revelação, a força a desabrochar.

O obturador da dor, em meu peito pulsante,
Cada lágrima caída, uma cena marcante.
A separação, um foco desajustado,
Mas na resiliência, um novo olhar é forjado.

As fotos do passado, um álbum a fechar,
Memórias que persistem, mas o futuro a esculpir.
No estúdio da alma, moldo a minha trajetória,
A resiliência é a luz, a guiar-me com glória.

Entre poses de tristeza, sorrisos ressurgem,
A cada revelação, mais forte me ergo.
O coração, como câmera, guarda o aprendizado,
Na força da resiliência, o amor é renovado.

No tripé da esperança, firmo meus passos,
Como um fotógrafo que encontra em seus traços,
A beleza da vida, mesmo após despedidas,
Na resiliência, a alma se refaz e se desdobra.

Assim, eu sigo, um fotógrafo resiliente,
Clicando a alegria que emerge, mesmo após o lamento.
A separação, uma paisagem no meu caminhar,
Mas na resiliência, um novo horizonte a se revelar.

Inserida por TchescoMarcondes

⁠Antes de dormir, faça seu cérebro acreditar que é noite, apagando todas as luzes, assim potencializando o sono.

Inserida por Luizdavi