Lutarei Ate o Ultimo Minuto

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E será o medo a consequência de quem foi corajoso e louco demais pra chegar até aqui? São dias em que eu queria desligar o pensamento, porque só existe uma coisa que eu temo mais que a minha loucura: a minha razão.

Inserida por katiacristinaamaro

O bom humor melhora até o que para o mau humor não teria chance de melhorar.

Inserida por Paulodbz

talvez por ter buscado de mais,ou quem sabe por ter acreditado muito....ate mesmo tido uma certa esperança nas pessoas,em mim mesmo, talvez por isso hoje sinto-me um total retardo por um dia ter tido esperança talvez por isso a cada maldito dia de minha vida isso se torne uma realidade maior,que isso tem um significado maior em minha existência,não sei...a penas tenho total a convicção que a tal "esperança" que um dia habitou em mim hoje não existe mais...

Inserida por liiiaaaa

Até com as pessoas mais desprovidas de inteligência podemos aprender, pois paciência é uma virtude.

Inserida por Fabioapdossantos

“Bobinha você em… pede desculpa até pelo que não fez.”

Inserida por josyannem

É tanto "eu te amo" falso, que fica até difícil saber quando é verdadeiro.

Inserida por josyannem

Lindo,quando conhecemos uma pessoa que não tem nada a ver,e do nada, viramos grandes amigos.Ou até mais!¨

Inserida por magoNumsei

Se veio até aqui ... leia o que realmente importa... leia quem sou!!!

Inserida por noturnors

Eu sou areia e você o mar, aos poucos foi me invadindo até que se tornamos um só!
Sergio Fornasari

Inserida por sergiofornasari

A vida é um trem e nós somos os vagões. Só nos resta saber até aonde iremos e o quanto de carga podemos suportar.

Inserida por BrunoPMarin

Sonhar é chegar o impossível ,fazer dele
uma realidade onde até mesmo a realidade
duvida.

Inserida por tudoazul

Cicatrizes
Até que ponto a dor que sentimos na carne se torna mínima comparada a dor da perda, da decepção, da desilusão ou ilusão?
Não precisei nem pesquisar sobre o assunto, para perceber que vai até onde, nem mesmo nós sabemos. Essa dor se instala em um músculo minúsculo, essa dor nos confunde entre Cabeça e Coração. Não sabemos em qual dos dois ela mora.
Talvez ela more nos dois.
Talvez ela more entre nossos dedos, nos fios de nosso cabelo. Na sobrancelha, nos cílios.
Não importa. De nada adianta os cientistas passarem anos pesquisando em que lugar do nosso cérebro estão os neurônios responsáveis pelas sensações e sentimentos se eles jamais irão saber como tira-los de lá.
A dor de amor é crônica. Ela não escolhe suas vitimas. Todos nós temos a nossa, e a única coisa que podemos fazer é esperar que o tempo feche as feridas e que elas cicatrizem.
Mas jamais confunda. O tempo pode cicatrizar os cortes mais profundos. Mas as cicatrizes, essas estarão sempre ali.
Você pode até fazer uma plástica nas cicatrizes da pele. Mas aquelas que ficam no fundo de nossa alma, essas são para sempre!

Inserida por Mayara1612

Quando o amor nos une de verdade, até o nosso silêncio conversa.

Inserida por rosangelasvalencia

Do João até o Pedro,
Da Maria até Camila,
corpos de coca-cola
engradados numa fila
tem gente que desfila,
eu gosto é de folia,
a menina mais bonita tá vestida de alegria

Inserida por cartanamanga

E ela desce até o chão
com a roupa que ela quer
não precisa de um espelho
pra saber quem ela é
você fica de joelhos
mas não consegue nada
-Ela enfrenta sua moral
pois não acredita em papas!

Inserida por cartanamanga

Realmente, é muito difícil você se expressar por palavras, até quando elas mesmas não conseguem expressar oque você está sentindo. Quando eu falo dessa forma, é porque esse meu sorriso tem nome, esse minha esperança tem nome. Afinal, quem tem realmente um sonho tem que ir atrás, lutar até seu último segundo, para que nada depois seja dito: "poderia ter feito".

Inserida por Desconhecida1218

Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.

Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.

Inserida por melfronckowiak

Deixa-se coisas asseguraveis com as maos, mas coisas que estao no coracao pode ate se matar ,mas nao se deixa.

Inserida por Hercomachopal

Tem amor que é como vidro quebra facilmente,mas também tem aquele amor que é como ferro pode ate enferrujar, mas jamais se quebrará!

Inserida por LUANABEATRIZPINTO

Em época de eleições é comum ver políticos até em
batizado de cachorro, não se assustem se os verem
chorando em enterro de gatos..

Inserida por rubens357