Lutar por quem Nao te Ama
Nenhuma tempestade assusta quem vive uma tormenta dentro de si, mas quando conseguimos ver, mesmo nas ventanias, as borboletas se esforçando para bater suas asas, a esperança também insiste e resiste.
Só quem luta arduamente se cansa,
Só quem se quebra, se fere e tem cicatrizes.
Junte seus pedaços, menina, mulher guerreira,
Pois cada marca é um símbolo de força e resiliência.
Em setembro amarelo, lembre-se:
Você é luz, mesmo quando a escuridão tenta te envolver.
Levante-se, reconstrua-se,
E brilhe, pois o mundo precisa do seu brilho.
Se cada um tiver a sensibilidade de aceitar conselhos sem se sentir submisso ou apequenado a quem lhe orienta.De forma inconsciente e involuntária, quebrará o orgulho dando o recinto a gratidão.
Tudo pode mudar a qualquer momento para quem acredita que dias melhores virão, ésó respirar fundo e continuar caminhando acreditando que Deus está no controle da situação. A dor é insana, mas a gente luta do mesmo jeito com a certeza que logo a nuvem negra passará e em seguida dias de paz serão vividos.
Deus enviou seu filho Jesus para nos ajudar na dor. Ele entende nosso sofrimento, porque ele também sofreu dor e venceu toda a dor! Um dia, no Céu, não haverá mais dor nem sofrimento para aqueles que não deixaram de acreditar em Deus e permaneceram com a fé inabalável em meio as adversidades da vida. Mas, até lá, Jesus nos ajuda a superar as dificuldade nos presenteando sempre com dias melhores aos que crerem. Amém!!
No silêncio que precede o estrondo, há quem fure os próprios tímpanos.
Os fatalmente entediados não admitem perturbações que não o ruído seco das pás com que, diligentemente, cavam as próprias covas; e caso olhássemos nos olhos dessa gente, veríamos estampada a fronte melancólica da covardia.
Tudo em seu devido lugar. Quem se afastou teve seus motivos, assim como eu sempre tenho os meus. Deixo a porta aberta e meu 'seja bem vindo' a você, que aos poucos se aproxima, mas que fique bem claro: se for pra ficar, que fique por longos tempos. Se for pra ir embora, nem entre; porque agora a minha memória só tem espaço para o que há de melhor.
Quem deveria ser verdadeiramente nacionalista são os pobres, pois são eles que estão diretamente ligados à terra. São os humildes — como diz a própria origem etimológica da palavra: aquele que está mais perto do chão, do húmus.
Já os ricos não têm nação, não têm país. Podem se deslocar para qualquer lugar, a qualquer momento. Basta transferirem seu dinheiro, suas fortunas. Muitos milionários saem de um país assim que as coisas começam a piorar.
O pobre não tem essa opção. Não tem condições financeiras para fugir. Ele precisa ficar, resistir e lutar pela sua terra.
Quem invetou temos que viver o hoje e desprovido de sabedoria, a chance do amanhã existir ultrapassa 90%.
O Presidente quer mídia para estar na mídia e a mídia está dando mídia a quem na verdade está usando a mídia para fazer média.
Andar à velocidade da luz implica perda completa de massa – algo inconcebível a quem deseja manter suas moléculas unidas e sua integridade física intactas. Dito de outra maneira, de modo um tanto conciso (se eu dissesse "reducionista" assumiria minha incapacidade em fazer uso adequado da questão semântica), pode-se verter esse pensamento em um outro, com aspecto mais budista/objetivo possível:
Se você for muito rápido, perderá a oportunidade de conhecer melhor o caminho.
Quem se isola parece ter um medo crônico de ser rejeitado. Evitando traumas, buscando proteção, mas o resultado é o mesmo, o vazio é comum. Na escuridão, a rejeição, implacável, não faz distinção, deixa corações solitários, na mesma condição. O isolado, o rejeitado, ambos caminham sós.
A pessoa escolhe não se expor, a fim de evitar ser traumatizada por rejeições. Pare e pense, o resultado não é o mesmo? Quem é rejeitado por todos fica sozinho e isolado, a pessoa que voluntariamente se isola? O mesmo, não há distinção de resultados em relação àquele que foi rejeitado, estão na mesma situação. O seu maior medo está te deixando tão paralisado que você está se tornando exatamente aquilo que tem medo de se tornar. O receio maior paralisa, tornando real o que se teme, mas e se ousar sair do casulo incerto? A coragem pode te levar além do que supõe.
Você não tem nada a perder, e ninguém deve nada a você. Apenas um bom dia na rua, a alguém oferecer; cara a tapa, a gentileza que pode te surpreender.
Num mundo apressado, o essencial transformou-se em virtude. A gentileza, outrora apenas o básico, se tornou raro legado. Ser educado, qual teatro, fingimento aparente, para alguns, uma fachada, escada de vantagem social emergente.
Não culpe o mundo pelas suas deficiências, a gentileza ecoa em outras existências. Algum estranho, em algum lugar do mundo, ainda se lembra de você, porque você foi gentil.
O Direito é uma ciência que nos rege, mas quem são seus donos, quem decide o que ele protege?
Direito e poder, um jogo sutil, onde a lei é o véu que encobre a realidade, e as classes dominantes, em seu controle habilidoso, usam o sistema jurídico para manter sua supremacia.
O Direito é um instrumento de dominação. As classes dominantes o utilizam como escudo para manter o status quo, o poder, o escuro.
Fruto de um embate histórico e social, o direito é o campo onde isso se esconde. É um espelho da sociedade, onde as ideologias se manifestam. A história do direito é a história da luta, das classes em disputa pelo poder e pela definição do que é justo. Portanto, não há como negar, que o direito é um reflexo, de quem domina e quem vai lutar. Não é uma entidade neutra, é claro, mas sim um instrumento de controle, onde os dominantes estabelecem a norma, e definem quem pode, quando e onde; em última instância, pelo direito impõem sua vontade, enquanto os oprimidos lutam pelo seu espaço e sua liberdade. É na dialética do conflito que o direito se transforma, e a justiça surge como um ideal a ser alcançado.
A história do direito uma vez entendida como tal, também pode ser vista como uma história de resistência, como uma luta que continua, sempre renovada e atual, para que a justiça seja o horizonte da nossa emancipação.
A justiça parece cega, mas enxerga muito bem quem tem o poder, quem tem a força, quem tem o bem. E assim, as desigualdades se perpetuam enquanto o direito é usado para que elas fluam.
O Direito pode ser esse instrumento de dominação, mas também pode ser um caminho para a transformação. Cabe a nós delimitar qual será o seu destino.
A justiça, que deveria ser imparcial, na prática é influenciada pelos mais poderosos, que moldam as leis e regulamentos para favorecerem seus próprios interesses.
A estrutura legal é como um muro, que separa os que têm e os que não têm, onde os ricos e poderosos se protegem, e os pobres e desfavorecidos são condenados. Contudo, a resistência não está morta, há aqueles que lutam por mudanças, que buscam uma sociedade justa e igualitária.
Por isso, devemos olhar para além das leis, e questionar a natureza do poder para construir uma sociedade onde a justiça seja real, e o direito seja um instrumento para o bem comum.
É nesse embate que o direito transforma-se, de instrumento de dominação, a arma da libertação, para aqueles que ousam lutar, que se revoltam, e fazem da justiça uma questão de afirmação, um meio para a emancipação. Uma afirmação do direito, em essência, como um bem social, e não um braço de uma sociedade desigual, que antes usado para manter a desigualdade e os privilégios preservados.
O que é preciso? Despir o direito de toda a sua ideologia, e enxergá-lo como uma prática histórica e social que pode promover a autonomia. Deve-se voltar para a análise crítica, sem despeito, e entender como as leis se originam e se aplicam, e como os interesses das classes dominantes as influenciam. Enxergando o direito como ele é, uma construção que reflete as relações de poder e as lutas políticas de cada época, que moldam a sociedade e o seu viver. Nãocomo um conjunto de regras abstratas e universais, como um dado da natureza, mas sim um produto social que define o que é justo ou desigual.
Moço, a quem descobri tão intenso e sedento quanto eu
A quem a paixão guia e desgoverna vida afora
Moço feito de profundas levezas e amargas doçuras
Apaixonei-me por tuas imagens e por tua figura
E nesse meu modo narcisista de ser
Apaixonei-me pelo meu reflexo refletido em você
Por tuas inquietações e as formas de pacificar
Apaixonei-me por todas os modos de roubar-me o ar
E quanto mais te conheço, mais me vejo
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