Lua Sol Estrela

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Estávamos a sós
Eu contemplava sua companhia
Ela me contava como amava o "Sol"
E eu contava a ela o quanto admirava você
Ela era de fases , Eu era de gêmeos
E enquanto ela esperava outro eclipse
Eu esperava por você.⁠
Então naquele ponto, descobrimos que tínhamos algo em comum...
Nós esperávamos pelos "Eclipse" que o mundo dá."

Inserida por Lefralpgeminiano1

Estávamos sozinhos
Eu contemplaria sua companhia
Ela me disse o quanto amava o "Sol"
E eu diria a ela o quanto te admirava
Ela era de fases, eu era de gêmeos
E enquanto ela esperava por outro eclipse
Eu estava esperando por você.
Então, nessa altura, descobrimos que tínhamos algo em comum...
Estávamos esperando pelo eclipse que o mundo dá. "

Inserida por Lefralpgeminiano1

⁠(Insônia)

Passa sol, passa chuva, passa noite, passa o dia
Faça dia ruim, faça dia bom, eu vou estar lá
Parado

Em silêncio, toda madrugada eu preciso pensar
Sozinho

Entre os luares eu ouço os sussurros a gritar
Não escuto pelos ouvidos, eu escuto pela alma
Calo-me

Não falo com a boca, eu converso pelos olhos
Eu, papel e a caneta, nós estamos a conversar
Esperamos

As ideias são como a lua, estão sobre a cabeça
As letras e palavras vem toda hora me encontrar
Escrevo

A tinta riscando a folha motiva-me a não parar
Todos os anos de insônia com olhos abertos
Não durmo

Todo o sono mal dormido, sonho vivendo
Quando a poesia perfeita vier na madrugada
Eu poderei finalmente em meu leito descansar
Serei um poeta.

Inserida por RafaelRankzz

⁠Em tempos de luz, é necessário cultivares amizades, para quando a escuridão apossar- se do sol e do clarão da lua, tu não ficares sozinho.

121022

Inserida por J6NEMG

⁠Rompimento


Mais uma vez o sol rompe o atraso de uma noite,

Mergulhado em questionamentos a paixão ressurgi cheia de esperanças como no nascimento de um bebê,

Na invasão dos sonhos pobre é o coração que clama por mais um tempo,

Um desafio fascinante é jogado a mesa e no limite do antagonismo a lua pisca pela ultima vez revelando a sua fraqueza.

Inserida por Ricardossouza

⁠Não havia sonhos. Não havia amores. Já não havia belos anjos e muito menos flores. - Somente havia espinhos...e não havia mais ninguém naquele caminho. Já não se ouvia música. E no céu não havia estrelas ou lua. Um estranho nevoeiro denso cobria as ruas. E de repente um forte vento...um estridente grito de dor ... Tudo ruiu em um só momento. (O meu rosto estava coberto de palor !). Não havia cura. Não havia nada. Somente uma sepultura a beira da estrada...e ao lado, uma pequena navalha que fez o corte no pescoço santo que conheceu a morte sem ter um véu, uma mortalha,um sagrado manto... De repente eu via a imagem de uma donzela, radiante e bela que languida adormecia em meio a devastada natureza... Sua face parecia cheia de dor e agonia, medo e tristeza. Vi que em sua testa estava escrito em brasa a palavra POESIA. Tudo alí era incerteza ! Em nada mais havia encanto. E se ouvia os prantos de algumas almas suicidas, estranhas,amargas,frias... Já não havia mais almas puras. Era então a hora mais sombria quando anjos pálidos da morte surgiram por repentinas nuvens escuras. Eles tinham negros olhos e um terrível sorriso mudo. O tudo transformou-se em nada e o nada em tudo. Ali, naquele hora, morreu-se toda forma de sentimento. Já não soprou mais o vento... sangue, água,e lágrimas secaram... E os anjos pálidos da morte em meio aos vinhos,gritos e risadas levantaram a falecida donzela alada e fizeram uma profanada o*gi*. E então depois disso até mesmo os versos e as prosas se calaram ...

- E tudo virou morte sem POESIA!

Inserida por WendelBonatti