Longe

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⁠O rouxinol está
no meu ombro,
a rosa na mão
e você continua
dentro do coração.

Bem longe está
o pensamento,
a poesia subiu
o Monte Uhud
e o sentimento.

Sou a poetisa
dentro de ti
em escalação,
Rumi anda
dando a mão.

E assim te dou
o meu místico
amoroso silêncio,
e me possui como
favorito domínio.

Longe de ser orgulhosa,
nunca fui entusiasta
desta Guerra dos Sexos,
Também nunca imaginei
viver um conto de fadas;
Sem dúvida nenhuma,
sei que o amor é
uma construção diária,
e não pode ser ambígua
ou até mesmo solitária.


Dentro do que uns julgam
ser utopia romântica,
O tempo que passa
não me aflige ou opaca,
Se não for para ser amada,
prefiro a solitude honrada
do que viver autoenganada.

Parte de mim veio de muito longe
e outra parte nasceu enraizada,
Embora visivelmente não evidente
a minha realeza é ameríndia,
Absoluta como a Tapirira nativa
florescida celebrante em novembro.


Não sonho e nem vejo florescendo
fora da minha América do Sul;
os meus caminhos austrais conheço,
e deles abertamente me envaideço.


Os teus caminhos apenas respeito,
apenas não posso falar que
de volta ando recebendo o mesmo;
Caso tropeçares nos meus,
não espere nada menos do que reação,
Vivem em mim filiação, pacto e devoção,
que nunca irão na primeira embarcação.

De longe percebo os teus
olhos desejosos pelos meus,
Sensivelmente imagino
o teu rosto grudado no meu,
Os teus pêlos bem cuidados
acariciando com apego
sensualmente o pescoço,
O teu charme todo fogoso,
sublime e poderosos,
Os teus dedos luxuriosos
tocando o meu corpo
entre injúrias provocadoras
de êxtases e súplicas
como se colhe ternuras
e amoras-silvestres
sem se importar com alturas.


Parece sem nenhum sentido
que algo está porvir sem
explicação, solar e intenso,
com os ventos anunciando
escolhas, capturas e malícias,
Porém, com total pertencimento
celebração e do amor romântico
como do jeito que reza o juramento.

As rotas construo de muito
longe desde o primeiro dia,
O silêncio é terra fértil
para crescer como Calabura
da América Tropical
para alimentar com ternura
os seus pássaros
da liberdade profunda,
para se unirem com os meus.


A glória do amor e da vida
nos pertencem com todos
os contornos de cobiça
incontrolável para que adiante
estejamos enlaçados com
tudo o que pede um romance.


O teu aroma de Via Láctea
tem servido a memória
de maneira voluptuosa,
Segredos foram superados
por certezas quentes
que pedem tempo,
zero censura e exibição pública
típica dos apaixonados.


Diante dos prazeres ondeantes
intermináveis que teremos,
O oceano luxurioso quando
for necessário ser sussurrado,
nos manterá bem ocupados;
em vez de nos preocupar se
estão tecendo ou não comentários.

Longe de nutrir a languidez,
o que interessa de fato,
lado a lado é a insensatez
- sem nenhuma súplica -
para render-me à turgidez
sem temor e com tremor
insaciável mais de uma vez.


A forte pulsação inevitável,
o orvalho das nossas peles
sobre o celebrado leito paragem,
o embalo da contorção,
a fricção e a mútua arfagem,
sem precisar explicação
sobre o modo mais selvagem
acionado deliciosamente
em fruição e flutuação.


Sob uma Sete-capotes
em magnífica floração,
Ouvindo com o coração
a canção da aurora ao redor,
vendo o luar e as estrelas
pouco a pouco a brindar,
porque amamos o amor,
e dele não vamos desgrudar.

O rio que vem de longe
e abastece a minha fonte.


O Araribá-amarelo cobre
com flores a minha fronte.


Nós habitantes indeléveis
do amor e da paixão inoxidáveis.


Os pensamentos são iguais,
e estamos construindo a paz.


Não somos nuvens passageiras,
não tememos travessias inteiras.

Um sinal para sacudir para longe
a brutal colonização,
um único búzio preso no pulso,
na roupa ou no cordão,
Era a mística da fraternidade
pulsando no coração.


O sonho era de liberdade
compartilhado entre alfaiates,
soldados e intelectuais,
Em nome da igualdade
que ainda tanta falta faz.


O caminho foi aberto e sagrado
com o sangue dos seus mártires,
Que entregaram suas vidas
para a Nação se livrar dos algozes.


Mártires que se deram para que
pudéssemos sonhar e poder,
e a autodeterminação a Nação deter.


Se tivesse que eleger, sem dúvida,
elegeria por parentesco e mística:
a Conjuração Baiana como luzeiro
da Independência na constelação,
Porque nele mora o espírito inquebrável
que orienta do Chuí ao Caburaí à União.

Senhora de toda a poesia


Somos de muito longe,
mas não distantes,
Não importa o quanto
tempo demore,
Estamos do lado de dentro
no coração e no pensamento.


O quanto deverei
caminhar e quantos
degraus irei subir,
Não intimida
e nem desmotiva.


A minh'alma feminina
pela tua se encantou,
deseja ser cativa,
e senhora de toda a poesia.

"Hoje, lavagens cerebrais e de dinheiro são feitas sob a anuência de um Estado que, longe de ser laico, está nas mãos de grupos pseudoreligiosos."

Na floresta negra tem flores atraentes navios navegantes num mundo ao longe...
Luas separte os ceus a luz atravessa os ceus num estante o momento ganha o irônico do puro silêncio ate doi ver nebulosa...
As nuvens destilam a energia vinda outros mundos...
Meteoros vivem numa harmonia do caos que predomina...
Mesmo o frio na barriga no meio do abismo comença ser dilatado pela gravidade. A luz caminham sobre nossos pés cristais de gelo se forma.
O medo da uma passagem para curiosidade... sendo matou o gato...
Quem seria esse gato?
Sereias das cordas da vida seres flamejantes, cantam a vitória da vida,
Vemos micro cosmo como a semente da vida e as estrelas trazem vida aos mundos mais longes que imaginamos...
No silêncio cruel a vida prospera as virtudes caem e mundos que ainda não conhecemos.

Livro aberto é janela a brilhar,
leva a gente pra longe, sem precisar viajar.
Tem aventura, sonho e emoção,
cada página é um mundo na palma da mão.
Quem lê descobre, imagina e cria,
faz do saber uma doce magia.
No livro mora um amigo fiel,
que ensina a voar sem sair do papel.

Dói mais ficar longe de você do que admitir que errei. Me desculpa por tudo? Sinto sua falta em cada segundo.

Um grande amor não se define pelo estado civil, mas pela eternidade do querer. Mesmo longe dos olhos, você nunca sai da minha mente. Onde o pensamento se encontra, a saudade vira presença.

Muitos me julgaram de longe, mas ninguém caminhou comigo na dor. Reconheço que caí, mas me levantei limpo. Venci o vício sem máscaras e sem a falsa caridade de instituições vazias. Só Deus e a minha perseverança sabem o que passei para deixar de beber e fumar.

Não sei se o tempo parou ou se ele apenas se arrasta para me torturar, mas cada minuto longe de você parece uma eternidade solitária. Meu peito já não consegue mais guardar o peso desse amor.
Tenho saudade do seu toque de uma forma que as palavras mal conseguem descrever. Sinto falta da sua presença, do seu cheiro e da certeza que só o seu abraço me dá. O tempo — esse mesmo tempo que dizem curar tudo — tem sido cruel; ele me mostra o quanto os meus dias são vazios sem você ao meu lado.
Como os rios solitários que correm desesperados para encontrar o mar, minha alma corre em sua direção. Eu suspiro pelo momento de voltar para casa — e minha única casa é você.
Você ainda é minha? Por favor, me diga que sim. Porque eu ainda sou, irremediavelmente, seu. Eu preciso do seu amor mais do que nunca. Peço aos céus todos os dias para que tragam você de volta para mim, e que o façam depressa.
Estou chegando, meu amor. Espere por mim.

O difícil não foi me afastar de você; difícil mesmo foi me convencer a ficar longe de quem eu mais queria estar perto. Talvez seja exatamente isso que me dói.

Percebi que fugir não tem funcionado. Caminhei para longe, tentei encontrar um lugar onde o sol não me lembrasse do brilho que perdi, mas parece que, não importa a distância, eu sempre acabo voltando para aquele 'coração de pedra'.
​É difícil admitir, mas eu ainda preciso de tempo — um tempo que o relógio insiste em não me dar. Tento fechar os olhos e reconstruir o mundo com outras cores, mas toda vez que você aparece, meus disfarces caem. Tento me esconder, tento fingir que superei, mas quando nossos olhos se cruzam, percebo que ainda sou aquele mesmo homem desarmado.
​Sabe o que é pior? O silêncio que fica quando você sai do quarto. É como se o ar fosse embora com você. Sinto-me murchando, exatamente como uma flor que foi arrancada do solo e deixada sob uma chuva gelada. Esta cidade parece tão fria e vazia agora; às vezes me pego falando sozinho, tentando encontrar respostas nos ecos dos meus próprios gritos, mas não há nada lá.
​Eu só queria que você soubesse que estou tentando me encontrar de novo. Estou tentando deixar de ser essa rosa abatida pela tempestade. Mas, por enquanto, a verdade é que cada partida sua ainda me faz desabar em lágrimas quando o dia termina.
​E dói perceber que, embora eu tente seguir um longo caminho para longe de casa, todas as estradas parecem levar de volta ao que fomos. O vazio que você deixa não é apenas a sua ausência; é a presença constante de uma saudade que não descansa. Estou aprendendo, da maneira mais dura, que não se cura um coração de pedra tentando quebrá-lo, mas tentando sobreviver ao frio que ele emana. Enquanto o sol se põe sozinho mais uma vez, eu sigo aqui, esperando o dia em que o meu mundo não murchará toda vez que você se for.

Eu percebi que fugir não adianta nada. Eu andei para longe, tentei achar um lugar onde o sol não me lembrasse do brilho que eu perdi do teu lado, mas não importa a distância: eu sempre acabo voltando para esse teu "coração de pedra". E a verdade é que a culpa de ele ter virado pedra é minha.
​É difícil engolir o orgulho e admitir, mas eu ainda preciso de tempo. Um tempo que o relógio parece que faz questão de não me dar. Eu tento fechar os olhos e fingir que a minha vida tem outras cores, que eu superei, que estou bem... mas é só você aparecer que todas as minhas mentiras caem por terra. Quando os nossos olhos se cruzam, eu percebo que continuo sendo aquele mesmo homem desarmado, frágil e completamente dependente do teu amor.
​Me perdoa. Me perdoa de joelhos por todas as vezes em que eu não soube valorizar o que a gente tinha. Eu carrego um arrependimento que esmaga o meu peito todos os dias por ter sido o motivo das tuas lágrimas no passado, por ter quebrado a tua confiança e por ter feito você se fechar desse jeito. Me desculpa por ter sido tão imaturo. Se eu pudesse voltar atrás e apagar cada erro meu, cada palavra torta, eu daria a minha vida por isso. Mas, ao mesmo tempo, eu preciso te agradecer. Obrigado, do fundo do meu coração, por ter aguentado tanto, por ter tido uma paciência que eu não merecia e por ter me dado os momentos mais felizes da minha existência. Minha gratidão por você ter feito parte da minha vida é eterna, mesmo que hoje eu só tenha as sombras do que fomos.
​Sabe o que é pior? O silêncio que fica na casa quando você vai embora. Parece que o ar sai do quarto junto com você. Eu me sinto murchando, igual a uma flor que arrancaram do chão e deixaram largada no frio. Essa cidade ficou vazia, sem vida. Às vezes eu me pego falando sozinho aqui no canto, tentando achar alguma resposta no eco dos meus próprios pensamentos, mas não tem nada. Só o vazio.
​Eu queria que você soubesse que eu estou tentando me levantar. Estou tentando deixar de ser esse homem destruído pela tempestade que eu mesmo causei. Mas a verdade nua e crua é que cada partida sua me faz desabar no choro assim que o dia termina. Eu não consigo ser forte sem você.
​Dói demais ver que, por mais que eu tente caminhar para longe, todas as estradas da minha mente me trazem de volta para os teus braços. O vazio que você deixa não é só a sua ausência; é a presença sufocante de uma saudade que não me deixa dormir. Estou aprendendo, do pior jeito possível, que não dá para curar esse frio tentando quebrar a pedra que você virou, mas sim tentando sobreviver ao gelo que ficou em mim.
​Enquanto o sol se põe sozinho mais uma vez, eu sigo bem aqui, no mesmo lugar, esperando o dia em que o meu mundo não vai desabar toda vez que você fechar a porta. Eu te amo, e vou te amar mesmo que o teu silêncio seja o meu castigo. Me perdoa por ainda te amar tanto.

Cansei de assistir ao teu sofrimento de longe. Sem sustos, sem jogos: se você quer um amor de verdade, desculpa a minha audácia, mas eu mudo a tua história hoje.