78 frases sobre livros para celebrar seu amor pela leitura
Porque mãe?
Porque mãe? Muitas vezes dizemos que criar um filho é ser mãe, mas temos em mente que várias são as formas de ser mãe, quando sabemos que mãe de acordo com o desejo de Deus, é a que recebe em seu ventre uma semente de seu amor, que durante nove meses o prepara com ainda mais amor, pois agora são dois amores gestando um outro, mas…
Que me perdoem as mães que têm esse privilégio e não dá o devido valor, tem mães que deixam seus filhos contra a sua vontade, é compreensível, muitas vezes conduziu-o até a luz, mas não carregou em seus braços por motivos aleatórios a sua vontade, essa foi mãe de verdade.
Tem pai que cria seus filhos por ausência de uma mãe, por razões mil, às vezes por não conseguir impedir, por uma trágica situação, mas tem os que assim o fazem por não pensarem nas consequências de uma separação, somente homens são, pães talvez, mas somente pai serão de sua atual geração, mesmo criando com afinco e dedicação, não fazem mais que sua obrigação.
Existem mães que nunca deveriam ser, pois foram escolhidas e decepcionaram Deus em sua missão, receberam do Criador tão grande louvor e disseram não! Tiveram a chance de criar um novo ser que pra Deus tinha muito valor, mas não foi capaz de manter isso em sua mão, às vezes até causando muita dor.
Tem mães que por consequências desagradáveis e até trágicas, ou violentas, tiveram de se conter, mas ao sentirem esse ser crescendo em seu ventre, amaram mesmo não sabendo de onde vem a semente, só importando que fará desse intruso um milagre para muita gente.
Tem mães que escolhem ser Mãe, amam a toda criança que em seus braços lhes põem, dedicam suas vidas para criar esse ser, que nem dela nasceu, mas através do amor, a ela vai pertencer e vai crescer e homem ou mulher de caráter vai ser.
Tem muitas formas de ser mãe, mas somente uma tem valor para o Criador, aquela que cuida do ser que Deus lhe confiou.
JC Gomes
Adolescente, quem sou?
Adolescência, fase confusa da vida da gente, tem dias que simplesmente estamos contentes, tem outros que tudo parece diferente, época da vida em que ninguém confia na gente, nos chamam de aborrescentes, mas não se colocam em nosso lugar para saber o que a gente sente.
Deixamos de ser crianças, mas não sabemos o que vem pela frente, adultos ainda não somos para decidir o nosso caminho, pois nem somos crianças para da mãe soltarmos a mão, mas não podemos decidir nada e nem tomar nenhuma decisão.
Sonhamos que tudo é possível, mas não mensuramos os perigos desta vida, como se fôssemos viver para sempre, arriscamos demais sem olhar para trás, não tememos o perigo pois somos adolescentes, e como sabem ninguém confia na gente.
Não planejamos ainda o nosso futuro, pois o que importa é o aqui e agora, pois logo tudo vai passar e se não aproveitarmos esse momento, pode ser que nunca o vivamos a frente, afinal em poucos anos toda essa história vai ficar somente na memória.
Que período louco vivemos nesta fase, sendo somente adolescente desde que não nos casem, pois somente ilusão é o que queremos manter em nossa mão, não pensamos em nada, justamente para não deixar a ilusão escapar, pois a realidade está logo ali a nos esperar.
Só não podemos cometer erros que a nossa vida vai ceifar, ou dias de dores que não podem em um ato cancelar, sendo assim devemos ouvir nossos pais para a vida longa prometida por Deus abraçar, e desfrutar de uma juventude com futuro e lembranças da adolescência cultivar e para o futuro prometido na palavra regozijar.
JC Gomes
Chegar ao fim de um livro é adquirir memórias que não são suas, de lugares que nunca visitou, cheiros que não sentiu, épocas que nem sequer era vivo, mas que ainda assim, te arrancam suspiros de satisfação por relembrá-las.
Emigrou da Itália, novo ainda, acompanhado de duas irmãs. Ficou em Niterói. Filho de um oficial reformado da Marinha, tinha, certamente, forte inclinação para a carreira Naval. No Brasil, porém, circunstâncias adversas não lhe permitiam satisfazer esse desejo, ser oficial da Marinha. Optou, então, pelo magistério, matriculando-se na Escola Normal de Niterói, onde os três obtiveram o diploma de professor primário. Tão grande já era seu amor pelo Brasil que, ao preencher o formulário para matricular-se na Escola Normal, mentiu e declarou-se natural de Campos. Falava à brasileira. Por falar assim, muitos dos que com ele conviveram, ainda hoje, desconhecem sua origem.Depois de lecionar durante muitos anos dedicou-se, após a jubilação, ao comércio de livros usados, os sebos. Jornalista, iniciou suas atividades no periódico manuscrito e composto em papel almaço pelos próprios redatores, valia, por isso, como prova de caligrafia dos "responsáveis", contou. Deixando de circular O Normalista, passou a colaborar em alguns jornais, evidenciando profundos conhecimentos sobres problemas educacionais apontando falhas e soluções. Prevendo a pouca rentabilidade da profissão de jornalista e, quem sabe, desiludido pela inoperância dos artigos que escrevia, frente à pouca sensibilidade das autoridades da época, passou a escrever apostilas de aritmética e geografia para o curso primário chegando a editar uma Taboada Elementar adotada nas escolas de Niterói. Era também de sua autoria um abecedário na qual as letras eram memorizadas já compondo palavras como ave, banco, casa, dado, etc. Livreiro, instalou-se na Rua Marechal Deodoro quase chegando à Rua da Praia, pelo lado direito de quem desce a rua, em frente ao antigo Tesouro do Estado, junto a antiga loja Rosa de Ouro. Não tinha auxiliares, ele mesmo abria a loja e invariavelmente encerrava bem antes do horário normal, segundo dizia, para evitar despesa com a eletricidade. Mentia para sair mais cedo e encontrar os amigos no Clube de Literatura da cidade, onde recitavam concursos de trovas. Foi dele a autoria da primeira cartilha que li. Circulava lentamente entre rumas de livros, com um indefectível boné de seda preta na cabeça, marcando preços, separando livros por assuntos, colando folhas soltas ou rasgadas. Aos nossos olhos de criança, seu rosto parecia com os dos reis coloridos dos baralhos antigos. Após o almoço, dormia na cadeira, no fundo da livraria, por trás do balcão, com o abafado som de Nelson Gonçalves na vitrola. Não era raro, por isso, nessas ocasiões, o freguês bater palmas para acordá-lo. E, invariavelmente, restava a mim essa função. Bons tempos.
Mesmo que você leia e releia a Bíblia, ela nunca se torna previsível, pois sempre proporciona novas lições a cada leitura e continua a surpreender, diferenciando-se de outros livros que já foram lidos várias vezes.
Uma relação é como um livro, vários são publicados diariamente, mas só os melhores são lembrados. Escreva com coerência e inteligência, faça a história contagiar, para que o leitor nunca tenha vontade de ler a última página.
Ao contrario do livro que busca vários leitores, busque vender várias cópias para uma só pessoa!!
Os teus sonhos talvez sejam hoje apenas um papel no fundo de uma gaveta, mas nas mãos de Deus eles podem se tornar realidade.
Quando uma reflexão não é observada pelo lado de fora de sua análise, ela sempre terá um retorno reativo determinado por orações assindéticas e fáticas devido ao mundo de quem a expressa.
Força e confiança, só demonstram sua clareza de interior, quando esta sabe caminhar com o que chamamos totalidade humana em sua necessidade seja ela na crença ou assimilação sobre quem verdadeiramente somos e o porque nos é dado a graça de vivermos nesse plano.
Palavras só ganham sentido e vida quando é levada a sua numinosidade — isto é, a sua relação com o autoconhecimento de cada indivíduo, caso contrário, quanto mais reprimido for a coragem de se presentear com a autoanálise, mais difícil será administrar a felicidade alheia.
Saber dizer “NÃO”, vai muito além de uma adaptação na melhor forma que lhe convém para se dizer “SIM”, pois, demanda sentimento de maturidade e gratidão.
Virtudes, consideração e prudência, é o que determina a maturidade de uma pessoa para saber dizer “NÃO”!Não se diz “SIM” para gratidão . . .
“Gratidão”, se demonstra!
Todos precisamos de um refúgio mesmo que pareça estar distante; entretanto, alguns desses e mais importantes refúgios, estão dentro de nossa própria mente onde, a única barreira para ser atingido — é a “consciência”!
A resistência de uma autoanálise, é causado pelo escudo de argumentações sobre a natureza que melhor lhe convém em seu tempo! Sendo assim!
As doenças da mente são causadas pelo código de conflitos da carência de sua própria análise!
Se um homem indignar-se pela hostilidade de como a autoconsciência ao se revelar ocupa o lugar mais importante de sua vida, não lhe será fácil encontrar respostas simples devido à ausência de maturidade.
Devemos celebrar as grandes e pequenas conquistas sim! Mas não devemos cair na cilada do excesso de suas manifestações de alegria e júbilo do momento, transformando-o em alegria do presente, sendo este comemorado no passado!
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