Livro da Vida

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⁠Não há nada comum ou insignificante na vida cristã.
do livro: Frases cristãs Vol.9

A vida é como um livro, em cada capítulo o personagem enfrenta dificuldades, nunca se sabe o que acontece, mas Deus é o autor da história desse personagem.⁠

"Poder escrever seu nome é pouco; ter seu nome no Livro da Vida é Riqueza Trilionária."

“Aquilo que não observamos em nós passa a governar silenciosamente a nossa vida.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Presença não é isolamento; é enraizamento no instante em que a vida acontece.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vida não exige que sejamos previsíveis; exige que estejamos presentes.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O luto honra o amor, mas não precisa apagar toda a luz que ainda permanece na vida.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vida não precisa ser fácil para ser bela, nem perfeita para ser digna.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠A paz é um café que fumega lento,
é o livro aberto, o som do nada.
É ver que a vida, em cada momento,
mesmo sem brilho, é iluminada.

O melhor da vida acontece no desvio, quando o imprevisto encontra espaço para aparecer. Um livro descoberto enquanto procuramos outro, uma rua encontrada porque erramos o caminho, uma música que chega no meio do silêncio, um encontro que acontece por acidente.

"A vida é um livro vivo de poesia, literatura, filosofia, teologia e ciência; somos leitores e participantes deste livro vivo."

O ontem é página virada! E como num bom livro que não se vive uma mesma história duas vezes, na vida devemos olhar sempre adiante. Pois olhando para trás o mínimo que pode nos acontecer é tropeçarmos.

A alguns capítulos da minha vida que rasguei do livro, outros evito olhar ou lê em voz alta, porém a alguns que me permito usar como oração.

Queria ter a vida de um livro, ser lido, amado, compreendido, ser beleza e mensagem, viver, sem ser só de passagem.
Queria ser poema todos os dias, não apenas escrito, mas vivido.

Um bom livro não responde à vida; modifica as perguntas com que voltamos a ela.

Com meu livro e meu trabalho voluntário deixo aqui gravado uma página neste livro da vida.

Lemos errado o livro da vida e costumamos dizer que o mundo está de cabeça pra baixo.

Às vezes eu penso que a vida tem dessas ironias que dariam um capítulo inteiro em qualquer livro, mas como eu estou aqui, no meio do café da tarde imaginário com as amigas, eu conto do meu jeito mesmo, com aquele sorriso meio torto de quem já viveu coisa demais para fingir que nada aconteceu. Porque bullying e cyberbullying, minha amiga, só entende mesmo quem já sentiu o golpe vindo sem aviso. Não é drama de internet, não é frescura moderna, é dor que entra silenciosa e demora para sair.

Eu já passei por isso. E não foi em um tempo em que a gente sabia lidar com tecnologia, redes sociais, essas coisas. Era o começo do Facebook, aquela fase em que parecia novidade, quase uma praça virtual onde todo mundo chegava curioso. Só que enquanto eu vivia minha vida sem entender muito daquele mundo digital, outra história estava acontecendo nas minhas costas. Uma garota que também se envolvia com o rapaz que na época era meu namorado acabou criando uma página sobre mim. Sim, dessas páginas feitas para atacar, expor, diminuir alguém como se fosse entretenimento.

Eu só fui descobrir três meses depois. Três meses. Parece pouco quando a gente fala, mas imagina existir um lugar na internet onde estão falando de você, usando suas fotos, inventando coisas, colocando apelidos cruéis, e você vivendo normalmente sem nem saber que aquilo existe. Até que um dia alguém chegou em mim e perguntou o que significava aquilo tudo. E eu fiquei com aquela cara de quem não entendeu nada, porque realmente não entendia.

Quando eu fui ver… foi como levar um soco silencioso. Um texto enorme falando da minha vida como se eu fosse um personagem ridículo, dizendo que eu não tinha onde cair morta, inventando apelido inspirado em um ser de ficção para zombar de mim, distorcendo meu nome, expondo fotos minhas, e o pior, comentários de pessoas que eu conhecia. Pessoas que já tinham conversado comigo, que já me olharam no rosto em algum momento da vida, estavam lá rindo, participando, me chamando de coisas que ninguém merece ouvir.

Tinha mais de duzentas pessoas seguindo aquela página. Duzentas. Parece número pequeno para quem olha hoje a internet gigante, mas naquele momento era como se uma multidão estivesse parada olhando para mim no meio da rua, apontando o dedo. Eu lembro exatamente da sensação de dignidade sendo arrancada, como se alguém tivesse decidido que eu não merecia respeito.

Eu quis processar, claro que quis. Aquela revolta que sobe pelo peito quando a gente percebe que foi injustiçada. Só que a pessoa que fez aquilo era menor de idade na época. E aí a vida tem dessas burocracias que parecem um balde de água fria na indignação da gente. Não daria em nada. Foi o que eu ouvi. E quando a gente ouve isso, fica uma mistura de frustração com silêncio.

Mas tem uma coisa curiosa sobre as memórias. Elas não desaparecem. Até hoje, quando lembro de alguns rostos que estavam ali participando daquilo, ainda dói. Não dói como antes, não é aquela ferida aberta, mas é aquela lembrança que faz a gente suspirar fundo e pensar como as pessoas podem ser capazes de machucar alguém só porque a internet dá palco.

Ao mesmo tempo, olhando hoje, eu percebo outra coisa também. Eu não enlouqueci, eu não desapareci, eu não virei aquilo que disseram que eu era. Na verdade, eu segui vivendo. E talvez seja isso que incomode quem pratica esse tipo de coisa. A pessoa espera que você se quebre. E quando você continua existindo, crescendo, contando sua história, algo muda de lugar dentro da narrativa.

Hoje eu falo disso sem vergonha, porque quem deveria sentir vergonha não sou eu. Eu sei exatamente o que vivi. Sei o que senti naquele dia em que descobri tudo aquilo de uma vez só. E sei também que muita gente já passou por algo parecido e nunca contou para ninguém. Então se alguém estiver lendo isso e reconhecendo um pedaço da própria história, eu digo uma coisa bem simples e bem verdadeira. Aquilo que tentaram fazer com você não define quem você é. Define quem eles escolheram ser naquele momento. E isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.



ALINNY DE MELLO 30/03/2026

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Neste exato momento, se o livro da vida me concedesse um único desejo, eu não hesitaria: pediria para me transformar em um pequeno passarinho — discreto, de asas firmes e coração leve. Voaria pelos céus em silêncio, guiado apenas pelo desejo de pousar suavemente em sua janela. Ali, por breves segundos, eu te observaria com ternura, sem perturbar tua paz, apenas existindo na tua presença.

Mas não seria um pássaro qualquer. Carregaria comigo uma fragrância singular, sutil e envolvente — um aroma que ninguém mais poderia perceber, exceto você. Ao senti-lo, teu coração reconheceria, sem dúvida, que aquele instante, aquele voo, aquele perfume... era meu. Leoni T. Steil

“Esteja sempre pronto. Mas pronto para quê? Para escrever mais um capítulo do livro da sua vida. Você é o autor da história, mas não do seu desfecho. Não sabe quando virá o último capítulo nem como ele será escrito. Sabe apenas que todos os livros da vida compartilham o mesmo ponto final: a morte. O que existe além dessa última página permanece um mistério, inacessível à experiência de quem ainda vive suas próprias linhas.” — Leonardo Azevedo.