Livre para Voar sem Destino
QUERIA SER
O homem queria ser pássaro
E voar de verdade, e voou...
Voou com uma estrovenga
Foi a marte... Mas nunca!
Nunca ganhou a liberdade.
Antonio Montes
ANDORINHA
A Andorinha esquece o dia
Vai cansada de voar
Porque o sonho que perdia
Era ir além do mar.
Tanta vida por viver
Tanta rota por passar
E o que irá acontecer
Já não pensa em voar.
Nessa hora em que sofria
Pelo Céu silêncio e água
A Andorinha esquece o dia
Nos beirais da minha mágoa.
Ai que triste, amargurada
Já não voa, pobrezinha
Negra como a madrugada
Voa, voa Andorinha.
A vida não tem sentido se você passa os anos no mesmo lugar. É preciso mudar, voar pra mais longe quem quiser que te acompanhe, por isso prefiro que o Mundo seja minha companhia
Todos os dias quando acordo...
Tiro os sonhos da cartola e permito-os voar.
Tomara que um dia
eles consigam o céu beijar .
Não existem razões para cuidar, mil razões existem para libertar.
Voar, zarpar, deixe ir... cada um sabe o que faz da própria vida, seja pra sorrir, ou pra chorar
Todos os dias quando acordo...
Tiro os sonhos da cartola e permito-os voar.
Tomara que um dia
eles consigam o céu beijar .
Queria ter asas e voar
Queria ter sorrisos para te dar
Queria ter sonhos para poder realizar
Mais o que eu mais queria
Era ter forças para lutar!
Cada macaco no seu galho...
Havia nas Gerais um Aviador Coronel
De alma terna, viva, a voar sobre terra e mar
Chamava aos que se permitiam por ele amar
De “Cara Pálida...” e errado não estava
Homem culto, escorreito no vernáculo
De vasto conhecimento geral em cultura mundial
Desenvolto em continentais idiomas e ria-se de si
Quando conta se dava, por ter dito bobagem
Aprendi muito com o admirável Coronel
Vivente forte, experiente, ademais, era sábio demais
Prazer melhor não havia do que com ele estar
Fosse no Quartel, num canto de Minas ou outro lugar
Dizia, com certeza de causa e sabedoria
Que na vida tudo tem um porque
Porque há para tudo um rumo certo
Que nada funciona fora de ordem e sem afeto
Gostava, em particular, de uma canção que dizia
“Deve ser legal, ser negão no Senegal...”
E isso o reportava a uma imensa verdade
Que se resumia: “cada macaco no seu galho”
Fiava que lugar de lugar de médico é no hospital
Que lugar de cartola, bem ou mal, é no futebol
E de políticos, na política e, se assim não for
Para o povo, vida e destino acabam mal!
“O homem aprendeu a voar como os pássaros. Agora só lhe resta descobrir como fazê-lo no mesmo silêncio”.
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