Lisboa

Cerca de 787 frases e pensamentos: Lisboa

Todo homem conhece o seus limites, mas só Deus sabe que você é capaz. Ultrapasse os limites! SEJA FRLIZ!

Inserida por jhonlisboa

Impor limites é corrigir a si mesmos, nos dando possibilidades de errar, por ser humano. Com tudo, tendo em si a soberania da humildade de reconhecer e confrontar-se a não optar ao erro.

Inserida por jhonlisboa

Não adie a felicidade, não a deixe ir, nem tampouco se questione quando ela bater em sua porta.
Seja uma boa anfitriã.

Inserida por chelle_lisboa

Amasse
Seja você e afronte as repercussões das suas práticas não se assemelhe diante as comparações pois a sua vida não é regrada por fantasias.
Tenha a liberdade de tomar rédeas portanto tome suas vontades e sonhos complete-se com atitudes. Á medida que se ama a si mesmo é como irradiar e ensinar a todo mundo a te amar.

Inserida por LucasLisboaAL

Eu sempre ouvi falar
Na chegada de um Anticristo
Que vem vestido de anjo
Nas asas
Escondendo os chifres
Eu vejo isso todo dia
Antes do Apocalipse
Na sociedade impera
O poder e a vaidade
Pra subir paga e trapaça
Até a lei da gravidade... Poder e vaidade.
Liko Lisboa.

Inserida por liko

⁠Quando a noite parecia deserta
Passei contando as estrelas do céu
E quando o dia parecia solitário
passei colando uns brilhos no meu chapéu
Pra espantar a suposta solidão
Que espreitava a porta do meu coração
Como se eu fosse presa e ela leão...L Lisboa. Só (não solitário)

Inserida por liko

⁠A unidade de medida que quantifica a experiência do artista através de cada uma das suas obras não é a mesma que debita da minha conta. É um problema bem difícil e eu sempre fui péssima em matemática, não é atoa que sou artista!

Inserida por hilerien

Sob os pés dos vândalos
as pedras arrasam-se.
Do chão limpo os pacíficos
erguem torres bíblicas.

Os rebeldes, de árbitros,
destroem os ídolos.
Os dóceis, na dúvida,
valorizam as órbitas.

A fibra dos bárbaros,
a astúcia dos tímidos.

Inserida por pensador

A menina selvagem veio da aurora
acompanhada de pássaros,
estrelas-marinhas
e seixos.
Traz uma tinta de magnólia escorrida
nas faces.
Seus cabelos, molhados de orvalho e
tocados de musgo,
cascateiam brincando
com o vento.
A menina selvagem carrega punhados
de renda,
sacode soltas espumas.
Alimenta peixes ariscos e renitentes papagaios.
E há de relance, no seu riso,
gume de aço e polpa de amora.

Reis Magos, é tempo!
Oferecei bosques, várzeas e campos
à menina selvagem:
ela veio atrás das libélulas.

Inserida por pensador

Meu pensamento em febre
é uma lâmpada acesa
a incendiar a noite.

Meus desejos irrequietos,
à hora em que não há socorro,

dançam livres como libélulas
em redor do fogo.

Inserida por pensador

A cortina se estufa
quarto adentro como se viva
a primeira trovoada
reboa lá fora
o cachorro corre e
se esconde na escada
escura
a cortina se estufa
como se animada por dentro
da trama do tecido
o fole de um pulmão
que sugere:
nada mais
urgente do que inspirar
este momento
(nada:
nem mesmo um cortejo inteiro
de notícias ou poemas)
este momento
a tempestade em prelúdio
e o sopro
de lilases
que ela traz.

Inserida por pensador

Nos objetos fabricados pelos tuaregue
com seus poucos recursos
para o uso cotidiano
bolsas
selas de camelo
tendas
seria de se supor alma seca
alinhavada pela funcionalidade
no entanto eles os fabricam
intrincados
coloridos
lindos
com seus poucos recursos
cunhando
do deserto
um carnaval

Inserida por pensador

não sei de quem a mão
fantasma que esfuma
o meu rosto o meu tempo o reflexo
que me habituei
a confirmar aqui
não sei quem plantou
na minha cara uma outra
biografia

não sei ao certo
mas desconfio que essa neblina
no espelho
seja eu.

Inserida por pensador

Não contei meus segredos para o medo
Para me chantagear impondo medo
O escuro transforma em claridade
Se sinto saudade ou desapego
Seguro em sua mão e nada falo
Só para Deus eu conto meus segredos
Liko Lisboa.

Inserida por liko

Aldravia

relacionamento
quando
dança
tudo
vira
festa

Inserida por liko

Ela foi-se sem dizer que iria. Nem disse adeus, a importância não se importa.
Dedilho o meu violão sozinho e a música segue.

Inserida por EraldoLisboa

ALDRAVIA

à
canoa
furou
você
sabe
nadar

Inserida por liko

Carrego em mim o que não cabe nela, o que cabe nela não suporta o que carrego em mim!

Inserida por EraldoLisboa

⁠Quero não ter medo
Para poder ter coragem
De enfrentar o negror
Onde não há claridade
Quero não ser a gota
Que mácula o pranto
Nem a ponta fina
Que lanha no ponto...Liko Lisboa
Desafiando as garras.

Inserida por liko

⁠O Brasil não é pobre à toa. Isso aqui é trabalho de profissional! A gente faz um esforço imenso para ser um país pobre.

Inserida por bentojbbass

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