Linha Reta e Linha Curva
"A linha da sanidade habita no equilíbrio do fluxo e no controle da própria existência." Explorando a psique, a dor existencial e a busca pela clareza mental.
— Celso Roberto Nadilo
Mirar o azul do céu, e na linha do horizonte encontrar os tons do mar... inspira intensamente o sentir da minha alma que só sabe amar.
Projetos de alcance trilionário só atingem a verdadeira grandeza quando cada linha de código é pensada para salvar e transformar vidas.
Senhor Jesus, passa uma linha de proteção sobre os jovens, livrando-os das companhias que induzem ao crime, às drogas e ao mau caminho, e atraindo-os para perto de Ti, amém.
Eles eram versos de poemas diferentes, até que o amor os leu juntos na mesma linha e fez nascer a rima perfeita.
Deus, teremos um grande papo no fim da linha, no fim da minha estrada, teremos muito o que dizer um para o outro.
LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.
A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.
Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.
DÁDIVAS DA VIDA - LOUCO QUE FUI...!
O sol buscava a linha do horizonte e o manto escuro da noite já se espalhava pelos campos, quando o trabalhador deixou a lavoura e tomou o caminho de volta para casa.
Caminhava a passos largos com a colheita do dia às costas, quando notou que, em sentido contrário, vinha luxuosa carruagem revestida de estrelas.
Contemplando-a fascinado, viu-a parar junto dele e, quase assustado, reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lhe esmolas...
O quê? Refletiu espantado. O Senhor da Vida a rogar auxílio a mim, que nunca passei de mísero escravo na aspereza do solo?
Mas, como o Senhor continuava esperando, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e entregou ao Divino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.
O Senhor agradeceu e partiu.
Quando, porém, o pobre homem do campo voltou a si do próprio assombro, observou que doce claridade vinha do alforje poeirento...
O grão de trigo, do qual fizera sua dádiva, tornara à sacola transformado em uma pedra de ouro luminescente...
Deslumbrado gritou:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
* * *
O apólogo retrata um pouco da atual realidade da Terra.
Quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, no caminho dos homens, o Cristo pede cooperação para a sementeira do Seu Evangelho, junto ao Seu rebanho sofrido.
No entanto, nós costumamos agir como o lavrador.
Não estamos dispostos a ofertar a nossa dádiva em benefício do bem comum. E quando fazemos, damos apenas uma pequena migalha.
O Senhor da Vida não necessita das coisas materiais porque todas lhe pertencem, no entanto, solicita a nossa autodoação em prol da edificação de um mundo moralmente melhor.
Assim como o verme executa sua tarefa embaixo do solo, a chuva e o vento fazem seu papel no contexto da natureza.
Assim como o sol, a lua e os demais astros trabalham para que haja harmonia no Universo...
Assim como as abelhas e outros insetos fazem a tarefa da polinização, possibilitando a fecundação da vida... assim também o Senhor da Vida espera de nós a dádiva da polinização do Seu amor junto aos Seus filhos.
A pequena dádiva da paciência e da tolerância...
A esmola convertida em salário justo, dignificando o homem...
Uma migalha de afeto doada com sinceridade...
O sorriso capaz de despertar a alegria em alguém....
Um minuto de atenção a um enfermo solitário...
A palavra sincera capaz de esclarecer e consolar...
Uma semente de esperança plantada no coração de alguém que sofre... São nossas pequenas dádivas que se converterão em luz a iluminar nossa própria caminhada.
* * *
O Senhor da Vida está sempre a solicitar a nossa colaboração para que Seus objetivos nobres se concretizem na face da Terra.
Sabedores de que nossas pequenas dádivas se converterão em tesouros eternos, não as economizemos como o lavrador. Agindo assim não teremos que dizer:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
Redação do Momento Espírita com base no cap. Dedicatória,
do livro Cartas e crônicas, pelo Espírito Irmão X,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 9.7.2020.
FIGNER E D. PEDRO II — A LINHA HISTÓRICA DO FONÓGRAFO
Antes mesmo de Frederico Figner se tornar uma das figuras decisivas da história da gravação sonora no Brasil, D. Pedro II já havia demonstrado interesse pelas novas conquistas da tecnologia. O Imperador acompanhou, ainda na década de 1870, as primeiras demonstrações do fonógrafo no país e, em 1878, autorizou-se a introdução comercial do invento de Thomas Edison em território brasileiro.
A trajetória de Figner cruzaria essa história alguns anos depois. Em 1889, ainda nos Estados Unidos, ele conheceu o fonógrafo em San Antonio, no Texas. Fascinado pelas possibilidades comerciais do aparelho, iniciou uma trajetória que o conduziria ao Brasil. Em 1891, desembarcou em Belém com fonógrafos, cilindros e acessórios; percorreu cidades do Norte e do Nordeste realizando demonstrações e, no ano seguinte, chegou ao Rio de Janeiro, onde se estabeleceria definitivamente.
A aproximação histórica entre Figner e D. Pedro II, portanto, não deve ser entendida como uma relação pessoal, mas como a convergência de duas trajetórias na introdução e consolidação de uma mesma revolução tecnológica. D. Pedro II esteve entre os primeiros brasileiros a acolher com curiosidade e interesse as experiências relacionadas à reprodução do som; Figner, posteriormente, transformaria aquela novidade em empreendimento permanente, levando-a ao público, desenvolvendo o comércio de aparelhos e gravações e, mais tarde, criando a Casa Edison.
Existe, nesse percurso, uma curiosa passagem de bastão entre duas épocas: o Imperador que assistiu, maravilhado, ao nascimento de uma tecnologia capaz de conservar a voz humana e o imigrante que, anos depois, ajudaria a transformar essa maravilha científica em prática cotidiana no Brasil. A história de ambos se toca, assim, não necessariamente pela intimidade dos homens, mas pela história de uma invenção que modificaria para sempre a relação entre memória, música, voz e tempo.
Ser escravo de uma empresa não significa fim da linha para sucesso, cuidado com o imediatismo, até as musicas que cantas vai necessitar de uns 10mil kz que vem dos teus bocados 30milkz para subires amanhã é um investimento pessoal caro para o teu nível mas necessário pra os teus sonhos.
Bom conselho !
O futuro não é uma miragem que nos espera passivamente na linha do horizonte, mas a consequência imediata e visceral da sua coragem de romper com o passado aprisionador, de dizer um "não" trovejante àquilo que insiste em se manifestar como um presente indesejado. Não permita que a nostalgia de uma infância humilde, ou a dor de um erro pretérito, congelem a sua capacidade de avançar, a felicidade reside em construir o novo, desfazendo-se do peso dos excessos inúteis, as tristezas antigas e a compaixão malgasta por quem não merece.
Não se compare. O seu percurso é único e a sua linha de chegada também será, o caminho do outro é apenas distração no seu mapa.
EDUCAÇÃO E BEM-ESTAR: Uma linha de investigação da área de Educação
Educação e Bem-estar como uma linha de investigação científica da área de Educação fundamenta-se no fato de que:
O bem-estar de uma pessoa tem mais haver com o sector da educação do que com o sector da saúde!
