Linha Reta

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Lembre-se que após toda curva se volta para uma reta! Não abandone a meta!

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠"...- Não me aprendi estrada reta,
Fui-me pontes carregadas de atalhos.
Enxerguei partidas, mais cedo do que pulsar chegadas.
Vejo-me assim: Do afeto sou inteiro ou recomeço.
E só o sentir construído, como a palavra viva, me afaga..."
Carlos Daniel Dojja
Fragmento Poema O Fazer de Alguns
In Poema para Crianças Crescidas

Inserida por carlosdanieldojja

A justiça é sempre muito lenta,no entanto,ela é reta.

Inserida por ShalimarFarias15

⁠"O caminho mais justo para se transitar é uma reta. Não precisamos apagar a luz do vizinho para fazer a nossa brilhar, nem se aproveitar da ingenuinamente dos outros para levar vantagem. O caminho do trabalho, esforço e honestidade são sempre o melhor e tem a bênção de Deus"

Inserida por Ademarborba46

Sem um olhar sobre sí sua auto edificação não será reta , sem mastigar a si mesmo sua vida jamais terá uma boa digestão.

Inserida por flavio_s_silva

“BEM ESTAR E ESTAR BEM.
“A paz do Cristo não é a paz do mundo. É a paz da consciência reta, do dever cumprido, da fé inabalável no porvir.”
(Léon Denis. “O Problema do Ser, do Destino e da Dor”, cap. XXII)

Que aprendamos, pois, a buscar menos o bem-estar ilusório e mais o estar bem verdadeiro, cultivando a alma, praticando o bem e iluminando nossa consciência.

Frase motivacional:
"Quando tudo ao redor parecer desabar, preserve a sua paz. Porque quem está bem consigo mesmo não depende do mundo para ser feliz."

Inserida por marcelo_monteiro_4

LINHA DO TEMPO

Nossa linha do tempo está cheia deles,
Grandes marcos registrados como...

Momentos com Deus,
Momentos em família,
Momentos com amigos,
Momentos a dois.

Um sorriso marcante,
Um beijo desesperado;
E então, o encaixe perfeito!

Dos ardores
Dos sentidos,
Dos impulsos,
Dos frutos e desfrutos,
Laços e deslaço.

Não há lições para se aprender a viver. Viver é a lição principal e suas atitudes são as escritas que preenchem cada palavra, cada linha e cada página da sua vida.

Deus não nos dá a agulha das horas no aurorear do amanhecer, só para cerzir os rasgos, que por descuido fizemos no tecido rendado do tempo, mas sobretudo, para bordar um dia novo com a linha do recomeço.

Somos sempre obras em andamento,
e linha entre linha tecemos
o tecido da vida!

o sol da tarde caindo lentamente na linha do horizonte...e eu testemunho o êxtase do momento.

Paulinha foi pescar e perdeu a linha, o que sobrou?

ASAS DE PENAS

Asas de anjos vestidos de negro
Vida feroz de escolhas insanas
Trovoadas de desejo nas trevas
Grito sem voz desespero no peito
Silencioso eco no precipício rochoso
Desespero da espera sem chegada
Na chuva que chora a hostil trovoada
Perde-se o pecado no paraíso enlameado
Despe o nu do teu nu corpo sem esconder
No porão no fundo escondido está o grito
Perdidas sem luz estão as amarras da dor
Sufoquei todas as lembranças do desespero
Prendi o meu corpo matei perdoei a mágoa
Labirinto de teias, vida esquecida no caminho
Suave espelho envelhecido sem brilho no olhar
Reflexo dos anos rugas vividas do nosso rosto
Asas de penas perdidas de anjos vestidas de negro.

A linha tênue que separa a vontade de correr para chuva e lavar a alma, do desejo de mergulhar na nostalgia e me esconder dessa realidade complexa embaixo do edredon. O frio e meus desejos meio complexos, com seus prós e contras. #nandaribeiro

SEM ORAÇÃO

Passo as noites sem sono
Acordo dentro dos sonhos
Que eu não quero lembrar
Noites sem oração, só dor
Onde o sal das minhas lágrimas
Lembra-me a água que bebo
Nas solitárias noites de insónia
Sem ilusão da chuva confundida
Com o luto dos ventos livres
Ainda que ninguém me veja
Eu sei que Deus me sorri
Sempre como ninguém o faz
Perdi o sol dentro do peito
Tenho saudades das palavras
Que escrevo talvez gatafunhos
Que eu entendo, acalma a hiena
Dos meus próprios sentimentos
A minha pele arrepia-se com a dor
Vejo-me ao espelho e não sorrio
Sinto-me mais velha cansada
Tenho vozes dentro do meu peito
Das noites sem sono, sem oração.

SOLITÁRIO HOMEM

É um homem só, indeciso
Nos atalhos das serras
Devorador de mil caminhos
Olha para o seu presente
Mas não pode mudar o seu destino
Nos lugares solitários, entre as estrelas
Esquece o passado, ignora o futuro
Talvez os seus próprios objetivos
Independentemente das sementes
Que planto e deixo pelo caminho
Assediado pelo aborrecimento
Nas rotinas da sua talvez longa vida
Reza o seu velho terço, pendurado à cintura
Está cansado de tantos desenganos
Já sem paciência para a sua família
Caminha tantas vezes por zonas
Do seu próprio desconforto.
Onde é devorador das estradas de pedras
Fragas onde se perde nas sombras das colinas
Dos lameiros, das serras, dos montes
De olhar triste, anda em silêncio
Cansado da vida, tenta perder-se
Por terras que não aparecem no mapa
Homem solitário, onde a sua única
Companhia é um cajado já gasto pelo tempo.
Onde este solitário homem nunca esquece as suas orações.

Recomenda-se costurar corações rasgados com a linha do recomeço.

Fecha-me em tua capa, escreva-me em suas linhas, mas nunca permita que eu seja o teu ponto final.

Deus sempre escreve certo em linhas certas, as pessoas que insistem entortar a linha em que Ele escreveu.

NA LINHA DO CÉU

Cores na linha do céu,
Formatos na linha do céu,
Cerveja gelada...
Toalha na cintura...
Incenso queimando...
Você no pensamento...
Vejo o horizonte.
O sol partindo...
Cores de saudades...
Cadê você?
Estou aqui...
Estou sozinho.
A lua nascera...
Estrelas brilharão...
Luzes acenderão...
Cadê você?
Por onde anda?
Saudades de você.
Do seu corpo...
Boca na boca...
Corpo no corpo...
Do seu ser...
Cadê você?

André Zanarella 14-11-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4669248