Limpar a Casa

Cerca de 10916 frases e pensamentos: Limpar a Casa

⁠Saudade na casa do poeta, fica de fora.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Poesias na casa do poeta, são flores.

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⁠A lua, é a casa. De onde a poesia vem.

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⁠Um soldado na guerra, é um menino fora de casa, um desnorteado.

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⁠Se for sair de casa, ore.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

O amor é uma casa, onde quem chega entra.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

A minha casa tem paredes coloridas, e flores por todo o quintal.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

FUNDAMENTOS DOUTRINÁRIOS DO VOLUNTARIADO NA CASA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A Doutrina Espírita, em sua estrutura racional, moral e filosófica, estabelece que nenhuma forma de coação, direta ou indireta, pode orientar o serviço no bem. O trabalho espírita, por sua natureza, nasce da liberdade de consciência, do amor que se expande e da caridade que se converte em hábito moral. Qualquer tentativa de impor obrigações, sobretudo no ambiente de estudo, atendimento e acolhimento espiritual, contraria frontalmente os princípios codificados por Allan Kardec e aprofundados por autores fiéis à Codificação, como José Herculano Pires, Divaldo Pereira Franco e Raul Teixeira.

A seguir, aprofunda-se cada fundamento doutrinário, em rigor ético e lógico, citando fontes fidedignas.

1. Voluntariado, Amor e Caridade como Fundamento Moral do Serviço Espírita.

Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XV, item 10, Kardec define a caridade segundo Jesus como “benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias, perdão das ofensas”. Essa tríade exige espontaneidade moral, jamais imposição.

Na Revista Espírita (dezembro de 1863), Kardec afirma que o bem só tem valor quando praticado livremente, pois é o exercício da vontade que educa o espírito. Portanto, qualquer forma de “obrigação indireta” viola esse princípio.

José Herculano Pires, em O Centro Espírita, capítulo “O Problema da Direção”, reforça que a disciplina espírita é sempre consentida, nunca autoritária, pois o centro espírita “não é uma instituição clerical” nem admite hierarquias de imposição.

Divaldo Franco, em Diretrizes de Segurança, esclarece que “a caridade não pode florescer em clima de coerção, mas pede consciência desperta e amor ativo”. Raul Teixeira, em Plantão de Esperança, comenta que o servidor espírita deve agir “com alegria, jamais por temor ou pressão moral”.

Assim, o caráter voluntário do serviço não é recomendação moral secundária, é um pilar doutrinário.

2. A Lei do Trabalho: Fundamento Filosófico da Livre Ação do Espírito.

Em O Livro dos Espíritos, questão 674, Kardec pergunta: “Por que o trabalho se impõe ao homem?” Os Espíritos respondem: “É consequência de sua natureza corporal […] e um meio de desenvolver a sua inteligência”.

Na questão 683, a Codificação afirma: “O limite do trabalho é o das forças”, sublinhando que o esforço não pode ultrapassar a capacidade física, emocional ou psíquica do indivíduo.

A Lei do Trabalho diz respeito a toda ocupação útil, não exclusivamente às atividades do centro espírita. Portanto, transformá-lo em fardo, obrigação ou carga moral é contrário à lei natural.

Herculano Pires esclarece que “o centro espírita é uma escola livre”, e qualquer atuação deve respeitar a autonomia e os limites humanos, físicos, emocionais e espirituais.

3. Livre-Arbítrio e Responsabilidade Moral.

O Espiritismo afirma insistentemente que “a liberdade é o princípio, e a responsabilidade, a consequência” (O Livro dos Espíritos, q. 872).

Assumir um compromisso e não cumpri-lo é, sim, matéria de responsabilidade individual, mas não é prerrogativa da instituição impor peso, ameaça velada ou constrangimento. A moral espírita trabalha pela transformação íntima, jamais pelo medo ou pela imposição.

Raul Teixeira enfatiza que a postura doutrinária deve ser “educadora, não disciplinadora de maneira tirânica”.

Divaldo Franco, em diversas conferências doutrinárias, afirma que a casa espírita “é hospital, é escola, é oficina de almas, e não um tribunal”.

4. Acolhimento, Fraternidade e Ética da Convivência.

A fraternidade, segundo Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XI), é a aplicação direta da lei de amor. Um centro espírita que adota práticas coercitivas, mesmo sutis, rompe com o mandamento da tolerância e do respeito à diversidade das experiências humanas.

Kardec, na Revista Espírita (abril de 1864), alerta que “a unidade espírita deve ser fruto da convicção, não da imposição”.

A verdadeira direção espírita é aquela que acolhe, orienta, educa e compreende. Nunca força, nunca constrange, nunca impõe obrigações travestidas de “dever moral”.

Como Lidar com Situações de Coação Indireta no Trabalho Espírita.

1. Diálogo franco e fraterno.

A base da convivência espírita é o diálogo sincero. É aconselhável expor sentimentos, dificuldades e percepções aos dirigentes de forma respeitosa.

2. Autoanálise consciente.

A Doutrina propõe introspecção e responsabilidade. Reconhecer limites, desejos e possibilidades é necessário para um serviço saudável.

3. Estudo sistemático da Doutrina.

O conhecimento doutrinário liberta de equívocos, fantasias e práticas importadas de modelos autoritários alheios ao Espiritismo.

4. Buscar apoio quando necessário.

Em caso de persistência do problema, recomenda-se consultar órgãos federativos espíritas ou, se indispensável, buscar outro espaço onde reine o amor e o respeito à liberdade.

Conclusão: Servir com Liberdade é Servir com Amor.

A Doutrina Espírita é clara, objetiva e profundamente ética:
ninguém pode ser coagido a servir.

O trabalho espírita que nasce do coração ilumina;
o que nasce da imposição, obscurece.

Serviço espírita não é carga, é exercício de amor, prática de humildade e construção do reino interior. Quando os princípios da Codificação são observados, o centro espírita torna-se espaço de paz, aprendizagem, cura e fraternidade legítima.

Porque, como ensina Kardec:

“A fé verdadeira é aquela que se impõe pelo pensamento, não pela força.”
(Revista Espírita, janeiro de 1862)

Inserida por marcelo_monteiro_4

Banheiro de rua, nem abro a asa.
Banheiro de casa, urubu é cacatua.

Inserida por kikoarquer

⁠O Papai Noel estava na sala da minha casa, rindo e dando presentes para todos.
Eu estava lá olhando pra ele, olhando pra cima; eu era uma das crianças de boca aberta e feliz.
Ganhei um martelo de brinquedo. Ele era colorido e bem legal.

Entre as conversas de adultos e gritos dos meus primos, o Papai Noel se despediu:

- Tchau, amiguinhos !!!

Imediatamente corri até a porta de saída para ele me notar mais uma vez.
Só que o Papai Noel disse tchau e foi para o quarto do papai e da mamãe.

Corri super rápido atrás dele, desviando de pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta gente nessa sala, meu deus? Pergunta minha ansiedade.
Mas cheguei na porta do quarto e o vi entrando no banheiro.

- Será que o Papai Noel foi fazer cocô antes de ir embora?
perguntei pra mim mesmo enquanto esperava do lado de fora.

Esperei, esperei e a porta se abriu.
Foi o José que saiu,
José, o meu titio.

Ele não me viu.
Passou arrumando as calças, fechando o ziper e ajeitando o cabelo.

Estava claro pra mim. Agora tudo fazia sentido.

Lembrei das conversas de minha titia.
Ela já desconfiava, ela sempre dizia:
- José tem amante!

Mas, meodeos do céu.
Quem diria que o amante
fosse o Papai Noel.

Inserida por kikoarquer

⁠Boi de Reis

De casa em casa
na Epifania do Senhor,
seguimos os toques
do Boi de Reis,
Uns também chamam
de Reis de Boi,
Porque o Boi se junta
ao Reisado
em um momento
aguardado para ser
por nós celebrado.

Há Folguedos de Reis
ainda pelo Brasil
por todo o lado num
mundo que se esqueceu
que os Reis Magos
se chamavam Gaspar,
Melchior e Baltazar
e que a primeira
língua era o Menino
aprendeu era o arameu.

Lembremos da festa
que une a gente
da nossa amada terra
onde celebramos
o roubo do Boi,
a morte do Boi
e o Boi ressuscitado,
e que deixa uma boa
recordação no coração
de quem só pôde estar
até no meio da multidão
acreditando que pela
festa não será alcançado.

O Boi de Reis distribui
empolgação com
as cores e os toques
ainda até para quem
não acha que vai ser
capaz de ficar animado
com tudo o quê durante
o ano foi com muito
amor preparado,
É algo que não pode ser
explicado e que acontece
sempre que o Boi
se une ao nosso Reisado.

Não há mais como
apagar da nossa
memória que foi durante
o jogo de saias que
o seu olhar amoroso
cruzou com o meu,
E que pude perceber
o seu olhar brilhando
mais do que Ouro,
Para você eu digo sim,
porque você provoca
o melhor em mim.

Você me segurou com
delicadeza e cortesia
que até as catirinas
que estavam ao redor
perceberam o seu cuidado,
O seu perfume misterioso
que lembra algo de Mirra
ou Incenso desconhecido
ficou em mim grudado,
Percebi que você também
está muito apaixonado,
e que o amor está selado
como o Boi unido ao Reisado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠11/03

Agradeça pela sua casa,
pela sua Rua, pela seu Bairro,
pela sua Cidade,
pelo seu Estado
e pelo seu País amado,
Por mais que a vida seja
difícil mantenha
o afeto pela sua
origem sempre conectado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Cenário. 16.6.13 (11.55 h)
Manhã meio gélida.
Eu encima do terraço.
Pés encima do telhado da casa,
Fazendo deste telhado uma espécie de escabelo.
O sol aquece-me o corpo.
E este sol, junto com a estação meio gélida,
Cria um clima mui agradável.
Um vento entre algo perto do cálido e meio gélido,
Visita-me num instante!
E perdura por um momento.
Ouço logo o som da guirlanda,
Agitada pelo mesmo vento.
Leio uma poesia!
E isto tudo acontece-me estando a ler tal néctar dos deuses!
(A poesia).
O vento dissipa a pouca nuvem.
Vê-se a intensidade da aurora e o sol começa a aquecer mais,
Dissipando o frio.
Ao meu lado, um vasto e verde monte.
O aspecto da natureza, torna-se diamantino como seu exuberante brilho!
Meus olhos pasmos e reflexivos, a contemplar a exuberância da natureza.
Observo os pombos a voar.
Eu os observo a se alimentar.
Eu mesmo – contrariando a “praga” considerada urbana -, os alimento.
O que vivo, é uma espécie de senhor sonho na “imaginação imaginando”.
Como se o sonho estivesse imaginado este cenário, na própria imaginação.
É algo idílico!
Áh!
E poderia haver algo mais poético?

Inserida por FabioSilvaDN

Cuidado ao dizeres para mim: "fique em casa". Pois é arriscado ouvires uma voz tonitruante do além, lhe dizendo:

ISTO É PLEONASMO!!!


23.03.2020 às 20:35 h

Inserida por FabioSilvaDN

Quando entro numa casa lotérica e vejo na fila preferencial um monte de velhinhos, já lá na casa de seus 80 para 85 anos de idade ou até mais, com bilhetes preenchidos de jogos da loteria Federal, cheios de esperança em ganhar, viver e usufruir seu prêmio, penso se nisto não está a resposta de que a vida é realmente um preciso DOM! Que deva ser vivida até sua última gota.


09.04.2020. Às 19:25 h

Inserida por FabioSilvaDN

⁠Digamos que você tenha seis animais de estimação. Um deles é o teu predileto que não sai de casa de forma alguma. Já os outros cinco, transitam onde querem mesmo que você tenha o receio de que não voltem mais ( ou morram de alguma forma).
Percebe agora, o porquê Deus tem sempre uns "humaninhos" de Sua estimação que Ele nunca permite que saiam de Sua presença?
Qual desses "humaninhos" você é? O que vai para aonde quer ou o sempre detido em Sua "casa" ( presença)?


Inserida por FabioSilvaDN

⁠Das Profundezas de um Tormento


Caminhando pelo estreito túnel tenebroso,
Que conduz à casa do forte Hércules!
Deparei-me com um ser cuja existência, se mostrava nitidamente atormentada.
Tal tormento, para mim, mui conhecida,
Era na verdade ou parecia ser, um reflexo do que se passava em minha Alma!
Senti certa dose de paz ao perceber o tormento dele.
Mas, ao contrário de mim, ao me ver, perturbou-se ainda mais e sumiu; desapareceu sem ao menos eu o conseguir avistar! Misteriosamente!!!
Compreendi então que seu tormento,
me deu certa paz. E o meu tormento, aumentou ainda mais o seu.

Às 10h42 in 22.04.2024”

Inserida por FabioSilvaDN

⁠01/10

Ame a sua casa,
a sua rua,
o seu bairro,
a sua Cidade,
o seu Estado
e a sua Pátria
porque você
se você não amar,
ninguém vai amar você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sou uma casa
dentro de outra
casa que é o meu Brasil,
O meu Brasil é uma
outra casa dentro
dentro de outra casa
que é a América do Sul,
O telhado da América
do Sul é feito de parte
do telhado de outra casa
que é o Hemisfério Celestial Sul,
E a América do Sul
é uma casa que é vizinha
de outras casas do Sul Global,
Eu sou uma casa dentro
de outras casas assim
sou uma casa sobrenatural
do Norte ao Sul Austral.

(Sinal indígena ancestral)

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Flor-de-papel em cascata
em qualquer entrada
faz a gente se sentir em casa
não importa a cor,
O importante é sempre manter
ela bonita não importa onde
assim como o nosso amor

Inserida por anna_flavia_schmitt