Limite
Pele que me protege
Rasgões que levo todos os dias
Contornos meus
Limite de horas
Sinto um nervoso miudinho
As tuas mãos quero sentir
Meu corpo desposado á tua mercê
Sinto a tua felicidade transbordante
Os teus lábios muito bem pintados de vermelho
Os teus olhos vivos,pareciam elétricos
Tentado te dar um choque de prazer
A espera que me conquistes
Palavras que não quero que me digas
Explora-me como nunca me exploraram
Excitação crescente que renasce a cada toque teu
Perde a noção do tempo
Sufoca-me com o teu respirar
Quero me sentir especial
Acarinhado
Mergulha em mim
Mero observador do teu corpo
Imagina que será a última aula que te darei.......(Adonis silva)11-2018)®
O medo não está dentro de nós, tão pouco fora. Ele está justamente no limite dessa divisa entre o que está em nós e fora de nós.
A raiva nos consome quando damos asas a imaginação
O céu é o limite para a paixão
O amor é eterno se há comoção...
O tempo é mestre em mudar as pessoas. Assim, jamais limite seu direito à liberdade para agradar quem quer que seja.
Tudo tem um limite e devemos deixar de insistir em certas coisas, quando o nosso desgaste mental é a única consequência. É importante aprender a abrir mão de coisas que não florescem.
Em nome do respeito e carinho muita coisa é tolerada. Porém por mais tolerância que exista há limites. Quando essa linha é cruzada o que prevalece é o respeito e amor próprio, é priorizar-se, manter a autoestima, focar nas suas prioridades e no que que te acrescenta. Nessa fase o que os outros vão pensar é irrelevante, ter paz e ser feliz é o suficiente!
Insta: @elidajeronimo
Não limite seu conceito e atropele seu preconceito, a vida é muito curta para deixarmos de amar uns aos outros!
O medo é um limite que colocamos na nossa vida, como podemos ter medo de "sapo" se nunca tocamos nele. Como ultrapassar os limites se colocamos barreiras que nunca foram vistas ou sentidas.
O ser humano chegou no ápice de tudo, e estando nós nesse limite, não podemos modificar mais nada sem destruir tudo.
O limite diáfano
Movo-me nos bastidores da poesia,
e coro se de leve a escuto.
Mas o pão de cada dia
à noite está consumido,
e a alvorada seguinte
banha as suas escórias.
Palco só o da minha morte,
se no leito!,
com seu asseio sem derrame...
O lado para que durmo
é um limite diáfano:
aí os versos espigam.
Isso me basta. Acordo
antes que a seara amadureça
e na extensão pairem,
de Van Gogh, os corvos.
