Liberdade pra Mim e pouco
Se não tem tempo pra dar atenção, pouco procura fazer e nunca entender, tudo bem, eu entendo e faço igual. Não sou obrigada a sustentar um sentimento sozinha. Quando é metade, é um ''lance'', e dessa fase eu passei. Sinta a partir de agora a minha distância e quando amadurecer, observe juntamente com a plateia o meu romance. Reflita: ''Lance'' faz valer o momento, romance faz valer a vida.
Chuva lavando as almas...
chuva lavando as calçadas
E as ruas da minha alma
Trazendo um pouco de tudo
pra minha vida malvada.
Chega uma hora que o ser humano precisa de um pouco de insanidade, se não enlouquece por não enlouquecer.
Respire!
A vida pede um pouco de calma, mesmo quando você acha mais cheio de emoção e adrenalina, acelerar.
'É pouco entendimento para muito sentimento.
Assim não dá para explicar; o porque de tantos tropeços e acertos que a vida me pode dar.'
—By Coelhinha
O ultimo Brasil
Ó pátria pouco amada
Jogada fora chances,
Corrupção que não pode ser arrancada da vergonha,
Ó pais que desperdiça chances,
Ó pais que mata por dinheiro,
Ó pais que culpa o próximo por burrice,
Ó pais falso, quando mostra sua bondade,
Ó pátria desonrada, pátria suja! ,
Ó Brasil, por que prossegues assim?
As pessoas estão caminhando muito sobre status e rostinhos bonitos. Que tal começar a criar um pouco mais de valorização por caráter e um sentimento cujo não seja fogo, e passar a se concentrar mais na personalidade do próximo? Mas há quem discorde, realmente siga o que pensa e o que achar melhor para si mesmo. Na minha opinião, tudo seria melhor com algo realmente verdadeiro
Te falta tão pouco
e procuras tanto...
e sofres tanto...
e choras tanto...
Não, não estou em qualquer canto.
Procure-me no melhor lugar...
só lá vais me encontrar...
Hoje aprendi uma verdade absoluta... Ninguém e castigado pelo ato de generosidade!!
Seja pouco ou seja muito, mas seja vc sempre!!!
Entendo que nada mais, ou ainda muito pouco, é passível de constatação fora do método científico que há atualmente. E, se surgirem novos métodos de procura e de pesquisa, em maior ou menor grau, eles devem chegar ao nível de compreensão – ainda que não de total verificação direta – humana. Algumas coisas existem e é fácil percebê-las: Fome, sede, dor e fuga como mecanismos de proteção ao indivíduo etc. Outras coisas surgem como buscas mentais a perguntas que atravessam gerações: Quem somos? De onde viemos e para onde vamos? Por que estamos aqui? O que é a vida? O que é a morte? Qual o sentido ou a direção de tudo isso? E, ainda que nasçam e renasçam respostas a cada um desses sempre questionamentos, muitas das soluções aventadas passam longe de um mínimo de validação formal e, incontáveis vezes, por falta de coerência, anuviam-se possibilidades e estas caem, mais cedo ou mais tarde, no esquecimento, açodadas unicamente pela peja do ridículo. Mas, e se fosse possível se extrair algum embrião mental válido de uma hipótese notadamente absurda e o modificássemos a porto dele ser revestido da mais perfeita dialética, ainda que a sua verificabilidade não pudesse, ao menos momentaneamente, ser inferida por indução? E se fosse possível usar as duas idéias – nada 100% razoáveis matemática e fisicamente – que mais surgem na mente das pessoas, bilhões e bilhões de pessoas e aproveitar a mínima parte útil daquelas, colocando-as totalmente acordo com a segunda lei da termodinâmica, com a mecânica quântica, com a relatividade, com a matemática estatística e com a lógica? Se, qual diz, e comprova, a ciência, os sentidos humanos não são contínuos e, muitas vezes, são as construções mentais que recheiam as lacunas de percepção, onde haveria erro ao se aventar hipóteses que preencham e respondam as perguntas surgidas em capacidades encefálicas que não ultrapassam 10% do seu potencial? Um dia, quando o raciocínio humano nadar nos 100% do que é, provavelmente não haverá lacunas para os sentidos e as respostas aos estímulos sensoriais e mentais serão mais completas do que atualmente são. Fato é que, neste instante, apenas podemos ser algo mais com o instrumental que estamos “em mãos”. Ahh, mundo... XY1, XY2, XY3, XY4 somente se interessam – e vivem por, com e em – física da matéria condensada; XY5 e XX1 dedicam-se somente à pesquisa em ressonância magnética nuclear; XY6 deve estar num laboratório de biologia e só sai de lá morto; XY7 talvez tenha morrido de overdose de café e levado para o caixão tudo que estudou nesta vida; XY8 e XY9 decidiram estudar – ministrar algumas aulas na universidade somente para garantir o pão e, fora isto, sumir do mundo. XYn, XXn... Quão vidas são e estão as saudades vivas! Não é porta da rua que é a serventia da casa... É um laboratório ou hospital, com a chave jogada fora, mas não perdida e fácil de ser localizada. Tudo em suma, transmudou-se num teste de resistência, não mais de existência; somos sempre vivos, ainda que estejamos temporariamente mortos. Longe de vocês; apenas fisicamente.
