Liberdade para Thomas Hobbes
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
"Quebramos o padrão de repetição quando optamos por viver nossa própria história, em vez de repetir as histórias daqueles que nos precederam. Assim, aqueles que vierem após nós também serão beneficados por quem escolhemos ser hoje."
Bons pais e responsáveis, assim como bons professores (aqueles que não desanimaram e não desistiram),
São heróis e são amáveis,
São ricos de amores.
São bússola, são farol,
Às vezes arco, às vezes flecha,
Vela ao vento, cais em qualquer brecha,
Chuva no deserto, e, na tempestade, sol.
São amor e aconchego no caos da humanidade!
Seu impacto é profundo.
É controle na liberdade.
Em seu viver cabe um mundo! (L.J)
Os mentirosos costumam se travestir de éticos e bondosos. Quando suas mentiras são reveladas, logo divulgam discursos bonitos, em favor da verdade, do bem, da liberdade, da democracia, da segurança, e até dos valores cristãos e tradicionais, como a defesa da família. Também promovem às pressas "ações do bem". Somente os desinformados, mal-informados e ingênuos intelectuais é que se deixam enganar!
Nós achamos que somos livres, mas não somos. O que somos é escravo enjaulados nas nossas certezas em busca de uma liberdade que justifique as nossas escolhas erradas.
A saudade de ser "locão" ou "locona" reflete uma nostalgia por momentos de desprendimento e liberdade, onde a espontaneidade e a alegria de viver eram as únicas bússolas. Essa sensação remete a tempos onde as preocupações eram menores e a disposição para se jogar nas aventuras da vida parecia inesgotável. Importante é reconhecer que a loucura boa, aquela que nos faz sentir vivos e conectados com o mundo de forma autêntica e vibrante, não tem prazo de validade. Ela pode se manifestar em diferentes formas e intensidades ao longo da vida, adaptando-se à nossa evolução pessoal e às circunstâncias. Permitir-se momentos de descompromisso, de riso fácil, de fazer algo inesperado ou simplesmente viver com menos rigidez, são formas de manter a chama dessa loucura boa acesa, independentemente do gênero ou da idade.
Humanos são ambivalentes sobre serem livres. Quando livres, tem a necessidade de serem "acorrentados".
Não feche as portas para o desconhecido, deixe-a entreaberta, pois naquela brecha que você espia pode estar a carta de alforria. A liberdade da escravidão de conceitos impostos e padrões inseridos em que ou você se encaixa ou entrará em arrelia.
Quando certas companhias são desagradáveis ao ponto de nos privarem da nossa própria companhia, a solidão e o silêncio deixam de serem sofrimento para se transformarem em liberdade.
Todos tem o direito de viverem suas vidas como quiserem, todavia perde esse direito todo aquele que nega aos outros a mesma possibilidade.
Águias foram feitas para voar, serem livres, reinar e planar nos céus. Nem gaiolas, grades ou meras correntes devem tirar sua força de vontade de ser feliz, de voar.
O pior escravo não é o que preso pelo aço, mas sim o que está preso pela vergonha de ser diferente, pois este sequer sonha em ser livre.
José Pedro Costa cometera o crime gravíssimo de ser meu amigo; alguns amigos, e até alguns parentes meus, pagaram por isso. E o fato representa amostra mínima e isolada de imundice política que dominava agora.
Dizer não quero! Não posso! Não vou sem ter que justificar os seus motivos para ninguém não é falta de educação, chatisse e nem egoísmo, é honestidade com os outros e, sobretudo, com você mesma. Escolher fazer o que você quer, com quem quer, na hora que quer, é a maior sensação de liberdade que alguém pode experimentar.
Na juventude, o mundo é vasto e sem fim,
Um oceano de possibilidades à frente de mim.
Nas asas da liberdade, voamos sem medo,
Explorando o desconhecido, onde tudo é segredo.
Cada passo é uma aventura, cada riso é um raio de sol,
Na juventude, somos livres, sem rédeas, sem lençol.
Corremos pelos campos, dançamos sob a lua,
Na liberdade juvenil, a vida é toda sua.
Não há amarras que nos prendam, nem barreiras que nos impeçam,
Somos como pássaros livres, que voam e não se estreitam.
Exploramos novos horizontes, buscamos novos caminhos,
Na liberdade juvenil, somos os nossos próprios destinos.
Vivemos intensamente, sem olhar para trás,
A liberdade juvenil é nossa força, nossa paz.
Entrelaçados pelos laços da juventude, seguimos em frente,
Com o coração aberto, e a alma livre, eternamente.
Sou um sonhador, um espírito livre,
mas não me enredam os véus do irreal.
Vislumbro horizontes, almejo destinos,
persigo as estrelas, com raízes profundas no chão.
Sou um sonhador ao leme, nas tempestades da minha mente,
Movido pelos sonhos, moldados pelo tempo.
Caprichosos, enchem as velas da minha nau,
Sou um sonhador, e os meus sonhos são a chave,
Para eu me encontrar, a forma de me compreender e alcançar.
Sou um sonhador e semeio os meus sonhos na dura realidade,
Na esperança de os ver florescer e quiçá um dia seus frutos provar.
