Frases sobre Libélula

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O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance.

Libélula voando
para um instante e lança
sua sombra no chão

Regato tranquilo:
uma libélula chega
e mergulha os pés.

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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Além de helicópteros
Há algo mais cortando os ares:
Faceira libélula

Sinto-me renascida das cinzas como a fênix, renovada a cada instante como a libélula e livre pra poder voar feito as borboletas.

Quero a leveza
de uma libélula
para hoje!

Transformação...

E a vida indo...
Célula por célula,
Virando libélula.

LIBÉLULA

Como a libélula que no escuro não se guia,
choca-se nas luzes da rua quebrando as asas.
Insiste hipnotizada pelo brilho da luz que seus olhos partia.
Caída, cega, sofrendo, e uma pequena resta de luz que ainda via.
Tentando voar debatia-se, não consegue, fria, não verás o dia.
E assim vivo eu, aqui, a mesma agonia.
À noite, choro de saudade.
E de saudade é feito os meus dias.
Como a libélula, hipnotizada,
vivo eu com a luz que tua beleza irradia.
E quando me resta um resta, por menor que seja,
olharei! E que meus olhos vejam
o angelical rosto de quem amo e não sabia.

C(ASA)

o repique da libélula
tamborilando o cácere
desse teto-imenso-céu
do meu quarto, sala e cozinha
um pé direito alto
um passo de cada vez
as roupas já usadas ontem
se espraiam nas encostas de cuatro cadeiras vazias
y a mesa é a mesma
cheia: orna fartura quando você está

um bule no escorredor
volta sempre pro mesmo lugar esperado
um fogão ainda apagado
um coração sempre tão aceso
eu sou a casa
você a asa

desabrocham as flores de íris
qu'eu pensei serem tulipas
desabrocham as dores de saudade que eu pensei
serem infinitas

pero passa nas distais das'mnhas falanges o brim do jeans que esquecestes em meu balde
meu oceano familiar ao teu tráfego
meu dorso fértil eriçado ao teu beijo-occiptal

dessa rede
fiz teus braços
quis um traço
treco y trapo
não vai ser o mal do
abismo / espaço
que teu amor
vai me
afastar

⁠A BELEZA

A beleza está!
No semblante de um idoso
Em um gesto carinhoso
Na libélula a voar

A beleza está!
No sorriso de uma criança
Numa dança sensual
Num pássaro a cantar.

A beleza está!
Em uma lágrima de alegria
Na felicidade de um casal
No som do vento a passar.

A beleza está!
Nas penas do pavão
No cantar dos passarinhos
Nas noites de lua a brilhar

A beleza está!
No pulo de um felino
Na velocidade de um campeiro
No cavalo a marchar.

A beleza está!
Na flor de uma roseira
No fruto de uma videira
Nos peixes a nadar.

A beleza está...

⁠Ainda penso em ti libélula minha,
da última vez que assisti seu pouso
e continuo
evitando os dias bonitos pois perdi a habilidade de vivê-los.
Ao se pôr o sol cai e quebra
destrói cada flor de lembrança
foi lá que derramei essências de saudade
mas a vida continua avançando ironicamente
cada minuto parece debochar de mim
está quase impraticável o atravessar dos dias
agora só faço contar semanas.
Ainda vives em mim libélula minha;
com suas asas não esmago nenhum jardim de vida
sei que um dia
criaremos juntas um mosaico com aquele sol quebrado

O POEMA DA LIBÉLULA — A EPIFANIA DO ÁTOMO EFÊMERO.
Do livro: Evoca-me.

Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No pântano ancestral da matéria escura,
onde a podridão medita em seu mistério,
nasci da lama, informe criatura,
sob o silêncio lúgubre do cemitério.
Meu corpo é apenas química transitória,
um breve incêndio em célere agonia;
sou fragmento da cósmica memória,
um sopro condenado à entropia.
Minhas asas, de translúcida estrutura,
são pergaminhos frágeis da existência;
nelas a Vida escreve a desventura
da carne submetida à decadência.
Eu sou a flor microscópica do nada,
um hieróglifo orgânico do destino;
uma sombra biologicamente iluminada
peregrinando pelo azul divino.
Enquanto danço sobre a água adormecida,
ignoro a foice oculta do momento;
cada segundo é uma gota perdida
no vasto oceano do esquecimento.
Ah! Se pudesse interrogar o vento
sobre o princípio e o fim da criação,
talvez ouvisse o fúnebre argumento
da eterna decomposição.
Porque tudo que respira está marcado
pelo selo invisível da partida;
o verme aguarda o corpo fatigado,
como a noite aguarda a luz vencida.
Homem! Não desprezes minha pequenez,
nem julgues minha vida insignificante;
também possuis na íntima nudez
a mesma origem mineral e agonizante.
És pó que pensa, és matéria embelezada,
um pensamento preso à argila fria;
uma centelha brevemente despertada
no imenso laboratório da Harmonia.
E quando meu voo cessar sobre o lago,
e minhas asas perderem seu fulgor,
voltarei ao silêncio sem estrago,
ao ventre universal do Criador.
Pois nada morre na vasta arquitetura
do Cosmos, onde a transformação governa;
a morte é apenas outra assinatura
da Vida em sua marcha sempiterna.
Assim,sou pequena libélula esquecida,
sobrevoando o abismo da existência,
Talvez uma lágrima breve da Vida,
chorando luz na face da consciência.

O POEMA DA LIBÉLULA.
Do livro: Evoca-me.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Nasci do lodo, húmido e profundo,
Para morrer no cárcere do ar;
Sou célula fugaz deste segundo,
Que o Tempo vem, sem dó, pulverizar.
Meu voo transluzente e vacilante
É a anatomia efêmera da luz;
Cada fulgor, no espaço agonizante,
É um réquiem que o Invisível traduz.
Trago nas asas lívidas nervuras,
Mapas da Morte em cálido esplendor;
São filigranas, frágeis arquiteturas,
Tecidas pela mão da própria Dor.
A Vida é só crisálida incompleta,
Que a Entropia insiste em consumir;
Toda esperança é pálida cometa
Condenada ao vazio de cair.
Não há vitória sobre o pó terreno,
Nem eternidade na matéria;
Todo esplendor culmina em torvo aceno,
Todo perfume expira em paz funérea.
Ó homem, irmão da cinza e da ruína,
Por que blasfemas contra a decomposição?
A sepultura é lógica divina,
E o verme o sacerdote da criação.
Quando eu tombar no espelho do alagado,
Sem pompa, sem memória e sem clarim,
Serei apenas átomo calado,
Voltando ao pó que sempre houve em mim.
Mas, enquanto meu frágil voo perdura,
Risco no azul um último arrebol;
Pois até a mais efêmera criatura
Reflete, por um instante, a luz do Sol.
Se alguém contemplar meu voo derradeiro,
Não chore o fim que a Natureza deu;
Toda libélula é uma espécie de coveiro
Sepultando um crepúsculo no céu.
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LIBÉLULA

O amor pode ser um suave
voo de borboletas num verão.
Mas a paixão, é como um
desatinado voo de
uma libélula na solidão.
Que, fascinada pela luz de uma
lâmpada, debate-se até cair
morta no chão.

Inserida por marcosmarques

O que seria então minha Alma
se não uma Libélula?

Inserida por FlaviaAbib

⁠Dama Libélula

Inaugurei meu aniversário com flores holandesas
Para que você pudesse solenizar com meus sonhos
Obtive a sensação indesejável por tolos em lhe querer
Apenas podia enfeitar a dopamina de meu cérebro ao imaginar-te comigo
Saciar os sentimentos infláveis sobre meu peito
Em conseguir conquistar minha dama libélula
Sobre cada passo de dança teu naquele salão de festa
Lembrou-me cada noite sobre o luar do interior na infância
Onde a liberdade de seres por vezes inferiores aos homens
Esbanjava a sensação do frescor em tuas asas esverdeadas
Clareava minha mente no vestido em que você trajava
Você rodopiava
Você me rodopiava
Incansavelmente apaixonada em encantar-me por dentro
Pela primeira vez em minha vida que meus olhos amaram-te
Fixaram em teu corpo dançante e celeste como os anéis de saturno
Iluminaram o meu ser nos melhores tempos de primavera
Captei teus pensamentos em morar sobre as estrelas
Eu e você como pontos de diamantes sobre o universo
Onde teu olhar fixava dentro do meu e dizia
Poderíamos ficar
Poderíamos voar.

Inserida por Leonardo_Ribeiro_6

ENXERGAR COMO UMA LIBÉLULA

A libélula consegue ver muito além das limitações do ego humano, sua visão panorâmica consegue alcançar a essência.

Inserida por gislainnes

O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes.

Inserida por Ambrosia

A libélula de Asas de Purpurina

A Libélula é um inseto interessante, parece até um ser mágico. Com asas que mudam de cor, baila majestosa e veloz, driblando seus predadores.
Vários são os sentidos atribuídos às libélulas. Em algumas partes do mundo, são vista como um símbolo de liberdade e de paz, ou ainda, sinônimo de sorte e de prosperidade. Outras vezes, são associadas às bruxas enviadas por Satanás para criar confusão.
Para mim, as libélulas representam a transformação interior, a busca pelo equilíbrio mental e pela preservação da identidade, elas nos inspiram a ir além das aparências.

Inserida por Valnia

⁠Eu sou libélula.
Diferente da borboleta, eu não renasço, eu transformo (me transformo) e mudo.
Me liberto, eu voo, eu mudo.

Eu deveria voar, mas minhas asas estão molhadas, eu pus secar.

Eu deveria voar, mas as minhas asas molharam na chuva, então eu pus pra secar, para amanhã voar.

Eu sou a libélula.
Sem asas.
Asas provisórias ou à procura de asas.
Ou eu deixei no varal.

Eu sou libélula — quase liberta

Falta,
Pouco.

Inserida por guilherme_murao