Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
Muitos dizem: “Não coloque uma criança nesse mundo, ele é cruel demais.”
Mas me pergunto: desde quando o mundo foi gentil?
A história não começou com paz, nem com justiça. A vida nunca foi entregue em bandeja.
Desde os tempos antigos, o mundo é rude, violento, impiedoso. E ainda assim, fomos em frente. Geramos, lutamos, ensinamos, amamos.
A recusa em ter filhos, muitas vezes, não vem de compaixão pura — vem de feridas abertas.
Vem de quem não superou o que viveu. De quem, em vez de ver a própria dor como uma forja que os tornou mais fortes, só vê os escombros de si mesmo.
Não é o mundo que impede a vida — é o medo não curado, a tristeza que não encontrou sentido.
Mas e se... e se ensinássemos nossos filhos a serem melhores do que nós?
E se a próxima geração não fosse apenas herdeira do trauma, mas portadora da transformação?
Se uma mãe me perguntasse:
“Vale a pena trazer um filho para esse mundo?”
Eu diria: “Sim. Ele merece existir. E o mundo precisa dele.”
Não porque o mundo será fácil, mas porque uma família forte, enraizada no amor, na verdade e na coragem, pode torná-lo inabalável.
O lar é trincheira e templo. Onde houver afeto e estrutura, haverá resistência.
O mundo não precisa ser perfeito para merecer uma nova vida.
Ele precisa de pessoas dispostas a enfrentá-lo.
E uma criança, ao nascer, carrega a promessa silenciosa de que, apesar de tudo, ainda há esperança.
No mundo de hoje, falamos demais e dizemos pouco, erramos demais nos corrigimos pouco, cobramos demais e fazemos pouco, criticamos demais e ajudamos pouco, e vamos dizer que os outros são assim e nós não somos.
MCM
“O ritmo da vida, tal como o de uma canção, deve ser colocado no passo certo, nem lento demais ao ponto de causar desânimo, nem tampouco demasiado acelerado que leve ao tropeço”
Ney P. Batista
Apr/26/2021
De que adianta viver, se não somarmos com os demais indivíduos, haja vista não sermos auto suficientes? Se não somarmos com o meio social, não passaremos de mero objeto do destino, desprezível e descartável.
É certo que uns nem chegam a viver, outros nascem e nem vivem, e os demais, ainda que vivam, certamente hão de encarar a morte. Tudo se desdobra em diferentes lapsos temporais, uns vivem pouco, outros vivem mais, de certo que insta existir a diferença do logos, tamanha diferença é insignificante perante a eternidade. Viver ou não viver, haverá o tão chegado infinito, além do entendimento humano, surpresas nos esperam.
❝ ...O problema é amar demais, sou
muito sensível, confio demais nas
pessoas e nem todas merecem nossa
confiança. Choro muito quando levo
um tropeção da vida. Por isso me
afasto levemente das coisas que
me trazem amarguras e dores. Mas
nem tudo tem como fugir, então eu
levanto do chão mesmo com dores
e me visto de coragem e Fé para
enfrentar meus medos...❞
--------------------------------------Eliana Angel Wolf
❝ ...Nem um dia é igual ao outro.
O tempo passa rápido demais,
e aquela vontade louca de se arriscar
pelo impossível, passa diante de seu olhos
e chance que teve e perdeu... E você perdeu por ser
devagar demais... Só é feliz quem busca a
felicidade, só é forte quem enfrente de frente
os obstáculos. A dor te torna mas humano e
o ódio impede de você ver a beleza e a grandiosidade
das pequenas coisas. Só é completamente feliz aquele que não
tem medo de se arriscar...❞
----------------------------------------Eliana Angel Wolf
❝ ... Aprecio o dom do silêncio e sempre
me afasto quando vejo gente falando demais.
Algumas pessoas ainda me assustam por serem
tão crueis em suas maldades. Não falo muito da
minha vida, nem mesmo quando escrevo. Procuro
ser bem reservada. Sempre disposta ajudar a quem
precisa, mesmo muitas das vezes não ser reconhecida.
Mas apesar dos pesares da vida sou feliz, todos os dias
me visto de gentilezas, sempre agradeço a Deus até
mesmo os espinhos das flores...❞
---------------- poetisa:Eliana Angel Wolf
O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite
Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.
Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.
Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”
Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.
Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.
Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.
Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”
É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.
E você também não.
É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.
E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.
Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.
Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.
E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.
E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.
Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.
Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.
E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.
Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.
São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.
Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.
Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.
Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.
E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.
A MENINA QUE AMAVA DEMAIS (E VOLTOU A ARDER)
Ela nunca precisou de muito para sentir tudo.
Uma música já bastava para transbordar.
Um olhar já a atravessava inteira.
Um toque e o coração dela escrevia romances inteiros que o outro nem imaginava ter começado.
Até os 20 anos, ela era puro vulcão.
Ria com o corpo todo.
Amava como quem respira.
Chorava só por ver beleza demais onde ninguém via.
E por amar tanto… viveu sendo chamada de exagerada.
Intensa demais.
Sensível demais.
Tola, até.
Então ela congelou.
Não por escolha, mas por defesa.
A partir dos 22, a erupção virou pedra.
O riso virou silêncio.
O amor, contenção.
As pessoas passaram a chamá-la de fria, distante, calculada.
Mas ela não era fria. Era só uma alma ardente que o mundo não soube acolher.
E então, por anos, viveu escondida sob a própria pele.
Hoje, ela voltou.
Não com a mesma fúria dos 20.
Mas com a sabedoria de quem sabe:
Ser intensa não é ser demais.
É ser inteira.
Ela não tenta mais caber.
Ela se honra.
Ela dorme cedo, acorda com a aurora, faz do silêncio um templo.
Não grita mais para ser ouvida — ela sussurra, e o universo escuta.
Porque entendeu que ser intensidade não é erro.
É só amor demais num mundo ainda aprendendo a amar.
Explode coração!
Explodiu...
Pressão demais,
Tudo vai pelos ares
Como uma explosão de um vulcão,
O magma aquece, alta temperatura,
E jorra pela boca do vulcão,
Escorre pela montanha
Destruindo tudo,
que vem pela frente.
Queima, vira cinzas
E o vento vem
e espalha tudo,
pelos cantos.
O que sobra é um novo ser
Fraco? Forte?
Só o tempo dirá...
Acerca da segurança, educação, saúde, transporte e emprego o povo fala demais, se revolta; mas não vê soluções aplausíveis do governo, senão nenhum interesse e disposto a aplicar mais impostos, quando deveria lutar pelos direitos, da paz e do bem-estar de toda a nação.
Se for fácil demais procure fazer o que é correto, agradável e o mais perfeito; porém, com certeza de quem lhe observa sinta-se confiante ou para a segurança ou bem-estar de quem está próximo de sua responsabilidade.
Some a sua alma as alegrias, os pensamentos preciosos de autoestima positiva e as demais motivações para prosseguir conquistando e valorizando as novas oportunidades, simplesmente excluindo da sua mente todos os conselhos daqueles que testemunharam e não tiraram proveito de suas derrotas, decepções, dificuldades e tropeços do passado.
- Relacionados
- Frases sobre sorriso para expressar toda a sua alegria
- Frases de falsidade para status para quem cansou de confiar demais
- Mensagem de Dia das Mães para celebrar esse amor incondicional
- 47 frases sobre leitura infantil para incentivar esse hábito
- Sorriso
- Ando devagar porque já tive pressa
- Porque tem que ser assim
