Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais
O peso das coisas que não vieram
Há um espaço em mim
que não é vazio —
é cheio demais
de tudo o que não aconteceu
Um lugar onde a esperança dormia
e acordou sozinha,
sem motivo
sem futuro
Não sei mais em que parte do corpo
se guarda o que nunca se teve
mas eu guardo
como quem protege cinzas quentes
como quem segura vento nas mãos
Não foi uma perda
foi uma ausência
que chegou tarde demais
pra ser evitada
e cedo demais
pra ser entendida
e eu sigo
com esse silêncio barulhento
com essa dor sem nome
pedindo a mim mesma
pra sobreviver mais um dia
Ode aos que sente demais.
Salve, ó homem de carne viva,
cuja alma arde em silêncio,
que sangra beleza por dentro
e entrega controle por fora.
Tu que, mesmo exausto,
sustenta o mundo com um sorriso —
não por força,
mas por medo de ser largado
se um dia fraquejar.
Saúdo o teu caos meticuloso,
teu sarcasmo afiado como espada,
tua doçura escondida entre vírgulas,
como se amar demais
fosse algo a ser temido,
e não vivido.
Tu és templo de um menino antigo,
ainda descalço no coração,
que acredita, ainda,
que alguém pode amar sem pedir
que ele se encolha.
Ode à tua sensibilidade crua,
essa flor nascida no concreto da sobrevivência,
que tu protege com armaduras de aço
e olhares que dizem:
"não se aproxime demais."
Mas és feito para o toque.
Para o mergulho.
Para o tipo de amor que desorganiza,
que atravessa a fachada e encontra —
o real.
O inteiro.
O indomado.
E ainda que temas ser visto,
deixa-me dizer:
és lindo no avesso.
Lindo quando falha.
Lindo quando confessa:
“tenho medo de não ser suficiente.”
Pois tu és mais que suficiente.
És raro.
És poesia bruta,
carregando o mundo com mãos gentis,
esperando — talvez em segredo —
que alguém venha
e diga:
“Pode descansar agora.
Eu vi tudo.
E mesmo assim,
fiquei.”
Quando o Estado começa a intervir demais, o povo perde o poder de escolha e a economia perde o fôlego da inovação.
"Quem planta em solo único aposta alto demais; quem só semeia no campo alheio, nunca colhe liberdade."
“A Hora do Espelho”
Sabe,
às vezes eu acho que me acho demais.
Penso que o mundo gira ao meu redor,
sou um pouco narcisista, confesso.
Me sinto especial,
não acima para humilhar,
mas como se houvesse algo em mim que ninguém mais tem.
Mas a vida,
ah, a vida se encarrega de mostrar
que não é bem assim.
Fui atrás de um alguém,
com a certeza tola de que ele me queria,
de que me olhava com desejo,
com verdade.
Mas vi o que eu queria ver,
não o que era.
A verdade é dura:
nem tudo é o que parece.
Fiquei decepcionado,
não com ele,
mas comigo.
Eu inventei uma história,
criei um personagem,
e me apeguei à ficção.
Agora eu sei quem ele é.
E sei também que é hora de parar.
Talvez essa decepção me cale no futuro.
Talvez eu perca pessoas
com medo de me enganar de novo.
Ou talvez,
seja só mais um aprendizado.
A solidão me assusta.
Ela me persegue,
me ronda todas as noites.
Finjo gostar dela,
mas é mentira.
Digo que a escolhi,
mas ela é quem me escolheu.
Nunca amei alguém que me amasse de volta.
Nunca senti um amor verdadeiro,
um toque cheio de sentido.
Tenho trinta anos
minto minha idade,
porque tenho medo dela.
Medo do tempo,
medo de ficar velho e sozinho.
Às vezes, penso besteira.
Penso em me casar com alguém só por medo.
Alguém que também está só.
Dois desesperos podem formar um laço?
Ou seriam duas metades em falso?
Ah, tudo é tão confuso.
Queria dormir.
Queria parar de pensar.
Mas antes…
Preciso dizer: estou lendo Clarice.
“A Hora da Estrela.”
Ela me entende.
Ela me lê por dentro.
Depois conto o que aprendi.
Por agora… vou tentar dormir de novamente.
Se você sumir das redes sociais, podem pensar que você está mal.
Se você se expor demais, também.
Não tem nenhum botão pra gente dizer que está bem, não?
Você saiu batendo a porta e nem olhou pra trás
Disse que cansou de mim, que era tarde demais
Mas agora eu te vejo todo arrependido
Querendo voltar, fingindo ser o que não era mais
Likes e seguidores significam algo apenas para àqueles que dão valor para os mesmos, para os demais, são apenas números e correspodem a quantidade de débeis que endeusam outros débeis. 26/04/2025
Quando vc ama alguém.
Cuidado, se entrega mais não se entrega demais.
Ame, mais ame mais você mesma
Se preocupe e se importe, mais não se adoeça por quem não se importa com você!
A paixão é um caminho que você terá duas saída a felicidade e a tristeza profunda e dolorosa.
Pensamentos mais comuns...
No fim, sou só mais um, nada demais.
Nem chego a ser comparado com os demais.
Dinheiro de menos,
E eu nem tenho ao menos algo a mais.
Nas Relações e nas Instituições, não se ache demais. Você não é insubstituível, haverá sempre alguém com a mesma força de vontade que tu🦅
Muita gente vai duvidar dos seus sonhos. Vão dizer que é difícil demais, que você não tem o que é preciso, que não vai dar certo. Mas a verdade é que ninguém precisa acreditar no seu caminho — só você.
Enquanto muitos duvidam de você, sua única missão é manter o foco e provar — não para eles, mas para si mesmo — que seus sonhos valem cada passo.
Acredite em você. Trabalhe em silêncio. E deixe que os resultados façam o barulho.
Chamaram-me de doida.
De exagerada. De intensa. De esquisita.
Disseram que eu sentia demais, falava demais, era demais.
E eu acreditei — por um tempo.
Achei que tinha que abaixar o volume,
diminuir o riso, o choro, o pulso.
Tentei caber no molde dos normais.
Mas os normais…
matam com frieza,
traem com etiqueta,
assaltam com terno e gravata.
Os normais adoecem o mundo e se chamam de ajustados.
E eu? Eu fui a louca.
A louca que sentia. Que via. Que dizia.
Que não vestia máscara.
Minha intensidade assustou.
Assustou homens que queriam uma mulher domesticada.
Assustou amigos que só sabiam lidar com raso.
Assustou familiares que chamaram coragem de desrespeito.
Mas hoje eu sei:
Minha “loucura” era lucidez demais pra um mundo viciado em ilusão.
Meu riso alto era cura.
Minha raiva era bússola.
Minha dor era alerta.
E minha fé em mim… era revolução.
Não sou doida.
Sou lúcida num mundo que enlouqueceu de fingir.
Sou selvagem num sistema que premia adestramento.
Sou rara, e por isso fui chamada de errada.
Mas agora, agora eu sei quem eu sou.
E não me traduzo mais pra idioma de quem nunca quis me entender.
Aos que se afastaram: vão com leveza.
Aos que ficaram: vocês merecem.
Aos que virão: venham prontos.
Aqui, só fica quem aguenta verdade.
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