Leveza
Quero ver a leveza da vida por entre um sentimento repleto de carinho e atenção;
Mesmo quando tudo está perdido ou aparenta eu não me acovardo diante de meus obstáculos e com a coragem que demostro eu luto para ter o devido amor que a mim me pertence;
Queria ser como um coração que sofre calado por uma paixão que nem existe,mas como um romântico que espera entre a tristeza e que não passa;
Só o senhor ver as minhas dificuldades com tanta leveza e atenção, mas o senhor me diz para que eu não lamente do que me atormenta e confio em ti;
Minhas lembranças dizem-me que sou tua criança tão dependente de ti senhor Deus de Israel;
Canto em teu nome com a imensa vontade de estar sempre em teu altar e aos teus pés, pois tuas palavras são acalentos ao meu coração aliviando-me dos obstáculos que estão diante de mim;
Quando me vejo sem a chance de ser como te agrada, mas com a leveza que acalma de um silêncio esperando o amanhã para que me traga um sorriso de acalento;
Obrigado por acreditar em mim, até quando pareça perdido e me sinta confuso sem ver saída para me encontrar no meu próprio caminho;
Não mais me desdenharei para que possa ter certeza das afirmações que faço entrelinhas da imaginação;
Quero ver a leveza dos sentimentos que me faz entender com intensa certeza de que que meu caminho não está perdido, pois mesmo que ainda eu me sinta sozinho não preciso da penalidade alheia;
Não quero atenção distintas de obrigação ou com interesse não cabíveis ao meu coração;
Quero um afago sincero ou carinhos que perceba minhas sensibilidades;
Tanto tento me mostrar com minhas palavras verdadeiras que descrevem meu eu com plenitude e nobreza;
Quando tudo parecer perdido veja a leveza das coisas, se importando no que lhe traga a paz, mas mesmo não sabendo do por que te faça ficar assim não querendo ser quem tu és;
Sei que queres atenção, mas quando não houver compreensão olhe para o interior do seu coração que você encontrará respostas que tanto precisas;
Não desista dos seus sonhos e nunca retroceda para a satisfação de expectadores alheios que tanto se incomoda com o seu caminho;
Tenha amor e certeza de que com sabedoria superará todos os obstáculos adiante para uma vida perfeita de paz e amor ao seu coração;
Faço o possível para esquecer o que o tempo levará, mas a mágoa sempre continuará sem a leveza da brisa que vêm para me acalentar;
Sempre sonhei com um amor discreto, sem euforia de Carnaval
Que houvesse leveza e não um vendaval
Sem a necessidade de ter preocupação, mas que pudéssemos dialogar os caminhos do coração
Sem brigas que não haja sentidos
Para que não tenhamos os sentimentos feridos
Somente um amor sereno
Que quando olharmos um para o outro
O amor fique sabendo...
O amor é mesmo a perfeição
Brigando e consertando... Não conseguimos ficar longe dessa paixão!
Não te escondas do mundo...a tua tristeza tem cura! Encara a vida com serenidade, com leveza, deixa que ela se manifeste e depois dá o passo que ela te pede...não antecipes...espera, entende e só depois segue o caminho.
És o meu sonho
Vives em mim meu amor
Se te penso, sinto-te...
Acaricias-me com leveza
Meu corpo vibra de paixão
Sinto em mim o odor da tua pele
Nascemos unidos pelo coração..
Boi de piranha…
A expressão "boi de piranha" tem sido pronunciada com a leveza de quem acredita tê-la compreendido por completo. Ela é evocada, muitas vezes, como um atalho linguístico para justificar decisões pragmáticas, friamente calculadas, em que um indivíduo ou elemento de menor "utilidade" é sacrificado em prol do avanço do coletivo. Porém, será que essa interpretação trivial esgota sua complexidade? E mais: será que a escolha do "boi" realmente denuncia sua suposta inutilidade ou, paradoxalmente, expõe a fraqueza daqueles que permanecem protegidos pela margem, à espera de um ato que os poupe da voracidade do mundo?
Imagine o cenário: um boi é conduzido ao rio infestado de piranhas, um animal que, na narrativa popular, é descartável, o elo mais frágil da corrente. Ele é jogado, destinado a ser devorado, enquanto os outros atravessam em segurança. Essa imagem inicial, aparentemente óbvia, esconde uma inversão que poucos ousam considerar: o verdadeiro sacrifício não é do boi, mas da própria dignidade dos que o escolhem. Pois, ao dependerem de um estratagema tão sórdido, esses sobreviventes revelam não uma força meritocrática, mas uma debilidade moral que os torna incapazes de enfrentar os próprios predadores.
E o boi? Esse, ao ser lançado à correnteza, não é apenas um peão descartável, mas o pilar que sustenta a travessia. Ele, na verdade, carrega o peso da incapacidade alheia, da covardia disfarçada de estratégia. Será que o boi é descartável? Ou será que ele é, em última análise, o único elemento da equação que realmente cumpre sua função de maneira plena? O sacrifício do boi não denuncia sua inutilidade — pelo contrário, é justamente sua utilidade que o torna sacrificável. Afinal, a escolha recai sobre aquele que, de alguma forma, ainda tem algo a oferecer, mesmo que seja sua carne. E quem resta na margem, a salvo, o que oferece?
Agora, observemos o outro lado da questão: e se o sacrifício do boi não for mais do que um artifício para mascarar a mediocridade coletiva? Se o "boi de piranha" é necessário para que o grupo avance, isso não implica que o grupo, em si, é incapaz de avançar sem ele? O gesto de apontar um para o sacrifício não seria, então, o reconhecimento tácito da própria insuficiência? No fundo, quem são os verdadeiros inúteis? Os que atravessam, carregados pela ausência de mérito, ou aquele que, mesmo ao ser condenado, cumpre seu papel com a dignidade de quem sustenta o avanço dos outros?
Há, portanto, uma ironia subjacente na metáfora do boi de piranha. Ela não apenas questiona a relação de valor entre o indivíduo e o coletivo, mas também expõe uma verdade incômoda: muitas vezes, o sacrifício de um não é a evidência de sua menor importância, mas a demonstração de que o restante não tem outro meio de prosseguir sem recorrer a esse ato. O boi, em sua morte, é mais útil do que a soma dos que vivem às suas custas. E o que isso diz sobre nós, enquanto seres sociais, quando dependemos de uma perda para justificar nossa continuidade?
Ao fim, resta a dúvida que inquieta a mente: o sacrifício é mesmo uma questão de utilidade ou inutilidade? Ou é apenas a prova de que nossas estruturas, por mais que pareçam lógicas e funcionais, muitas vezes se sustentam sobre a fragilidade de um gesto desesperado? Talvez, o boi de piranha não seja quem perde a vida, mas quem, no conforto da travessia, acredita tê-la preservado.
Com licença, eu sou o amor!
e com leveza, delicadeza e muita atenção...
Peço passagem para o seu coração
nem tudo, nem todos, nada além de motivos e conveniência,
adoro a leveza, a sutileza e a fragilidade.
Amo com carinho e saudade do que fiz e vou fazer.
Quero apenas dizer que vou sem saber, parti.
Sair da pressão da cidade, não pensar em nada (ou pensar em tudo, mas com leveza na alma), não olhar para o relógio, sentir o sol, ouvir cada barulho por perto, principalmente o barulho da água ou o canto dos pássaros, respirar se permitindo sentir cada aroma ao redor…
Ah, que riqueza! Uma riqueza única, pessoal e que não se traduz em uma batalha insana para “deixar para alguém como herança”. É um presente de Deus para nós. É um carinho de nós para nós mesmos.
Quantas vezes, no nosso dia a dia, notamos que nem estamos respirando direito, comendo, dormindo direito, tomando água, nutrindo corpo e alma? Quantas vezes…
Quantas vezes fazemos refeições em pé, monitorando cada segundo para dar conta de tudo. Quantas noites passamos virando de um lado para o outro, pensando em problemas cuja a solução não está ao nosso alcance…
Quantas vezes nos percebemos com a mandíbula dolorida, tensa, a língua presa e a respiração quase que escassa(apenas o suficiente para existir).
Em meio a isso tudo, uma vida (no sentido literal). Um coração, um corpo, uma mente, um espírito; todos exaustos e prestes a parar, afinal, nem um recebe os cuidados mínimos.
Mas antes que essa vida pare, paremos nós! O trabalho, onde vc será substituído em um ou dois dias após não existir mais, continuará lá, funcionando. Sua cadeira será ocupada por outra pessoa.
Suas contas logo serão esquecidas. Suas conquistas serão engavetadas e talvez lembradas por alguns. Seus filhos, é certo, chorarão, mas em breve também seguirão suas vidas e, talvez, em dias específicos, lembre-se de você . Seu marido, sua esposa, também precisarão seguir em frente. E talvez essa nova pessoa seja o seu extremo oposto, alguém que tem mais tempo.
O fato é que, a gente precisa normalizar o silêncio. Respeitar nossos limites e impô-los a quem quer que seja. Precisamos aprender a sair da presença de alguém e deixar aquela conversa dificil por lá. Sair do trabalho e deixar lá, todo e qualquer assunto que diga respeito a aquele local (afinal, já vendemos diariamente inúmeras horas das nossas vidas para um CNPJ. Não precisamos vender a alma também).
É preciso cultivar relações e hábitos que ficarão, mesmo quando chegar a hora de partir. É preciso ser mais que lembranças na parede de alguém e ser a recordação de momentos em corações diversos. É preciso ter o prazer de dormir uma noite inteira e de acordar no dia seguinte ouvindo a grandeza de Deus à nossa volta. E compreender o quão rico somos se pudermos ver OU ouvir OU falar OU andar OU sentir OU pensar. E se pudermos tudo isso então, somos MILIONÁRIOS. Muito mais que muita gente…
Tenha a disposição e a coragem de uma criança, a criatividade de um artista, a leveza de um monge, e a disciplina de um atleta.
- Relacionados
- Frases de indireta para deixar a mensagem no ar
- Frases de vida leve para dias mais tranquilos e felizes
- Inspiração: frases que despertam sua força e criatividade
- Seja leve: frases para trazer leveza em tudo ao seu redor
- Frases de paz para trazer mais leveza e equilíbrio aos seus dias
- Frases de tranquilidade que ensinam a arte de viver com leveza
- Frases de Paciência (para levar a vida com leveza)
