Leve como Passaro
Nenhum pai deste mundo é tão paciente com as falhas e os erros dos seus filhos como Deus é com aqueles a quem Ele quer salvar. Ninguém insiste tão amorosamente com o transgressor. Lábios humanos jamais pronunciaram palavras tão carinhosas com o extraviado como Ele pronunciou. Todas as Suas promessas e admoestações são manifestações de um amor indescritível.
Somos o que pensamos, o que desejamos com toda a nossa força, o que fazemos, como a soma das nossas atitudes e não das nossas palavras. Não somos resultados do passado, das conquistas ou fracassos, nem daquilo que possuímos. Somos frutos das nossas crenças, da nossa índole e da prática de nos tornarmos melhores, não em relação aos outros, mas a nós mesmos.
Eles te mostram como nadar
Então eles te jogam na parte funda
Tenho aprendido desde então, mas isso não significa que eu vou flutuar
Sinopse CHADQ:
"Como você se sente em relação ao covid-19? Quais as dores, medos e inseguranças que isso
gerou na sua vida e no seu dia a dia? Nas “Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena” o
herói, ou melhor os heróis e heroínas, somos todos nós, pessoas comuns, na nossa luta diária
pra vencer os desafios que essa pandemia que chegou sem avisar trouxe. As Contrônicas são
histórias que independem uma da outra e que buscam, de alguma forma, retratar o cotidiano
das pessoas nesse momento difícil que todos estamos vivendo. Desde jovens trancados em
casa sem ter o que fazer, passando por donas de casa idosas fofoqueiras, a ida ao
supermercado que se torna um desafio, o medo, os sonhos, a criatividade do brasileiro, uma
youtuber dando dicas, um cachorro que incomoda os vizinhos mas também desperta
curiosidade, a falta que, de alguma forma, todos sentimos, de algo ou de alguém e a
solidariedade que aflora nas pessoas, apesar de tudo, a esperança e uma luz no fim do túnel." Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena (CHADQ)
Sinopse CHADQ:
"Como você se sente em relação ao covid-19? Quais as dores, medos e inseguranças que isso gerou na sua vida e no seu dia a dia? Nas “Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena” o herói, ou melhor os heróis e heroínas, somos todos nós, pessoas comuns, na nossa luta diária pra vencer os desafios que essa pandemia que chegou sem avisar trouxe. Quem diria que a ida ao mercado seria um acontecimento, por exemplo? Mas o brasileiro é sempre criativo e... Quer saber? Que tal descobrir você mesmo nessas páginas? Talvez você descubra a solidariedade que aflora nas pessoas, apesar de tudo, a esperança e uma luz no fim do túnel. Talvez você descubra VOCÊ." Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena
"Esse azul infinito quero para mim. As janelas acesas são como estrelas terrestres." Contrônicas: Histórias Amorfas de Quarentena (CHADQ)
A ilusão é a distorção daquilo que
concebemos a priori como sendo
real e verdadeiro, alimentado pela
falsa percepção cognitiva do cérebro.
A maneira como me tratam é variadíssima. Um dia Anne é tão sensata que permitem que saiba de tudo; no dia seguinte, ouço dizer que Anne não passa de uma cabritinha estouvada que não sabe nada e pensa que aprendeu maravilhas nos livros. Não sou mais nenhum bebê ou criancinha mimada, para que riam do que eu digo ou penso. Tenho meus próprios pontos de vista, planos e ideias, embora ainda não consiga expressá-los em palavras. Oh, quanta coisa ferve dentro de mim, enquanto fico deitada na cama...
Às vezes, ainda que pareça estranho, consigo ver a mim mesma como se fosse através dos olhos de outra pessoa. Então, fico à vontade para observar as atitudes de uma certa Anne.
Você finge há tanto tempo que já não sabe como é realmente estar bem.
É omo um peso que te empurra para baixo.
Você cai e cai.
De repente se encontra lá embaixo.
Tão fundo que a luz não bate.
Em meio a escuridão e o silêncio total.
Consigo ouvir os meus pensamentos.
Eles estão extremamente altos.
As vozes não dizem coisas boas ou sequer reconfortantes sobre a atual situação.
Então me encontro caminhando na escuridão.
Quando tropeço e caiu.
Quando penso que não poderia afundar mais de deparo com um buraco.
Não quero cair mas algo em mim me faz seguir em frente.
Cansada e exausta não me levanto e apenas me conformo com a situação.
Sinto um peso em minha alma, corpo e acho que coração.
Ele dói como o peso que carrego.
Então o que eu devo fazer?
Será que se eu continuar a cair chego do outro lado?
Ou será que consigo achar pedras ao tapear as paredes e consigo subir?
No momento estou cansada demais para tentar.
Então por um tempo irei aqui ficar.
Contemplo minha vida até o Ano-Novo como se olhasse através de uma poderosa lente de aumento. A vida alegre e ensolarada lá de casa, a vinda para cá, em 1942, a mudança brusca de hábitos, as brigas, as implicâncias. Não conseguia adaptar-me, fui apanhada de surpresa, e a única maneira de manter minha individualidade era sendo impertinente.
Os maias não achavam que a civilização deles iria acabar, assim como o império romano, e se sentiram, por um tempo, os mais poderosos do mundo até a chegada dos espanhóis. Ou pelo menos, do mundo que eles conheciam. E, no entanto, estamos aqui vendo suas ruínas. Desfruto da sua maior herança enquanto olho o horizonte. Trecho de Nossa Riviera Maya: Uma Lua de Mel Caribenha (NRM).
"Como se o mundo fosse uma grande impressora e naquele momento Deus resolvesse trocar o cartucho das cores mais escuras da noite por todos os tons da madrugada, róseos, vermelhos, alaranjados, amarelos... Nunca vi o céu com tantas cores e tão de perto." Trecho de Nossa Riviera Maya: Uma Lua de Mel Caribenha (NRM).
As pessoas mais sofridas, são as mais gentis, porque só quem já sofreu muito na vida, sabe como dói ser ignorado.
26•01•23
DETALHES
Como é cruel a solidão na sensação atada
Como é penoso o silêncio arfando no peito
Com a poética em uma melodia desafinada
Torturando a ilusão perdida e sem proveito
Ter o vazio de uma flor, um gesto indeciso
Um olhar triste, no coração fúnebre círios
Que aquecem a dor e queimam o sorriso
Sem nada, absorto em sofrentes martírios
E eu, cá, no cerrado, de infeliz memória
Sem estória, numa redundante oratória
Suspiros, sussurros, nos mesmos ideais:
Buscando por um alívio dum solitário ser
Querendo o alguém sem ter que perder...
Pois, amar é sempre um sentido a mais!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26 janeiro, 2023, 20’09” – Araguari, MG
Lembra de quando a Lua brilhava tão bela...muito mais do hoje brilha???
Lembra de como ela nos convidava, induzia e seduzia?
A lua foi e sempre será o meu motivo para recordar...pois ela permanece lá, mesmo que escondida. Assim como eu permaneço sua, mesmo que por ti esquecida.
Há um labios
Saos seus olhos
Como palpita
No sorridente começo do dia
Nao só o vê, mas o que escuta
Aéreo eu passo ser, quando te vejo
Os olhos brilha o bem mais
me falta os passos, me treme a fala
se os sonhos fossem real, como um conto de fada, assim é seus lábios.
Ana Clara
Escrevo para não enlouquecer,
Falo sozinha como louca
Converso com paredes
Para tentar me esclarecer.
Sou louca?
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