Leve como Passaro
Antes de ficar preocupado sobre como ganhar mais, tente pensar em como fazer um trabalho melhor e talvez você nem precise se preocupar...
Amor é o que te faz amar o outro como a ti mesmo; Um pouco menos é carinho, nada é desafeto; Um pocou mais é paixão, muito mais é doença; De "tal maneira" só Deus sabe...
Certo dia, como um dia. Bem certo que seria dia. Incerto num furo de tempo. Temporariamente certo, de certezas parciais. Imoralidade me subiu à cintura, agarrei pelo seio e a mente sobrou. Sabotou a noite que se fez o dia, na inflexibilidade da agonia de um dia desbotado... Choveu. Eram as mesmas nuvens que eu costumava descansar, que depois de muito voar, parava e tomava ar com limão e gelo. Ignorou o meu apelo. Chegou clareando com a certeza que me ofuscaria. Ofendendo as minhas pupilas, lubrificando com água do fundo do poço.
Ai meu amor como sinto a falta tua.
Sinto minha alma desfalecer dentro em mim pela falta de você.
Sem você meu destino é a inexistência.
Aguem disse certa vez:
“a poesia não pertence a quem escreve, mas sim a quem dela precise”.
Sendo assim tomo posse de uma parte da poesia de Djavan e te digo:
“tudo o Deus criou foi pensando em você...
E sem pensar em nada fez a minha vida e te deu.”
É justamente assim que me sinto.
Como se existisse somente para ser teu.
Sem isso ela perde o sentido e a razão.
O filosofo disse: “penso, logo existo”.
Parafraseando-o digo: amo-te, logo existo!
É como se minha existência estivesse condicionada a te amar.
E apavorado pela verdade aterradora
De que é essa minha real condição,
Entrego-te minha existência.
Anseio para que possas vir a entender
E corresponder tamanha devoção
Que de minha parte sem nenhuma opção ofereço-te.
Ai meu amor como sinto a falta tua.
Sinto minha alma desfalecer dentro em mim pela falta de você.
Sem você meu destino é a inexistência.
É como se minha existência estivesse condicionada a te amar.
E apavorado pela verdade aterradora
De que é essa minha real condição,
Entrego-te minha existência.
Como me é penoso viver!
Arrasto-me o dia todo em um interminável caminhar,
Vigilante, mas adormecido pelo torpor da minha alma
Solapada pela angustia e solidão.
Sim o que sinto é vazio.
Solidão gelada, densa e escura.
Em minha alma há furiosa tempestade, onde o norte se perdeu
E não sei nem onde me encontro nem que rumo seguir
Meu corpo sente o peso da alma
e se torna lento, pesado e doente.
Sinto meu corpo fraco
Uma fraqueza que brota da alma.
E muito, muito sono.
Parece que há paz no sono.
Quero dormir, sim, dormir, dormir, dormir.
E quando acordar encontrar um mundo diferente e maravilhoso.
Como gêmeos siameses que
fomos durante anos,
Nessa cisão um terá de ser sacrificado.
E serei eu.
Pois não poderei sobreviver fora de ti
Ou com você fora de mim.
Não consigo encontrar coragem para escrever
O que está pesando em meu coração.
É como se eu não quisesse encarar ou admitir
E deixar aflorar o sofrimento que me machuca.
E tenho medo também de não
conseguir conter as lagrimas.
Por que nos homens temos esse
medo idiota de chorar?
Hoje estou triste, depois de
um fim de semana prolongado
O qual passei com a felicidade .
Estávamos lá a trabalho claro!
Mas foi maravilhoso mesmo assim!
Ontem à noite, quanto mais se aproximava
A hora de nos separarmos,
Mais a angustiava, me apertava
e maltratava o coração
Olho a menininha passeando com seus pais,
e ela com a doce e inexorável autoridade
que são peculiares a todas as crianças,
Faz deles grandes escravos felizes,
de seus pequenos desejos e
dos seus grandes caprichos.
Lembrei-me com saudades dessa época.
Agora minhas crianças já não são mais crianças.
Não são tão caprichosas e nem
me fazem mais escravo de seu ego.
isso me faz sentir uma onda de nostalgia
inundar meus olhos já marejados.
Quanto mais o tempo passa
mais independente de mim elas ficam
e eu delas me torno mais terrivelmente dependente.
Se soubesse o quanto a desejo.
Entregar-nos-íamos um ao outro
Como alguém sedento sorve a agua fresca de uma fonte.
Assim como o choro, que expele os excessos do ego de forma liquida, as palavras brincam com uma forma de chorar a seco pra não molhar o papel.
Carolina
Como você cresceu, tão linda ficou
O sonho aconteceu, o tempo passou
E hoje posso ver o amor acontecer
Vejo em seu coração o amor florescer
Carolina é mesmo assim
Dos meus sonhos você me despertou
Pra viver um sonho real
Carolina é tão simples pra mim
E hoje eu sei, você me ensinou
Que o amor é um sonho real e incondicional
Parece que foi ontem, mas foi há 15 anos
Que você, ao nascer, me deu forças pra viver
E a ti, só a ti, dedico essa canção
Feita no meu coração, e agora canto pra você
Deixar que meu maxilar defina a direção do meu sono e me ver como uma caverna inabitável, na onde o único lobo que me apavora, me deixando sempre desperta para as minhas insanidades, é o que uiva rente aos meus tímpanos, com hálito quente nos meus ouvidos... De dentro pra fora.
Não vou nem perguntar se tu me amas,
pra não ouvir um papo antigo,
como: TE QUERO COMO AMIGO!
ou: COM AMIGO NÃO SE VAI PRA CAMA!
`
Difícil é entender (eu não consigo)
se nada falo, tu depois reclamas,
e se digo, é aquele drama,
não queres nunca mais falar comigo!
Nas tuas regras então entro pelo cano,
acreditando em tuas falsas pistas,
e com meus versos, eu mesmo me engano!
" Antes eu sempre falava , nossa como o dia passa rápido Oo , mas agora eu quero que ele acabe logo, pra saber se o amanhã será melhor do que o hoje " ..
É incrível como os olhos dizem tanto quanto a boca. E eles falam com uma clareza incapaz de ser incompreensível pra quem possui um coração que sente.
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