Leve como Passaro
"Como pode ser a vida, cheia de surpresas e adversidades...
Veja como pode ser possível?
Aquela que veio para salvar vidas, enfermeira, anjo e salvadora de almas. Sem saber que teria tanto poder, enfraquecer a mais vil e bestial de todas as feras e fazer perder a vontade de viver.
O animal que vive em mim, também se apaixonou por aquela luz, e se deixou enlouquecer de ciúmes e dor de não ser correspondido.
Todo esse tempo sem se transformar e, mesmo que se transforma, não sai para nenhum lugar. Apenas fica acuado em um canto escuro qualquer, esperando findar seus dias que nunca vem...
Já eu normal e acostumado a esse sofrimento solitário, fico traumatizado e sentido também. Pois o coração apaixonado é o mesmo, e mantenho essa criatura viva enquanto sobrevivo a cada dia, no desespero de procurá-la e convencê-la do engano que esta cometendo, mas sei que na vida isso não funciona, não se obriga ninguém a amar o que teme, porém pode-se conviver e esperar que o temor se converta em algo mais fácil de ser compreendido e admirado."
AMOR ETERNO
Como eu gostaria que você
Não se fosse!
Mas, se for seu desejo,
Parta....
Não sem antes ouvir de mim
Uma despedida....
Você foi a coisa mais bonita
que a vida me ofertou,
E a pessoa mais bendita
Que meu coração amou.
Queira Deus que por onde você andar
Seja tão amada
E que sinta o mesmo amor
Que eu lhe dediquei...
Se eu não ficar tão feliz
Com a sua partida,
Serei feliz em saber da sua felicidade.
Amarei você hoje e sempre,
Até a eternidade,
Esteja eu ao seu lado
Ou sentindo uma grande saudade.
(Do livro 100 Folhas de Amor - autor Manoel Assis Rodrigues Borges)
Nem tudo é como enxergamos. Nossas cores são únicas e exclusivas. Porem não devemos fazer uso disso para nos individualizarmos e sim para entendermos.
O maior equívoco ou pecado que carregamos como religiosos é não nos permitir enxergar quem realmente somos e o que deveríamos ser.
''As vezes fico pensando em como seria se você estivesse aqui, penso em como seria mágico os nossos momentos juntos.. sei que um dia vamos nos encontrar, não sei quando ,não sei onde, a única coisa que sei e que vou estar te esperando...
Sei também que você vai mudar minha vida por completo..vai me fazer o homem mais feliz desse planeta..ao teu lado sei que vou ter tudo que um dia eu pedi pra deus,e além disso sei que você vai me amar como ninguém nunca amou...
Te espero aqui.. ou em qualquer lugar que eu for.. apenas te espero!''
Pra mim muitos dos livros textos tradicionais de estatística são como um celular com centenas de teclas e um sistema operacional confuso, feito com o foco em demonstrar a tecnologia complexa, não com o foco na experiência do usuário, onde você de repente quer salvar o contato da nova mensagem e não sabe por onde ir, eu prefiro a filosofia da apple: simplicidade eliminando o que não é essencial, um único botão, e tudo claramente intuitivo.
Sempre gostei das coisas simples que acabam se transformando como mágica nas mais importantes e significativas. Daí a importância de não desprezarmos nada e ninguém. Às vezes o príncipe ou a princesa viram sapos e nossa felicidade estava naquilo que desprezamos... (Luiz Machado)
Queria amar-te menos,
para que tu me ames mais,
mas como poderia amar-te menos,
sabendo que tu me amas demais...
Não vejo como um covarde quem tira a própria vida, pelo contrário, vejo como um ato de coragem, pois não são todas as pessoas capazes de demonstrar que desistem disso aí, que alguns fingem que é viver.
Como o tempo passa rápido qdo estou ao seu lado;dizem q qdo estamos com as pessoas mais queridas,o tempo passa voando.
E apesar de tudo, descobri que a vida e o amor é como um vídeo game... Temos que nascer, para podermos lutar.
Temos que perder para podermos recomeçar.
Existe algo em você que me modifica. O corpo junto a alma são como um fruto. O corpo, o externo, é a casca, a parte mais vulgar. No interior concentra-se o espírito, o apreciável, o componente mais valioso. Estar ao seu lado e escutar as coisas que você diz fazem minha alma transpor. Vivo próximo ao surreal e distante de qualquer realidade que possa levar-me ao fim.
Você pode ser hétero, mas não aja como aqueles mais conhecidos. As pessoas não precisam saber da sua heterossexualidade.
Liguei para a mãe de Gabriel, apenas para saber como ele estava a se passar. Chateado com as minhas atitudes, ele pôs-se a rejeitar todas as minhas mensagens e ligações, depois do nosso término. Dona Virgínia, calma e atenciosa como sempre, disse-me que seu filho passava bem, que estava trancado no quarto escutando músicas no volume máximo – esse era um de seus lugares e momentos prediletos. Porém eu não ouvi nenhum ruído de guitarra provindo dos rocks preferidos de Gabriel.
Meus amigos, conhecidos e toda aquela gente que gostava de falar da vida alheia já haviam comentado: Gabriel já estava saindo com outro. A senhora Virgínia apreciava muito a nossa relação, e talvez tivesse medo de comentar algo com receio de que eu me afundasse em depressão profunda, pulasse da janela do meu quarto, saísse a gritar pela rua, chorasse em frente à sua casa, dentre outros que apenas um homem exagerado como eu era capaz de fazer.
Uma absoluta certeza gritava a me dizer que Gabriel estava bem, que já tinha outro. Eu só não queria acreditar. Eu tinha um manual de instruções fixado à minha mente, sabia todo o funcionamento do meu ex-namorado. Ele estava muito distante de mim, seu silêncio não costumava remeter às coisas boas. Ex-namorado, como era difícil aceitar isso, meu consciente negava-se a concordar com esse estado, meu pensamento esperneava como as crianças mimadas fazem ao receberem negações em público de pais que não sabem dizer não.
Vi o carro de Gabriel passar pela rua, ao seu lado um jovem circundava seu braço esquerdo por trás de seu pescoço, acariciando de leve o seu ombro.
Agradeci com voz trêmula. Desliguei o telefone. Olhei para o chão com intuito de achar algo que prendesse minha atenção. Observei por todos os lados, mas não tinha ninguém para dar-me a mão. Busquei alguém para abraçar, mas não tive êxito. As lágrimas molharam o meu rosto. Chorei sem disfarçar. Eu tentava conter os soluços, porém eles pulavam como se estivessem ali dentro de mim por três gerações.
Fiquei desnorteado, perdi o caminho de casa. Imaginei todo o meu amor e como ele era pouco, insuficiente ou incompatível a Gabriel. Qual a razão de desenvolver ou de ter um sentimento tão grande a alguém que não corresponde ou que o desdenha sem, ao menos, sentir dor?
Tropecei em um degrau que havia surgido do além- talvez o chão me amasse, pois ele persistia em sentir meu corpo sobre ele, sempre que podia. Apoie-me no poste. Andei sem direção e sentei-me na beira da estrada. Desejei que minhas lágrimas fossem meu amor para com Gabriel, almejei que ele estivesse saindo de mim. Todavia não era simples assim, o amor estava ali, ele vivia em mim. Talvez eu não soubesse amar. Talvez minha mãe estivesse certa. Ainda que eu desconsiderasse a opinião da minha mãe a esse assunto. Mamãe, naquela época, não tinha digerido a história de que seu filho caçula andava a beijar outro rapaz. No primeiro momento ela não se importou tanto com a minha sexualidade polêmica, mas sim com que dona Maria dizia, o que o senhor Francisco pensava, o que tio Paulo comentava, e o todo o resto dos familiares e a vizinhança, assim como muitas mães de filhos como a mim fazem – a mania ridícula que muitos seres humanos possuem de dar relevância aos dizeres alheios.
Porém todas as teorias caminhavam em sentidos opostos. Até as revistas de previsões diziam o contrário – mesmo sem acreditar nelas, eu pus-me a pesquisá-las. Eu sentia um exercito contra a mim, praticamente todos julgavam meu amor a Gabriel como uma obsessão.
Falavam por toda a parte que eu o amava mais do que necessário, mais do que a mim mesmo. Diziam que para amar o próximo carecíamos, posteriormente, possuir o amor próprio. Quando despejavam essa avaliação sobre mim eu sempre recordava da história de Jesus. Jesus morrera na cruz por muitos, até mesmo àqueles que ele não conhecia. Ele amou muito mais aos outros do que a si mesmo. Seria certo dizer que o indivíduo só é apto a amar o outro caso ame-se mais?
Todo aquele montante de sentimentos vinha de um lugar desconhecido, onde as palavras tornavam-se indizíveis e inaptas a explicar.
Ninguém igual a mim, minha mãe, meu pai, fulano, ciclano, beltrano, poderia afirmar com convicção que o meu sentimento não era amor. Nenhum indivíduo possui propriedade para definir um modelo do que pode, ou do que vem a ser o amor. O mundo guarda elementos inexplicáveis, incapazes de serem explicados por humanos, coisas que nem mesmo a ciência é habilitada a designar.
Aquele dia eu observei a noite se desfazer diante dos meus olhos.
Gabriel não ficara com aquele rapaz. Ele partiu para o exterior dois anos após o fim do nosso vínculo. Eu busquei esquecê-lo, destruí todas as nossas lembranças físicas. Mudei de cidade.
Casei com Davi aos trinta e quatro anos, amava-o muito, mas não tanto quanto amara Gabriel. Meu amor sempre esteve vivo, mesmo que estivesse guardado no meu profundo. Qualquer recordação, que vinha de modo irreprimível e involuntário, fazia meu coração pulsar e minha alma vibrar à caça dele. Eu pensei em Gabriel até o último dia que se fiz presente aqui na Terra. Até o meu derradeiro suspiro, os meus lábios soletraram o seu nome. Um verdadeiro amor não se apaga, não deixa de existir com o surgimento de outro, ele toma nossas mãos e nos segue como um fiel companheiro, por toda a eternidade.
Machucados corporais saram, com o tempo formam-se as cicatrizes, não tornam a doer como quando se originaram. Feridas na alma são desprovidas de cura definitiva, haverá, esporadicamente, um resquício que fará com que a lesão torne a sangrar novamente.
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