Lembranças de Amor
Um café, um som e um cigarro. Tudo amontoado.
Lembranças de um amor e vontade daquela voz, nem que seja por mais um único instante.
Acendo mais um em vão só para não perder a razão, e a cada tragada, eu me mato mais um pouco.
Bom, não sei bem se é o cigarro, talvez seja essa solidão.
Não importa, se o pulmão não parar primeiro que seja meu coração.
Com o cigarro no canto da boca eu já não tenho muito o que dizer, só pensar até amanhecer.
Espero, meu amor, que a tua consciência te atormente,
E que a lembrança do meu amor te assombre,
Até que o arrependimento te faça entender,
Que o dia em que te cansaste de mim, foi o dia em que te perdeste.
A noite chega, e com ela, a lembrança do teu rosto,
Do teu sorriso, do teu olhar, do teu amor.
E as lágrimas rolam, como um rio que não encontra o mar,
Um rio de saudade, de dor, de amor, de um amor à distância.
A saudade de quem partiu é um eco eterno no coração, uma lembrança constante do amor que nunca se apaga e das memórias que permanecem vivas.
Num segundo a Vida se vai
Num passo tudo vira lembrança
Num Gesto o amor vira dor
O sorriso vira saudade
E o sentimento banalidade
Num segundo seus olhos já não estão mais sobre os meus
Suas mãos já não tateiam mais meu rosto
E sua ausência traz um vazio enorme dentro de mim
Ah, que Saudade.
Eu queria que durasse para sempre
Mas um dia a gente aprende
Que o que é para sempre são as memórias
De momentos únicos em que vivemos,
Enquanto vamos escrevendo nossa história
A vida não é o corpo respirando
Não é a alma habitando
A vida é o que fazemos e o que somos
Enquanto o corpo respira e a alma habita
Muitos morrem e continuam vivos
Outros vivem como se nunca tivessem morrido.
Num segundo a Vida se vai
Num passo tudo vira lembrança
Num Gesto o amor vira dor
O sorriso vira saudade
E o sentimento banalidade
Um amor que se despede, desejando a felicidade do outro. A história finda, mas a lembrança e o carinho permanecem. Seguir em frente é a prova de amor.
Na desordem existe um amor! Que lembranças me vem quando os sorrisos me constrange, em vezes sem avisar, de minhas memórias fazem parte, alegria que respiro transforma um momento um eterno cortejo da vida.
Dela que tanto faço parte, incrivelmente sempre encontro as memórias tuas, tenho plena revelação que faço parte de te, juntamente me sinto repleto de abraços, sorrisos que ainda tem validade.
É como um encontro que nunca se separa e parece se manter vivo e pleno, essa luz mágica é algo que penso que veio para ficar sem ter tempo de ir para longe, as lembranças ela são minhas, junto a todo nosso carinho talvez até seja exclusivo pois eles dois nunca me deixam...
Perder, partir são palavras que mostram a distância de uma pessoa.
Memória, lembranças e amor são as pontes que nos conectam com os entes queridos que partiram.
Mesmo indo, algo fica: fica o amor que, ao fecharmos os olhos, nos faz lembrar da voz, do cheiro, do abraço e do sorriso.
Quando agimos no mundo, lembramos dos ensinamentos do pai,
Da presença que ele deixou em nós, da personalidade aos traços físicos.
Em nossos descendentes, também é possível notar a presença do nosso pai, do avô.
É certo que a partida nos faz carregar o peso da saudade e a sorte da boa memória.
Celebramos a sorte do bom cuidado, do elo forte construído com amor no tempo que a vida oportunizou, no bom encontro que nos gerou a vida como uma linha que se move no tempo, não apenas como nascimento.
A morte do corpo é inevitável,
Mas o espírito se manifesta na energia que nos deu vida, na conexão amorosa que é forte e delicada ao mesmo tempo.
A partida é inevitável, mas a força que gerou nossa vida, os ensinamentos e o amor devem nos fortalecer e conectar, para que a saudade possa ser acalmada em nosso coração.
A memória dos bons momentos é uma máquina que nos faz viajar no tempo da existência física presente.
Aproveitemos a vida enquanto ela pulsa.
Aproveitemos a memória como essa máquina que nos transporta e conecta com a existência que fisicamente sumiu.
Que o amor e os ensinamentos sigam nos ligando nesta existência que nos resta, nesses encontros que nos afetam, moldando quem somos.
Canta alegremente o seu cântico de amor.
Alegra com as lembranças da tua mocidade ela te formou.
Os teus passos seguros de agora em outrora eram medo e talvez de dor.
Se alegra Mulher entre as linhas do teu rosto, elas refletem a história dos sonhos teus.
Canta alegremente o seu cântico de amor.
Adriana Paulino
A lembrança do primeiro amor, qual flor desabrochada, perfuma a alma com a doçura da ingenuidade passada, iluminando o presente e esculpindo a essência da nossa jornada.
Que o amor tenha altura largura e profundidade
Que o amor traga lembranças sonhos e saudade
Que o amor seja o mel que adoça a liberdade
Que o amor una com laços de amizade
Que o amor ande ao lado da verdade
Que o amor não perca a simplicidade
Que o amor vença as adversidades
Que o amor pertencente aos animais
Nos ensine um pouco mais
A dor é como uma boa lembrança
Meu primeiro amor, como castigo
pela distância, tu foi-se embora
Era tão tarde quando acabamos de conversar
Sinto falta da minha luz do luar
De sussurrar pelo seu ouvido palavras
bonitas e te deixar constrangido
Como queria inventar questionários que
fossem tão interessantes para ti, para
que pudesse voltar a falar comigo
da mesma forma
Como você era tão ocupado?
Passei frio para lhe acompanhar
Tudo eu fazia por um sorriso seu
Valia ouro
Era raro
Era bonito
E me aquecia
Me aborrece saber que grande
parte foi uma ilusão minha
Te inventei nos meus sonhos
E me machuquei por isso
- Mentiroso
Se te amo
Por que tua lembrança em mim dói?
Achei que fosse tu o meu super-heroi.
Fui um amor verdadeiro ou um simples namoro?
O amor seria o verão se não o outono?
Se te amo
Por que lembranças são como gatilhos em minha mente?
Já que um dia foi tu o motivo de um sorriso ardente.
A ti minha escrita ja foi feliz, hoje soa como uma cicatriz. Estou curado?
Se te amo
Por que de mim se afastou? o amor não é aquele que permanece?
Ou não, ele esvanece.
Se te amo
Por que não entendo o amor?
Ja que dizem coisas
que são contrárias as que um dia alguém me falou.
Se te amo, acho que não sei amar, Porque amar é felicidade, bem estar.
Se amor não existe, aqui não devo ficar.
Quando um amor é muito forte,
permanece vivo em suas lembranças
e assim, pode sobreviver à morte...
Osculos e amplexos,
Marcial
O AMOR PODE SOBREVIVER À MORTE
Marcial Salaverry
Para aqueles que se amam verdadeiramente, e que conseguem superar o tempo vivendo um amor completo, mantendo um relacionamento com base sólida, cimentada em muito amor e carinho, sempre preocupa a possibilidade de uma separação causada pela partida de um deles. Como o remanescente sobreviverá ao trauma dessa separação inevitável, é algo que somente o fato em si poderá determinar.
É preciso muita força de vontade para não se entregar ao desespero. É preciso muita vontade de viver para superar esse trauma. Nem todos têm essa força. Nem todos conseguem superar essa dor. Para quem está de fora, é muito simples falar na vontade de Deus, e que o destino quis assim. Mas sua cabeça dá um nó. Seu coração parece querer pular fora do peito. Sua alma chora noites seguidas.
Mas a vida continua, e é preciso começar a imaginar que quem partiu não gostaria de ver seu parceiro entregar-se à dor. É preciso pensar que o amor não morreu, e que em algum lugar poderá estar observando, e se entristecendo com sua incapacidade de reagir. Há que ir até o fundo da alma, para retirar aquele restinho de vida que lá está, e faze-la aflorar. Para vencer a dor da saudade, é preciso aprender a driblar a tristeza que sempre invade a alma, procurando recordar aqueles momentos de muita felicidade vividos juntos. As doces recordações sempre amenizam a tristeza da saudade, mudando uma saudade doída, para uma saudade doida, que inclusive poderá fazer sorrir ao invés de chorar. Há que se entender que, se a morte nos leva o ente querido, jamais levará o amor que foi vivido. Este permanece latente em nosso interior.
Algo que dá vontade de fazer é uma espécie de pacto, para que ambos possam embarcar juntos para a derradeira viagem. Infelizmente quase nunca isso é possível, e o remanescente deverá continuar vivendo, com a certeza de que esse é o desejo de quem partiu, pois o amor quando é verdadeiro, sobrevive à morte. As boas recordações fazem-no viver dentro do coração, que pode parar se não soubermos vencer a dor que insidiosa se infiltra em nossa alma.
E é na busca dessas recordações, que aqueles que tiveram a felicidade de viver um grande e verdadeiro amor devem concentrar suas forças, para poderem fazer de cada um de seus dias, sempre UM LINDO DIA, apesar da tristeza que lhes vai n'alma, que pode ser superada usando das recordações de lindos momentos vividos, e embora a alma chore, o coração pode sorrir...O sempre pode sobreviver à morte...
OS MEUS VERSOS
Meus versos nostálgicos, de amor
São lembranças de valiosa versão
São cânticos no compasso interior
Poéticas da minha própria emoção
São estâncias tão cheias de sabor
Expressão que brota da inspiração
Sentidos, afagos, mimos ao dispor
A expressiva flor dada com paixão
Versos que tem designação, olhar
Tem sentimento, um vital acalanto
Só não percebe quem não estimou
É aquele voo d’alma sem abreviar
É o encanto, o gostar tanto, tanto
Aquela sensação que nunca passou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
28 outubro, 2022, 19’40” – Araguari, MG
Se o nosso amor é apenas memórias póstumas, quem é esse vento que sacode as minhas lembranças com tanta força, que açoita meu coração com tanta fúria e enche-me a alma de saudades?
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