Lei
"NA LEI: Tudo quanto o Pai tem pertence a mim. (INTERESSADO NA HERANÇA). NA GRAÇA: Nada tenho, tudo é Teu. (INTERESSE NO Pai)."
—By Coelhinha
Na lei do amor, o respeito é a cláusula inegociável; amar sem respeitar é desconhecer a própria essência do amor.
Na lei do amor, respeitar é admirar a diferença, enquanto amar é celebrar a essência compartilhada entre dois seres.
Sei que não se deveria expor uma felicidade em vitrines...a lei da procura é maior que da oferta... gente demais olhando e milhares cobiçando a felicidade alheia...sinônimo de falta de competência em buscar a sua própria.
Mas, hoje eu vou abrir uma excessão , e contar pra estes bandos de invejosos que estou exageradamente feliz. Quem sabe assim dou aulas de como não perder seu tempo estragando felicidades dos outros; enquanto a sua não esta no topo.
—By Coelhinha
“A doce lei da vida às vezes me ensina, que o amargo é para os que tentam a sorte comigo...Ousaria tentar?.”
—By Coelhinha
"A mesma LEI que te dá, ela te TIRÁ. Enquanto que na GRAÇA o que ela te dá, TE MULTIPLICA."
—By Coelhinha
"Eu estava na condição de VERGONHA pela lei. Hoje vivo na condição de JUSTIÇA, atuado pela GRAÇA."
—By Coelhinha
"NA LEI: Tudo quanto o Pai tem pertence a mim. "Filho interessado na Herança."
NA GRAÇA: Nada tenho, tudo é Teu. "Filho interessado no Pai."
—By Coelhinha
Os plantios foram feitos para serem colhidos de acordo com o que foi plantado, já a lei do retorno vem apenas para ratificar esse processo
Cristo, a Plenitude da Lei
A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).
Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.
D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.
Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.
Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.
